06 junho 2011

Marcelo Camelo em Brasília (eu já tinha avisado!)



Os Los Hermanos deram uma pausa nas atividades em 2007 e cada integrante partiu para um caminho próprio. Marcelo Camelo (guitarrista e vocal) gravou dois discos, Sou (2008) e “Toque Dela”, lançado este ano. É para lançaro último, que ele se apresenta na Caixa Cultural, nesta quarta e quinta, dia 8 e 9 de junho, às 20h.

Os álbuns de Camelo são retratos de sua vida e, se formos analisar as canções, é fácil entender quando escutamos logo a primeira música do disco, “A Noite”, quando ele diz: “Triste é viver só de solidão, pena de quem nunca esteve aqui, para ver, fazer dormir, a noite”.

Faz dois anos que Camelo deixou o Rio de Janeiro e se mudou para São Paulo, tudo para ficar perto da amada Mallu Magalhães. O disco é cheio de canções apaixonadas, que embora não tenha uma declaração de amor aberta à cantora, é cheio de alusões ao romance que vivem. “Ah, preta, pretinha! Mania minha de viver, onde você for! Todo o meu gosto, disposto até o fim eu vou, onde você for. Lá, é onde eu quero estar, para gente se perder, amor”, canta o carioca em “Preta Pretinha”. Mais claro do isso? Não deve existir.

O lançamento de “Toque Dela foi esperado pelos fãs avidamente e a primeira canção que ele lançou foi “Ô ô”, em março. E suspiros já eram ouvidos por todo o Brasil. A melodia carinhosa (melosa) encantou os corações dos fãs. E ele não decepcionou. O álbum tem uma unidade ímpar e foi bem trabalhado.

No show, ele conta com a banda que o tem acompanhado desde o começo da carreira solo, o Hurtmold, formada por Fernando Cappi (guitarra), Guilherme Granado (teclado e vibrafone), Marcos Gerez (baixo), Mário Cappi (guitarra), Maurício Takara (bateria), Rogério Martins (percussão), Valtecir Freitas (trompete), Jaziel Gomes (trombone baixo) e Marco de Santis (trombone), que também ajudou na gravação do disco. Além deles, participaram do álbum o cornet de Rob Mazurek, Marcelo Jeneci (piano e acordeon), Kassin (guitarra e banjo), Thomas Rohrer (rabeca) e Mallu Magalhães (em um discreto coro). Vale lembrar que a capa do disco é do artista plástico Biel Carpenter.

Os ingressos para o show estão esgotados na bilheteria da Caixa e custavam apenas R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Um comentário:

Roneba disse...

Pô, dei mole, queria ir...