31 agosto 2011

Promoção: Ganhe um disco da Tiê e do Copacabana Club

Nas últimas semanas apresentamos aqui os discos da bonitinha da Tiê e dos dançantes meninos de Curitiba, o Copacabana Club. E se você curtiu o som das galeras esta é a sua chance de levar um CDzinho para casa. Envie um e-mail para contato.favorite@gmail.com e no assunto escreva o nome de qual dos artistas você quer ganhar o álbum.  Você tem até o dia 04 de setembro para enviar o seu e-mail.

O resultado sai na segunda-feira, dia 5 de setembro. Tem muito tempo para participar, hein? Boa sorte!

China lança disco no Álbum Virtual


O cantor e compositor China lançou pelo projeto Álbum Virtual seu segundo disco, Moto Contínuo. Além de escutar, você pode baixar de graça, naquele esquema de: você não paga nada, mas o artista ganha. Boa viagem nas ondas sonoras do novo CD do pernambucano China.

Só para quem não lembra, China já havia lançado o single "Só serve para dançar", que tem até videoclipe. (Assista aqui!)

30 agosto 2011

Entrevista - Lafusa

Lafusa pela primeira vez em São Paulo

 O Lafusa resolveu dar um passo mais alto na carreira. Deixaram Brasília e foram tentar a sorte na terra da garoa, São Paulo. A decisão foi tomada no final do ano passado e se concretizou no começo deste. Os cinco integrantes Aloízio Michel (vocal e guitarra), Jamil Chequer (guitarra, gaita e backing vocal), Guilherme Guedes (bateria), Marcus Vinícius Pereira (baixo) e Samyr Aissami (teclados, guitarras, backing) rumaram para o desconhecido e estão aos poucos se dando bem na cidade turbulenta.
Em 2010, eles lançaram o primeiro disco, Preço do Horizonte, mas antes já tinham imprimido sua marca no Ep Quadricôlor (2007) e em uma demo (2005). O CD, como toda banda indepente que se preze, não teve participação de nenhum patrocinador, a não o bolso dos meninos. A bateria  foi gravada no Melhor do Mundo Studios, no Rio de Janeiro, do Alexandre Griva, que também mixou o disco. E os outros instrumentos e vozes foram gravados no estúdio da banda, aqui em Brasília, o Lugar Maravilhoso.

Conversamos com o baterista do grupo, Guilherme Guedes sobre a nova vida, shows e oportunidades. Dá uma olhadinha.


My Favorite Way: A primeira pergunta é aquela que não quer calar: por que a mudança para São Paulo?

Guilherme Guedes: Infelizmente, depois de alguns anos em Brasília, percebemos que a cidade limitava o nosso crescimento. Era difícil manter uma rotina de shows frequentes, porque ou não havia remuneração ou não havia espaço. Tentamos resolver isso produzindo nossos próprios eventos – como o mini-festival Lafusicando – mas ainda assim era complicado levar tudo junto, porque tivemos que investir em empregos externos para nos manter, e isso foi tirando cada vez mais tempo de investimento na banda. E somos apenas cinco, né? Não temos uma equipe fixa, fazemos tudo por nossa conta, do estúdio ao palco. Aí chegamos à conclusão que se fizéssemos o mesmo esforço que estávamos fazendo em Brasília, mas em um lugar como São Paulo, poderíamos obter resultados melhores.

My Favorite Way: Estar na cidade (SP) tem aberto mais portas para vocês? Quando entrevistamos o Bruno Souto da banda Volver (PE), ele comentou que uma das coisas boas de São Paulo era ter as TVs, revistas, jornais importantes, mais perto. Já rolou alguma coisa bacana para vocês nesse sentido?

Guilherme Guedes: Com certeza. No nosso primeiro mês aqui conseguimos uma nota na Rolling Stone, e fizemos algumas reuniões bem interessantes pro nosso futuro. Não vou falar demais antes de termos algo concreto, mas isso rola sim, temos várias coisas engatilhadas por aqui. Você sai à noite para ver um show e encontra vários integrantes de grandes bandas, jornalistas, pessoas envolvidas na produção de eventos, tudo isso. São coisas que poderiam acontecer se ainda estivéssemos em Brasília, mas exigiria um esforço pessoal e financeiro muito maior. Aqui também temos muito mais casas de shows, e é muito mais fácil de estruturar mini-turnês e viagens. Instalados aqui conseguimos fazer várias apresentações em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e fomos pela primeira vez ao Sul do país, para um show sensacional em Curitiba – sem dúvida um dos melhores que já fizemos.

My Favorite Way: E a adaptação? Brasília embora esteja crescendo e se inundando de carros, ainda não chega aos pés da loucura que é a capital paulistana. O que vocês têm sofrido por aí? Emprego, comida, trânsito, o que incomoda mais?

Guilherme Guedes: Há questões pessoais em relação a tudo isso, e cada um tem sofrido mais com uma coisa ou outra. Mas o que acho que impressionou a todos foi o estilo de vida do paulistano, a velocidade e a eficiência que tudo tem aqui. Em Brasília você tem tempo para ter a ideia, planejar com cuidado, executar na hora certa... Aqui, uns trinta outros passam na sua frente se você piscar os olhos. Temos que estar ligados o tempo todo, e isso exige muito de cada um. Outro problema é que a cidade é muito cara – é praticamente impossível pisar fora de casa e não gastar dinheiro. Mas poucos meses depois da mudança definitiva, podemos dizer que nos sentimos mais à vontade.

My Favorite Way: Vocês não estão mais em Brasília, mas a quantidade de shows que têm feito na cidade parece até que aumentou. Essa mudança de estado fez com que o brasiliense desse mais valor à banda?

Guilherme Guedes: O que posso dizer com certeza é que a recepção que tivemos nos shows em Brasília desde a mudança foi incrível. Foi muito bom voltar à cidade e ver quanta gente acredita no Lafusa, quantos torcem para que essa nova fase dê certo. Sempre que achamos que as coisas estavam mais lentas, que o público de Brasília não apareceria mais, nos surpreendemos positivamente de alguma forma, e não foi diferente das últimas vezes. Talvez as pessoas estejam tomando consciência de que os intervalos entre um show e outro serão maiores, e querem aproveitar ao máximo as chances que tiverem de nos ver ao vivo.


My Favorite Way: Peguei o disco de vocês pela primeira vez e a primeira coisa que me veio à cabeça foi: “Onde eles tiraram essa foto?”. Aproveitando, quem é o fotógrafo?

Guilherme Guedes: A foto da capa foi tirada pelo Aloízio na Ermida Dom Bosco, no fim do ano passado, brincando com a câmera de uma amiga. É aquele tipo de acaso que só Brasília permite: um pôr-do-sol maravilhoso, sem filtros ou efeitos mágicos no Photoshop. E como já planejávamos a mudança, foi uma forma de homenagear a cidade, também. Mas precisamos lembrar o responsável por todas as fotos de divulgação de O Preço do Horizonte, o queridíssimo amigo e espetacular fotógrafo Leon Rodrigues. O trabalho dele ficou maravilhoso, ele tem um olho incrível.

My Favorite Way: Da formação original do Lafusa estão apenas o Aloízio (voz e guitarra), Jamil Chequer (backing, gaita e guitarra) e você. Senti que o disco Preço do Horizonte ganhou, vamos dizer assim, um carinho a mais. Além de melhor gravado, o som do Lafusa agregou novos sons. Os novos integrantes do grupo tiveram alguma coisa a ver com isso? O que vocês apontariam como mudança e melhora?

Guilherme Guedes: As mudanças na formação da banda trouxeram muita coisa diferente ao nosso som. Nosso primeiro baixista, o Gustavo Portella (hoje no ADI e no Hellena), era um cara mais ligado ao hardcore e ao pop punk, e deu lugar ao Luiz Ribeiro (ex-Cárdia e Bois de Gerião), que apesar de curtir rock pesado, era mais ligado ao jazz e à MPB. Foi com ele e com o Samyr Aissami (teclados, guitarras, backing) que escrevemos, produzimos e gravamos O Preço do Horizonte, então foi natural que nosso som ficasse mais polido e maduro, até pela experiência adquirida na extensa turnê de divulgação do nosso primeiro EP, Quadricolôr, de 2007. Enquanto tudo isso acontecia, eu, Aloízio e Jamil crescemos musicalmente, passamos a escutar coisas novas, e trouxemos novidades ao som da banda. Nosso atual baixista, Marcus Vinícius Pereira, criou raízes no rock com uma pegada dançante, tipo Jamiroquai e Red Hot Chili Peppers, então nossa próxima gravação deve ganhar nesse sentido, também.

My Favorite Way: Além de não estarem em Brasília, quais são as novidades que a banda está preparando? Videoclipe?

Guilherme Guedes: Nosso foco principal no momento é um EP de covers que estamos terminando de gravar. São quatro clássicos da música brasileira, rearranjados e readaptados ao nosso som, e é um projeto que pretendemos levar para frente se der certo, em novos EPs, com novas versões. Além disso, começamos as reuniões para gravação de um novo videoclipe, que sai ainda este ano. Entre as gravações e reuniões, começamos a escrever novas músicas, e ano que vem começamos a trabalhar no sucessor de O Preço do Horizonte. Mas ainda é cedo para saber como o próximo álbum vai soar.

29 agosto 2011

VMB 2011 e os indicados

Marcelo Jeneci concorre ao prêmio Revelação
A Music Television Brasileira (MTV) divulgou hoje a lista de indicados para o seu próximo Vídeo Music Brasil, ou apenas VMB. Dentre os figurões, personagens que vira e mexe estão aqui no nosso blog, como o queridinho da nova MPB, Marcelo Jeneci, ou ainda o falastrão Emicida, que concorre em cinco categorias.

O prêmio é dividido em 11 categorias, onde quatro (webclipe, webhit, hit do ano, artista internacional) são escolhidos atráves do voto popular que teve início hoje (29) no site da emissora.

Confira os indicados:


Melhor disco
Cavalera Conspiracy – Blunt Force Trauma
Criolo – Nó Na Orelha
Marcelo Camelo – Toque Dela
Marcelo Jeneci – Feito pra Acabar
NX Zero – Projeto Paralelo


Melhor música
Criolo – “Não Existe Amor em SP” (Criolo)
Marcelo Camelo – “Ôô” (Marcelo Camelo)
Marcelo Jeneci – “Feito pra Acabar” (Marcelo Jeneci / Paulo Neves / Zé Miguel Wisnik)
Marina Lima (part. Samuel Rosa) – “Pra Sempre” (Marina Lima / Samuel Rosa)
NX Zero (part. Emicida, Yo-Yo e Dj King) – “Só Rezo 0.2” (Di Ferrero / Gee Rocha / Emicida / Yo-Yo)

Melhor capa
Copacabana ClubTropical Splash (arte: Rimon Guimarães)
CSSLa Liberación (arte: Lovefoxxx)
Garotas SuecasEscaldante Banda (arte: Greg McKeighan)
KassinSonhando Devagar (arte: Philippe Leon)
TiêA Coruja e o Coração (arte: Rita Wainer)

Revelação
Apanhador Só
Criolo
CW7
Marcelo Jeneci
Tulipa Ruiz

Aposta
Karol Conká
O Lendário Chucrobillyman
Rancore
Start
Tono

Clipe do ano
Criolo – “Subirusdoistiozin” (direção: Tom Stringhini e Alexandre Casagrande)
Emicida – “Então Toma” (direção: Fred Ouro Preto)
Garotas Suecas – “Banho de Bucha” (direção: Arthur Warren e Suza)
Jota Quest – “É Preciso” (A Próxima Parada) (direção: Conrado Almada)
Lurdez da Luz – “Andei” (direção: João Solda)
Mallu Magalhães – “Nem Fé Nem Santo” (direção: Fabrício Pires Bittar de Carvalho)
Mombojó – “Antimonotonia” (direção: Fernando Sanches)
Móveis Coloniais de Acaju – “O Tempo” (direção: Steve ePonto)
Pitty – “Só Agora” (direção: Ricardo Spencer)
Thiago Pethit – “Nightwalker” (direção: Vera Egito e Renata Chebel)

Artista do ano
Criolo
Emicida
Marcelo Camelo
Marcelo Jeneci
NX Zero

Webclipe
A Banda Mais Bonita da Cidade – “Oração”
Banda Uó – “Shake do Amor”
Ecos Falsos – “Spam Do Amor”
Móveis Coloniais de Acaju – “O Tempo”
Skank – “De Repente”

Webhit
Larica dos Muleke
Magali Carioca
Phoenix de Ribeirão
Sou Foda
Friday, Versão Inri Cristo

Hit do ano
CW7 – “Me Acorde pra Vida”
Emicida – “Rua Augusta”
Fake Number – “Primeira Lembrança”
Flora Matos – “Pretin”
Forfun – “Quem Vai, Vai”
Fresno – “Eu Sei”
Marcelo Jeneci – “Felicidade”
NX Zero – “Onde Estiver”
Rancore – “Jeito Livre”
Start – “Que Vença o Melhor”

Artista internacional
Adele
Arcade Fire
Beastie Boys
Beyoncé
Britney Spears
Foo Fighters
Kanye West
Katy Perry
Lady Gaga
Strokes


Copacabana Club - Tropical Splash


Demorou mais saiu. Na verdade, o primeiro disco dos curitibanos do Copacabana Club nem foi uma espera eterna, como pode parecer, mas a expectativa depois que eles lançaram King of the night (2008) foi tão grande que todo mundo queria logo ouvir novas músicas do grupo e veio o Tropical Splah.

Tal demora se justifica quando descobrimos como o disco nasceu. Ele foi gravado em São Paulo, no estúdio do amigo Dudu Marote, Cabeça de Estopa. Isso quando o cara tinha tempo, a banda estava passando pela cidade e o estúdio estava livre. Sem contar que banda independente também não é rica, né?

Os pedidos eram tantos, que as canções novas foram aparecendo nos shows. Entre elas estava “Sex, sex,sex”, com certeza a mais controversa, pois imagine mesmo uma moça linda como a vocalista Caca V cantando os seguintes versos para um homem: “I wanna grab you/I want to hold you/ I want to lick you/ I want to kiss you/ I want to be with you/ I want to have sex, sex, sex tonight”. Imaginou? Pois é.

Além das já conhecidas “It’s Us”, “Come Back”, “King of the Night” e “Just Do it”, que foram regravadas com novas versões pensando nos fãs, já que está muito difícil encontrar o tal EP, há mais nove canções novas. “Tropical Splash”, música que dá nome ao disco, é outra música sensual do disco, em que os Copas nos convidam para um banho de piscina bem molhado para celebrarmos o verão.

No geral, as músicas não mudam muito, mostrando o som que você já está acostumado a ouvir do Copacabana Club. As músicas que mais destoam são “Darling”, que eu particularmente não curti muito e mais lentinha e “Peach”, que embora tenha o eletrônico no meio, tem uma batida mais puxada para o funk (o carioca mesmo). Outra faixa, que embora seja (bem) boa, deixa um pouco a desejar é “Gimme Your Heart”, que mais parece uma continuação de “Tropical Splash”. Destaque para “Mrs. Melody”, “Backyard” e “Sounds like Confusion”.

Resumindo, se você estiver preparado para um dia de sol, champagne, piscina e mulheres bonitas (meninas, pensem em homens de sunga), você está mais do que preparado para ouvir o novo disco do Copacabana Club.

Videoclipe - Friendly Fires

Ainda não tinha visto o novo vídeo do Friendly Fires, nem sabia da música nova. Ontem estava assistindo e cara, vai dizer se você não já passou por alguma dessas no avião?

Friendly Fires - "Hawaiian Air"

25 agosto 2011

Céu encanta Brasília no projeto Encantadoras



Dona de um dos melhores álbuns do ano passado, a já queridinha Maria do (Céu) Whitaker Poças se apresenta em Brasília amanhã, dia 26 de agosto, às 21h, fazendo a penúltima apresentação do projeto Encantadoras do teatro Oi Brasília. Passaram pelo projeto este ano as cantoras Teresa Cristina, Lulina, Tulipa Ruiz, Roberta Campos, Angela Ro Ro e Belô Velloso.

Nos dias 10 e 11 de setembro, o espetáculo teatral Os Inocentes encerra as atividades do segundo ano do projeto.

Céu apresentará em seu show, músicas de seus dois discos, Céu e Vagarosa. Daí, dá para esperar músicas como, "Roda", "Malemolência", "Bubuia", entre outros hits. Sempre carregada de influências que vão do hip hop ao blues, a cantora estará acompanhada por Guilherme Ribeiro (guitarra, teclados e acordeon), Lucas Martins (baixo), Bruno Buarque (bateria) e pelo Dj Marco. Os ingressos estão esgotados.

Mais detalhes na nossa agenda.

23 agosto 2011

Tiê - A Coruja e o Coração


 Confesso que a Tiê não é uma das minhas favoritas cantoras. Na verdade, dentre os nomes que eu acho que valem a pena serem escutados, ela está lá no final da lista. Mas ela não é uma fofa? Dizer numa canção: “Já que não te tenho por perto/eu vou tomar um sorvete para alegar o meu dia”, é ou num é coisa de menina romântica?

O problema é que, a Tiê tem uma voz bonita, ela é bonita, mas não consegue me cativar como a Tulipa Ruiz. Tulipa inclusive é lembrada no álbum da amiga com a canção “Só sei dançar com você”, bem como o Thiago Pethit, em “Mapa-Múndi”. As duas músicas estão nos discos deles, ou seja são versões. Não precisava disso. Acho que ela acabou perdendo espaço, mostrando o trabalho dos amigos e esqueceu de mostrar o dela.

A Coruja e o Coração ainda tem uma versão muito diferente de “Você não vale nada” (mas eu gosto de você, tudo que eu queria era saber por que). O brega ficou cult na voz de Tiê, que transformou a música em um flamenco.Poderia inclusive ser um tango, pelo teor da letra. Ponto para ela.

Outros bons momentos são as faixas “Na varanda da luz”, “Já é tarde” e “Te Mereço”. O álbum ainda tem participações especiais. Em “Só sei dançar com você”, Marcelo Jeneci toca sanfona. Jeneci também está em “Perto e Distante”, que conta com a voz de Jorge Drexler. Tulipa faz coro em “Pra Alegrar o meu dia” e “Mapa-Múndi”, que ainda tem Rafael Castro e Thiago Pethit, que ajudou a escrever a letra de “Hide and Seek”, que tem participação de Hélio Flanders (Vanguart). 

Abaixo você consegue ver o vídeo/single de A Coruja e o Coração:

Tiê - "Na varanda da luz"

Videoclipe - Marcelo Jeneci

Marcelo Janeci lançou ontem seu primeiro videoclipe em primeira mão no programa MTV na Brasa, comandado por China Man. O cantor revelou que tinha duas ideias para o vídeo e cabaou por escolher a mais fácil. Ele e sua equipe foram para o interior de Pernambuco, em Sairé para gravar, como a música pede, uma coisa bem simples, mas linda. Confira:

Marcelo Jeneci - "Felicidade"

London Calling com Forgotten Boys e Rolling Stones

Forgotten Boys_Alê dos Santos

Muita gente ficou de cara com o som do Forgotten Boys fazendo o cover do Rolling Stones. O que mais se ouvia era: “Você conhece essa banda?”. Para quem não conhecia, valeu para saber que os caras mandam bem e muitos devem ter ido atrás do trabalho autoral deles. O show contemplou desde músicas super conhecidas, como “Miss You”, que ganhou do vocalista Gustavo Riviera o pedido que as pessoas dançassem, “Sympathy for the Devil” e “Brown Sugar” e outras que quem não conhece mais do que os singles não fazia a menor ideia do que se tratava, como “Citadel". 

Entrosada e com um novo integrante, os Forgotten-Stones conseguiram acertar na mão, tirando o cara que tocava seus "atabaques" e num sei mais o que, acrescentando mais um guitarrista e deixando o tecladista. Para quem não lembra, depois da saída de Chuck Hipolitho do grupo, eles resolveram testar novas ondas e acrescentaram ao trio, Zé Mazzei (baixo), Flávio (bateria) e Gustavo, um percussionista e um tecladista, o último ficou.

Depois de saírem 3 segundos do palco, para fazer o charme de voltar, eles terminaram com “Satisfaction”, como não podia deixar de ser. Aí, veio o convite para a galera subir no palco. (Veja as fotos do show).

Antes dos Forggoten Boys, a banda Cassino Supernova fez um showzáço com vários covers ingleses, rolou The Who, The Clash, Oasis, Supergrass, T.Rex, David Bowie e Beatles.

20 agosto 2011

Resultado da promoção: Ganhe um ingresso para a London Calling


É hoje a London Calling, que vai trazer o grupo Forgotten Boys tocando Rolling Stones (mais informações aqui). E para ir de graça, você tinha que responder: "Quando foi o último show dos Rollings Stones no Brasil?". Ham! E teve gente que não conseguiu acertar. Então, vamos esclarecer. A última apresentação da banda britânica em terras tupiniquins foi em 18 de fevereiro de 2006 pela turnê A Bigger Bang. O showzáço foi de graça e mais de 1 milhão de pessoas se amontaram na praia de Copacabana no Rio de Janeiro para assistir.
E os ganhadores da nossa promoção foram duas meninas, as senhoras Lara Nigro e Priscilla Rodrigues. Os nomes de vocês estarão na entrada do Arena Futebol Club.

17 agosto 2011

Promoção: Ganhe um ingresso para a festa London Calling


Este sábado, dia 20 de agosto, haverá mais uma edição da festa London Calling e para fazer o rock britânico comer solto tem show com a banda Forgotten Boys tocando Rolling Stones! Show que foi elogiadíssima na capital paulistana. A noite ainda será embalada pelo Cassino Supernova e pelos DJs Clarice Garcia, Kameni Kuhn (Eletrodomesticks, Gonzalo Insônia e Telma & Selma. Os ingressos custam R$ 15 (antecipados), R$ (na hora até às 1h30) e R$ 25 (após). 

Mas claro, que você quer ir de graça, né? O My Favorite Way vai te livrar de pagar esse ingresso, estamos sorteando duas entradas (individuais) e para você participar basta mandar um e-mail para contato.favorite@gmail.com e responder a seguinte questão: "Qual foi a última vez que os Rolling Stones estiveram no Brasil?". Uma dica: foi no Rio de Janeiro. Você tem até dia 19 de junho para enviar o seu e-mail. A resposta sai no dia 20. Fique ligado!

16 agosto 2011

Resultado da promoção: Ganhe um catálogo da mostra do Almodóvar


 Começamos agradecendo a todos que participaram do sorteio e de última hora, ontem a noite, conseguimos não um, mas dois catálogos para vocês. Então teremos dois felizardos nesta manhã. Mas, antes, vamos responder a questão: "Qual foi o último filme de Pedro Almodóvar?". Acertou quem disse La Piel que Habito (A Pele que Habito), longa que foi lançado este ano no Festival de Cannes e passou um pouco despercebido pela crítica, já que os filmes de Terrence Malick (com Brad Pitt, A Árvore da vida) e Lars Von Trier (Melancolia) roubaram a cena. 

A nova película de Almodóvar ainda não estreou no Brasil, mas deve chegar aos cinemas em setembro. O personagem principal, interpretado por Antonio Banderas, foi inspirado em um brasileiro, o cirurgião plástico Ivo Pintaguy. Banderas é Richard Lafargue, um médico que quer criar a pele perfeita, depois de perder a esposa carbonizada em um acidente de carro. O filme é inspirado no livro de Thierry Jonquet, Tarantula.

Mas você já está morrendo de curiosidade, né? Então, os ganhadores da promoção são Deb Maciel e Kelton Gomes. Nós entramos em contato com vocês via e-mail Lígia Schreiber e Deb Maciel, que respodenram em tempo e certinho.

Trailer - "A Pele que habito"

15 agosto 2011

Karina Buhr e Todos os Sons

Karina Buhr_Ragnar Paz
A pernambucana Karina Buhr foi a atração principal do projeto Todos os Sons do último domingo, dia 14 de agosto e não decepcionou. Com um macacão de lantejolas douradas e uma botinha vermelha, ela simplesmente deixou todo mundo de cara com a animação. A moça dançou, pulou, subiu nas estruturas do palco e ainda foi para a galera!

O disco da moça, Eu menti para você, foi quem deu as cartas no show. Então rolou "Ciranda de Incentivo", meio funk, "Soldat", que é mais pesada, "Plástico Bolha", que é meio reggae e frevo (acredite!)... Deu para perceber que a Karina não gosta de ficar parada, né?

A lembrança e comparação não poderia ser diferente, Buhr fez lembrar a tal Beyoncé do Pará, mas ganhou em musicalidade. A noite terminou muito bem, pena que foi cedo.

Heineken lança promoção para Rock in Rio


Esta é a primeira vez que falamos do Rock in Rio por aqui. Tudo porque realmente, o line up não foi tão animador assim. O melhor dia é sem dúvida o extra, que será na quinta-feira, dia 29 de setembro, que tem Jamiroquai, Janelle Monáe, Stevie Wonder e Dado Villa-Lobos, Bonfá tocando juntos, essas são atrações do Palco Principal. 

Outro dia concorrido foi o do Coldplay, 1º de outubro, que vale mais a pena pelas atrações nacionais. Vai rolar simplesmente Cidadão Instigado com Júpiter Maçã, Jorge Drexler com Tiê, Zeca Baleiro e um convidado que será ainda selecionado e ainda rola Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos, no que promete ser um showzáço. Diga-se de passagem a programação nacional é muito melhor do que a internacional. talvez só no dia do "metal" é que elas se complementam. 

A Heineken, portanto, resolveu te ajudar. Para isso criou uma promoção e para participar, você tem que encontrar um código que está nas latas, long necks e garrafas de 600ml. Daí, você entra no site da cerveja ou manda um SMS para o número  49202e. Serão sorteados ainda 5 ingressos para a área VIP, mais três guitarras autografadas e ainda pode ter a chance de conhecer o ingleses do Coldplay. 

Ouça novo do Stephen Malkus


O vocalista do Pavement tem um projeto solo chamado Stephen Malkmus and the Jicks numa onda bem indie, misturado com lombras psicodélicas de ficar solando e solando... E ele se juntou a NPR (aquela mesma que coloca os discos em primeira mão na internet) e lançaram, antes mesmo de sair no mercado, o novo álbum de Malkmus, Mirror Traffic. Para ouvir o link é este daqui

13 agosto 2011

Promoção: Ganhe um catálogo da mostra do Almodóvar

Essa é a sua oportunidade de ganhar o catálogo lindo da mostra El Deseo - O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar, que está em cartaz no CCBB até este domingo, dia 14 de junho. Para isso, basta você mandar um e-mail para contato.favorite e responder a segunite pergunta: "Qual o nome do último filme de Pedro Almodóvar?". A promoção vale até o dia 15 (sim, deixaremos vocês curiosos!). A resposta sai na terça-feira, dia 16.

O catálogo além de ter tudo dobre os filmes do cineasta espanhol, ainda tem ensaios de Caetano Veloso, do jornalista Ricardo Daehn e muito mais. Digo para vocês que está realmente demais. Vai perder essa oportunidade?

Videoclipe - Beastie Boys

Djamal Phú acaba de sair do Cult 22 e dar a dica do novo videoclipe do grupo norte-americano Beastie Boys, que é simplesmente sensacional! O video tem direção de ninguém mais ninguém menos do que o Spike Jonze, sim o cineasta de de "Eu quero ser John Malocvick" e dono de uma série de videoclipes legais de bandas como Sonic Youth, Arcade Fire, Weezer e muitas outras bandas. Por isso, ele é quase um curta metragem de 11min! Assitam, vale a pena.


Beastie Boys - "Don't Play No Game That I Can't Win"

12 agosto 2011

Cobertura Porão do Rock - 2º dia

No segundo dia de Porão do Rock, o Brollies and Apples claro, chamou a atenção de todos. O mini-vestido de Carol Teixeira deixou os homens maluquinhos. Pena que o show foi tão cedo para o sábado, às 20h50. O pessoal resolveu chegar mais tarde e a arena do rock só foi encher mesmo lá pelo show do Wander Wildner e do Jon Spencer. Dêem uma sacada na nossa cobertura, que contou com os textos de Felipe Nunes, Tom Young e Júlio Guilherme Franco.

Brollies & Apples
Brollies & Apples, grupo formado por Bianca Jordão (Leela), Carol Teixeira (colunista da revista TRIP), Rodrigo Brandão (Leela e marido de Bianca) mais Chernobyl (produtor do Bonde do Rolê) transformou a arena do Porão do Rock em uma pista de dança. Música eletrônica, rock e até uma pitada de grunge fizeram parte do repertório da banda paulista formado por gaúchos (Carol e Chernobyl) e cariocas (Bianca e Rodrigo). A banda se mostrou satisfeita em tocar em Brasília pela primeira vez com uma presença de palco incrível. Os vocais são distribuídos entre as duas mulheres e há um momento em que Bianca ainda comanda a bateria. Com direito a um cover de “Unbelievable” da banda EMF, o quinteto empolgou. Empolgou tanto que Carol Teixeira sentiu-se à vontade para declarar, “estou perdendo a virgindade de Brasília, então sejam legais”. Teve cover do Sonic Youth e The Runways. Na coletiva de imprensa super animados com o show, o Brollies deu duas notícias em primeira mão. Este ano, a música "So What" será a trilha sonora da nova programação do canal HBO na América Latina. Chernobyl ainda informou a banda gaúcha Ultramen volta com ele na guitarra muito em breve. (Felipe Nunes)

Camarones Orquestra Guitarrística
Direto do Rio Grande do Norte, o grupo instrumental Camarones Orquestra Guitarristica, veio pra surpreender a todos que ainda não conheciam o som deles. Grande destaque do Bananada de 2010, os meninos e as meninas da banda não se intimidaram com o imponente palco, resultado da extensa agenda da banda. Sem limitar em momento algum seu som, o grupo percorre diversas vertentes do rock sem ficar preso a estruturas da musica sem vocal, assim como a banda gaúcha, igualmente instrumental, Pata de Elefante. Ou seja, não tem vocalista, mas poderia ter. Qualquer canção do grupo potiguar tem estrutura básica de canções pop rock, mas ninguém sente falta de uma figura central. Até por que a baixista Ana Morena (colocada estrategicamente entre as duas guitarras) cumpre esse papel com prazer e louvor, suando o decote durante toda a apresentação. (Tom Young)

The Dead Rocks
The Dead Rocks_Andressa Anholete
Só faltou a praia para que o show do trio do interior paulista The Dead Rocks se transformasse em um grande lual. Todos com ternos vermelhos e óculos escuros, Johnny Crash na guitarra, Paul Punk, o baixista que está comemorando hoje seu aniversário de 31 anos e Marky Wildstone na bateria colocaram Brasília para dançar com muito surf music. Dancinhas e muitos passos de dança à la anos 70 tomaram conta do Palco Chilli Beans. Com 11 músicas, o rock instrumental da banda não sente em momento algum a falta de uma voz. A banda é altamente performática, ágil, veloz e toca com uma harmonia contagiante. Entre as versões do show rolou "As Rosas não Falam", de Cartola. O trio fechou sua apresentação com a música intitulada ‘a música da galinha’ com Johnny fazendo ali, ao vivo, sua guitarra cacarejar como a ave. (Felipe Nunes)

Wander Wildner
Wander_Alessandro Dantas
O ex-Replicantes, o gaúcho Wander Wildner veio novamente a Brasilia e mais uma vez fez a alegria de todos que acompanham sua trajetória, justificando a espera por um dos shows mais aguardados do festival. Clássicos como Lonely Boy, Empregada, Bebendo Vinho, Maverikão, Amigo Punk e a já tradicional cover de Um Lugar do Caralho, da referência psicodélica gaúcha, Júpiter Maçã. Destaque absoluto para a estimulante baterista Pitty Ferraz, incansável do primeiro ao ultimo golpe de suas baquetas flamejantes, sempre com o charme em alta. Isso sem falar na baixista Geórgia Branco, da mítica banda punk paulista As Mercenárias, sempre competente. Detalhe. Como não poderia deixar de ser, após sair do palco e ser ovacionado pelo público sedento por mais, o gaúcho quebrou as regras de um festival alternativo e voltou pra tocar mais uma. Obrigado Wander, volte sempre. (Tom Young)

Lucy and the Popsonics
Lucy_Gerdan Wesley
Música eletrônica no Porão do Rock? Só se for o eletrorock do trio Lucy & The Popsonics que, como a penúltima atração do palco Chilli Beans, subiu no palco mais de 20 minutos adiantada (prevista para a 0h10). Os fãs de carteirinha da banda lotaram a frente do palco para, a partir da primeira música, “Eu Quero Ser Seu Tamagoshi”, formarem um grande coro com a vocalista Fernanda Popsonic. Durante o show, ela jogou uma camiseta e um CD, que acertou em cheio um bombeiro que passava no momento. Já no final, os gritos e palmas conseguiram multiplicar o número de músicas: eram previstas oito, mas tocaram o bis “Eu Vou Casar com um Cosmonauta”, que encerrou a apresentação com grande animação. Porém, era visível a cara de frustração dos fãs que queriam muito mais. Com inspiração no punk, Lucy & The Popsonics é uma banda pioneira do eletrorock em Brasília. Antes uma dupla, os brasilienses Fernanda (voz e guitarra) e Pil Popsonic (baixo) sentiram a necessidade de colocar algo mais em sua música. Chamaram o baterista Beto Cavani para deixar o som mais marcante, deixando de lado a quase exclusiva batida eletrônica. Em 2007, obtiveram grande reconhecimento com o CD A Farsa de Dois Eletropandas, chegando a tocar em diversos lugares do país e do exterior. No ano passado, lançaram o mais recente disco autoral, o Fred Astaire, produzido por John Ulhôa (Pato Fu).(Júlio Guilherme Franco)

Defalla
Defalla_Andressa Anholete
Após 20 anos sem tocarem juntos, Edu K, Castor Daudt, Flávio Santos e Biba Meira, voltaram aos palcos com a polêmica e escrachada banda DeFalla para a última apresentação do festival no Palco Chilli Beans. Edu K durante todo o show fez piadas, relacionadas principalmente a sua sexualidade. Além das piadas, Edu mostrou disposição ao cantar “Não me mande flores” pendurado na estrutura ao lado do palco. Com um show eletrizante, a banda gaúcha emendou um set list com 12 músicas, que passaram por “I Have to Sing a Song” e “Sobre Amanhã” e empolgaram o público, preferencialmente os mais velhos, que entoavam as vozes durante os refrões. Com direito a bebida de água na mamadeira e inúmeros solos de guitarra do vocalista indecente, o DeFalla mostrou que não deveria ter passado tanto tempo assim longe dos palcos. (Felipe Nunes)

Bilis Negra
Considerada (por mim) a melhor banda surgida na capital federal (tá certo, a concorrência tem sido pequena) desde o inesperável fim do Prot(o), saudosa banda de Carlos Pinduca, o agora quarteto Bílis Negra fez um show muito bom. Fomentando a cena local com o excelente e heróico projeto Somzera, semanalmente no Balaio Café, os irmãos Breno Brites (guitarra, vocal e composições) e Bruno Prieto (baixo e vocal) desfilaram seus hits em pouco mais de 40 minutos de show, abrindo e mantendo animados todos os presentes que já aguardavam ansiosamente pela principal atração da noite. Foi o primeiro show que vi com a nova formação e, mesmo discordando da inclusão de um novo guitarrista, admito que a performance ganhou em arranjos mais elaborados, porém perdeu no gás naturalmente urgente de um trio. Fica a dica. (Tom Young)

Jon Spencer Blues Explosion
Jon Spencer_Clausem Bonifácio
Luzes de palco apagadas e telão desligado. Em meio a penumbra exigida pela própria banda, os americanos do Jon Spencer Blues Explosion fizeram um show venenoso, intenso e repleto de más intenções. Uma porrada movida a duas guitarras e uma bateria seca que garantiram ao power trio a medalha de ouro do rock and roll na edição 2011 do festival Porão do Rock. Em clima de jam session, movido a muito swing, fúria e mensagens subliminares, o que mais me impressionou na intensa performance do trio foram os timbres de guitarra. Judah Bahuer (guitarrista que também acompanha a deusa Cat Power), rasgava os agudos de sua telecaster com ajuda de um Vox e um Fender Twin Reverb de dar inveja. Já Jon Spencer utilizando apenas as cordas de cima de sua guitarra fazia os graves soarem ainda mais graves e soturnos. Um único porém. Foi curto. Queria mais. (Tom Young)

11 agosto 2011

Sábado, dia de Almodóvar e reciclar o guarda-roupa


Este é o último fim de semana para aproveitar a mostra El Deseo - O apaixonante cinema de Pedro Almódovar e para celebrar o fim, tem festa no Balaio Café (201 norte). Para entrar é só pagar R$ 5, mas se você quiser, pode ir fantasiado, inspirado, claro, em algum personagem do cineasta espanhol e entrar de graça! (Saiba mais na Agenda

Vai dizer que você não tem nenhuma roupa escarlate? Então, corra mais cedo para o 5º encontro de brechós de Brasília. Lá dá para encontrar roupas boas e baratas para todos os gostos e bolsos. Além de acessórios, ainda tem boa música e uma cervejinha esperta. 

Boas dicas para o sábado, não? Ficar em casa é o que não pode. 

Pato Fu e jazz de graça no Parque da Cidade


Nós já falamos por aqui, o quanto o show do Pato Fu é legal. Sim, o novo show em que eles apresentam o disco Música de Brinquedo, que foi lançado no ano passado. Ele é quase que uma coletânea de músicas que o grupo gosta em versões bem "engraçadinha", ou seja, a cara do Pato Fu. 
Eles estarão em Brasília este domingo, dia 14 de agosto, às 17h, lá na Praça das Fontes, no Parque da Cidade (fica no estacionamento 9). A apresentação também terá a participação do Grupo Giramundo. Mais cedo tem teatro pra criançada. 

Este fim de semana também tem jazz de graça em Brasília e lá no Parque da Cidade, no festival I Love Jazz! Dá uma olhadinha lá no site e escolhe qual dia e horário você quer tomar um vinhozinho ao som de boa música, aqui está o site.

Cobertura Porão do Rock - 1º dia

Foi na semana retrasada, o maior festival de música independente de Brasília, mas só agora tivemos tempo de colocar tudo por aqui. Então, lá vai a primeira parte da nossa cobertura que contou com a colaboração de Lúria Rezende, Felipe Nunes, Tom Young e Laís Marinho. Divirtam-se!

Garotas Suecas_Andressa Anholete
Garotas Suecas
"Nós somos os Garotas Suecas", assim repetiu inúmeras vezes o vocalista Guilherme Saldanha que, pela primeira vez, tocou no palco do Porão do Rock e em Brasília. Composta também por Tomaz Paoliello (guitarra), Irina Bertolucci (teclados), Fernando Freire (Fernando), Antonio Paoliello (bateria) e Sergio Sayeg (guitarra), a banda paulista, formada em 2005, teve um repertório harmonioso e bem dançante, que soube aproveitar bem instrumentos como gaita e teclado. No decorrer do show, com muita luz e fumaça, o público agitou ao som de "Codinome Dinamite", que contou também com um solo vibrante de bateria. Quem via a banda pela primeira vez, soltava frases como: "Essa banda é incrível!".Ao serem questionados sobre a primeira vez em solo brasiliense, o Garotas Suecas afirmou estar bastante honrado, já que a capital federal tem uma vibe e atmosfera que inspiram rock. A banda Garotas Suecas ficou conhecida por ter vencido o prêmio Aposta MTV em 2008. Sua trajetória conta com dois Eps: Difícil de Domar e Dinossauros e o CD Escaldante Banda. (Laís Marinho)

Copacabana Club
Copacabana Club_Alessandro Dantas
Explosivo, sensual, colorido, e por que não, boêmio, assim foi a primeira apresentação da banda curitibana Copacabana Club em Brasília no Festival Porão do Rock. A banda combina visual com talento, e isso resulta em um show bonito e cativante, daqueles que chamam a atenção. Com um repertório composto completamente de músicas do primeiro disco, Tropical Splash, lançado há pouco mais de um mês, os Copas empolgaram o público que respondeu com muita animação, ao som altamente dançante do quinteto. Com muitos sintetizadores, o som da banda auxiliado por um som limpo, fez com que os cinquenta minutos de apresentação passassem rapidamente em apenas seis músicas. O famoso single "Just do It' do primeiro EP, Kight of the Nigth, e lançado com novos acordes no disco foi deixado por último e recebido calorosamente pelo público. A banda deixou o palco sob os pedidos de "Mais uma!", mas o guitarrista Alec Ventura emendou "Galera, é festival, se fosse por nossa conta, tocaríamos a noite toda". (Felipe Nunes)


Vespas Mandarinas
A banda do atual vj da MTV, Chuck Hipólito, Vespas Mandarinas é boa. E só. E o pior, durante todo o show lembrei constantemente de sua antiga banda, o empolgante e saudoso Forgotten Boys. A nova proposta é interessante. Fazer rock n roll com letras em português e ser assumidamente pop, sempre emulando bandas dos anos 80, período áureo do estilo no Brasil. Nenhuma musica é ruim. Mas, por outro lado, todas são esquecíveis.  Fui ao festival cheio de vontade de comprar ao menos algum dos dois únicos eps (Da doo Ron Ron e Sasha Grey) já lançados pelo quarteto. Desisti. (Tom Young)

Hamilton de Holanda_Clausem Bonifácio
Hamilton de Holanda
Singular e criativo. Esses são os dois adjetivos que melhor definem o bandolinista Hamilton de Holanda. Expectativa à parte, os aplausos da plateia foram o termômetro para definir o sucesso do instrumentista dentro da programação do Festival Porão do Rock 2011.Com jeito tímido e dedos expressivos, Hamilton de Holanda, junto à banda brasiliense Galinha Preta deu show de estilo e musicalidade. Nem um pequeno problema com o som no início da apresentação atrapalhou o desenvolvimento do espetáculo. Em meio aos “bate-cabeças” do rock, o músico deixou o público de boca aberta ao desfilar um repertório refinado ao seu estilo. Entre as canções estiveram “Ajaccio” (na abertura), “Something” (Beatles), “Caos e harmonia” (composição em homenagem aos 50 anos de Brasília), entre outras. Cria da cidade, o bandolinista começou a tocar aos cinco anos de idade e hoje é considerado o re-invetor do instrumento. No palco, ele agradeceu a oportunidade de poder participar do evento. “Eu cresci aqui do lado, no Clube do Choro e pra mim é uma honra tocar para vocês”, disse. Elemento essencial do espetáculo, o gaitista Gabriel Grossi fez peculiar sua participação arrasadora em sintonia perfeita com os outros integrantes da banda. Denominado pela mídia americana como Jimmy Hendrix do bandolim, Hamilton fez jus à alcunha do grande astro. Mesmo tendo sido forjado no berço do choro, o instrumentista mostrou no show desta noite seu lado rock n’roll, principalmente, quando o vocalista do Galinha Preta, Frango Kaos, fez uma breve aparição, assumiu o microfone e encerrou com a música O mundo não acabou em grande estilo. Depois de uma hora de show, Hamilton de Holanda e a banda Galinha Preta saíram do palco sob pedidos de “fica” e ovacionados pelo público.(Lúria Rezende)

Cidadão Instigado
Cidadão Instigado_Andressa Anholete
O quinteto cearense paulistano intitulado Cidadão Instigado não se deixou abalar pelos 25 minutos de atraso dados por conta de problemas no som. O grupo liderado pelo guitarrista Fernando Catatau, iniciou o show com o psicodelismo em alta, característica latente nos dois primeiros discos do grupo.
Embalado por guitarras, pelo baixo marcante de Rian Batista e pelos sintetizadores agudos coordenados por Dustan Gallas, o rock oitentista com pitadas de música brasileira e com espaço para música eletrônica, a banda levantou o público que prestigiava o palco Chilli Beans. Com poucas palavras, a galera entendeu ao recado e celebrou quando Catatau declarou que o "show estava sendo um rock’n’roll do bom". Com a pesada e intensa “Calma” o Cidadão Instigado marcou sua passagem pelo Porão do Rock com um show correto, harmonioso e roqueiro, como manda o figurino. (Felipe Nunes)

The Tormentos_Andressa Anholete
The Tormentos
Formada no final de 2001, a decana e respeitada banda portenha de surf music não decepcionou os amantes do estilo. Figurino, danças ensaiadas, muita pose e fidelidade a musica instrumental cheia de maresia. Reloucado na programação devido a um atraso no vôo para Brasilia, os argentinos fizeram o que sabem fazer de melhor e mostraram ainda que tem muita lenha pra gastar e quadris a balançar. Que venham sempre bandas latinas. Para o festival é sempre uma solução barata e com retorno musical garantido. (Tom Young)

DTs
Tudo o que vou descrever abaixo é pessoal, não tem a mínima intenção de ser imparcial ou algo que o valha. Dts foi o melhor show do primeiro dia. Quem viu, quem optou por sair do show tecnicamente competente do Cidadão Instigado pra conferir o impressionante shows dos americanos dificilmente se arrependeu. Nunca o clichê foi tão saudado, comemorado e, por que não, brindado como aconteceu ali diante do palco UniCeub. Só fico tentando imaginar o estrago que eles fizeram no Metrópolis no dia anterior, na versão goiana do festival. Se no palco enorme do Porão do Rock eles pareceram estar completamente a vontade,  no modesto “palco” da acanhada casa de shows de Goiânia eles viraram heróis imortais, certamente. Um brinde ao rock n roll berrado, de guitarras altas e sem frescuras!!!

Helmet_Andressa Anholete
Helmet
Page Hamilton não estava de brincadeira quando anunciou o retorno do Helmet, famosa banda dos anos 90 que segundo a crítica, faz um heavy metal pensante. O Helmet fez um show ensurdecedor e encerrou as atividades do palco Chilli Beans no primeiro dia de festival. O grupo mostrou um peso que não é fácil de se ver hoje em dia. Apenas com Hamilton como componente da formação original, o quarteto formado por Kyle Stevenson na bateria, Dan Beeman na guitarra e o ‘enfurecido’ Dave Case no baixo mostrou músicas novas e antigas e Page cantou e tocou com vigor marcante em seus riffs compassados e harmoniosos. O vocalista conversou bastante entre uma música e outra e ainda arriscou um português agradecendo em um ‘obrigado’ americanizado. Várias palhetas jogadas ao público e um bis que teve direito a duas músicas. Foi assim que o Helmet passou pelo Brasil e por Brasília, mostrando que peso não se faz apenas com longos cabelos e roupas pretas. (Felipe Nunes)

03 agosto 2011

Nova música e disco novo de Kassin



O Kassin (do grupo +2, Orquestra Imperial e produtor requisitado) acaba de colocar na internet o (esperadíssimo) Sonhando Devagar, disco solo que tem a ótima "Calça de Ginástica", apresentada em Brasília, dentro do projeto Live P.A, quando se apresentou junto com Claudio Zoli. O disco está disponível para audição no site da Coqueiro Verde, a gravadora de Kassin e para ver fotos, capa e todo mais, arranje um óculos em 3D. Você vai gostar!

O disco tem uma onmda meio nonsense. Eu me divirto um monte. A música abaixo, "Fora de Área", é o single, que foi lançado agorinha mesmo lá na Urbe.


Vanguart lança três singles


O grupo cuiabano Vanguart (que agora mora em São Paulo) está preparando o seu novo disco e acaba de lançar na internet três músicas que estarão em Boa Parte de Mim Vai Embora. São elas "Se Tiver Que Ser na Bala, Vai”, “Depressa” e “O que a Gente Podia Ser”. Para escutar tudo, você tem que curtir a Fanpage dos caras.

Viddeoclipe - Garotas Suecas

O Garotas Suecas fez um show bem bacana aqui em Brasília (logo mais teremos a cobertura do Porão deste ano) e esta semana lançaram o videoclipe da música "Banho e Bucha", com ninguém mais, ninguém menos do que Jacaré. Sim, aquele do É o Tchan! e que depois foi pagar mico no Programa do Didi. Dá uma sacada:


Garotas Suecas - "Banho de Bucha"