22 março 2011

O Discurso do Rei - Crítica


O Discurso do Rei é um daqueles filmes que realmente foram feitos para ganhar prêmios na Academia. Por isso, tantas premiações no Oscar. Não há críticas, nem “grades” problemas a serem resolvidos. Nada escabroso pelo menos.

Colin Firth interpreta Albert, um dos membros da família real, em 1933 que tem problemas de dicção. Ele é gago e falar em público é (claro) uma de suas maiores dificuldades. Depois de tentar todo o tipo de tratamento, o príncipe desiste de procurar uma cura e quem entra em ação é sua mulher, Elizabeth (Helena Boham). Ela acaba por encontrar um homem muito gabaritado e muito bem indicado, mas que tem uma forma bem diferente de trabalhar, o terapeuta da fala Lionel Longue (GeoffreyRush).

O pano de fundo é o momento em que a Inglaterra está com o trono meio enfraquecido. O rei George V está mais perto da morte do que nunca, o irmão de Albert, David (Guy Pearce) não é o mais indicado para ocupar o trono, Albert morre de medo de tomar a frente e o país está muito próximo de uma guerra.

Mais do que um filme sobre a gagueira de um príncipe, o filme é de superação e de uma amizade que durou até o final das vidas dos dois personagens centrais (Longue e Albert). Com doses curtas e sagazes de humor ele prende, mas perde um pouco por ser longo. A direção é de Tom Hooper (Sombras do Passado). 

Trailer de "O Discurso do Rei"

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