31 janeiro 2011

Fleet Foxes lança música nova

Ao contrário do Sonic Youth, o Fleet Foxes acaba de lançar uma música nova e deixou bonitinha para download gratuito em seu site oficial. Claro que nós demos uma ajudinha a sua preguiça e colocamos o link aqui. Dica do @Suami

André Abujamra na Caixa Cultural

André Abujamra_Alê dos Santos
Nós não falamos que ia rolar um show do André Abujamra na Caixa, mas não deixamos de ir conferir o show desse hilariante personagem.

Ele pediu para que ninguém contasse, mas o show que ele apresentou ontem, dia 29 de janeiro, no teatro da Caixa teve “bis” sim. André reapresentou as três primeiras canções do show e do disco “Mafaro”: “Origem”, “Imaginação” e “Lexontan”, a última com participação do Zeca Baleiro e ainda emendou com suas músicas do Karnak, “Juvenal” e “A alma não tem”. Onde fez questão de afirmar: “Essa música não é do Zeca Baleiro, nem do Chico César. É minha c*r*lh*!”.

Só no primeiro parágrafo dessa resenha, nota-se o espirito brincalhão de Abujamra. Durante o show, ele explica que “Mafaro” é um novo conceito de show. É uma mistura do ao vivo com o gravado, ou do filme realizado pelo cantor, multinstrumentista, ator e produtor, chamado de “showfilme”. 

André Abujamra e Zeca Baleiro_Alê dos Santos
Portanto, todas as participações de especiais de seu álbum: Zeca baleiro, Luiz caldas, Evandro Mesquita e outros aparecem no telão para cantar com André. O vídeo também traz atores, atrizes, animações, colagens de outros vídeos e mais a gravação dos instrumentos que não estão no palco. Ao vivo, André Abujamra é acompanhado por Du Moreira no Baixo e Marcelo Effori na bateria.

Quando se escuta o novo álbum de Abujamra, você não consegue imaginar outra coisa senão um lugar para que as pessoas possam dançar sem parar. Porém, vendo o show acabamos achando a opção de teatro muito melhor, por sua proposta inovadora e, por assim dizer, high tech. Como seria, por exemplo, a entrada de Zeca Baleiro em miniatura no palco, se e o show fosse em um Arena lotado?
Mais fotos no nosso Flickr.

28 janeiro 2011

Sonic Youth lança trilha sonora de filme na internet


O Sonic Youth lançou esta terça, dia 25, em seu site oficial da trilha sonora do filme Simon Werner A Disparu, totalmente de responsabilidade da banda. Dá para comprar em três versões: MP3 (que sai a US$ 9,90), LP (US$ 13) e CD (US$ 12). Isso mesmo comprar! Bem que eles podiam ter colocado para dawnload gratuito, né?

O disco intitulado de SYR 9: Simon Werner a Disparu tem 13 faixas que também são vendidas separadamente. 

Pílulas News

O Brasil está cheio de shows internacionais em 2011. Além dos vários já confirmados, esta semana Blind Guardian, Elvis Costello, Donavon Frankenreiter e a trupe Fatboy Slim, Ziggy Marley, Train e Chimarruts estão confirmados em terras tupiniquins.

O Blind Guardian toca em Porto Alegre, Maranhão, São Paulo e Curitiba em setembro. Elvis Costello estará em São Paulo e Rio de Janeiro nos dias 5 e 6 de abril, respectivamente, a pré-venda exclusiva para os clientes Credicard, Citibank e Diners começa dia 31 de janeiro.

Donavon Frankenreiter

O californiano Donavon Frankenreiter toca no festival Alma Surf, que se realiza na próxima quinta, dia 3 de fevereiro, no Estúdio Emme, em São Paulo. Os ingressos custam R$ 120.

Já Fatboy Slim, Ziggy Marley, Train e Chimarruts tocam Pop Music Festival, o mesmo que trará a Shakira e que roda o Brasil e América Latina. Os shows também passarão por Brasília, no dia 17 de março. Os ingressos aqui ainda não estão à venda, mas é bem ficar de olho no site www.livepass.com.br, responsável pela venda dos mesmos em São Paulo e Porto Alegre. Isso, claro, se você quiser ir mesmo a esse festival.

O Rock in Rio não para de confirmar atrações e esta semana acrescentou mais nomes ao seu line-up: Katy Perry, Rihanna e Elton John. Pop na veia!

E o Boy George que viria ao Brasil no dia 27 de fevereiro teve sua apresentação cancelada. De acordo com a assessoria de imprensa do HSBC Brasil, local que seria realizado o show, o cancelamento de uma apresentação de Boy na Argentina, acabou por cancelar sua vinda ao Brasil. Se você adquiriu algum ingresso, entre no site da Ingresso Rápido e saiba como reaver seu dinheiro.

 O Kiss não virá ao Brasil, até porque estão gravando o seu vigésimo álbum de estúdio. Pelo menos foi o que disse o guitarrista da banda Tommy Thayer. O lançamento deve chegar às lojas ainda este ano.

 Essa semana terminamos com uma nota triste. Morreu nesta quarta, dia 26 de janeiro, a cofundadora do grupo Marvelettes, Gladys Horton.

A causa da morte não foi divulgada, porém Gladys estava desde o ano passado internada em um asilo se recuperando de um derrame e de uma pneumonia.

Em homenagem, a Gladys Horton segue o vídeo de “Please, Mr. Postman”, música de maior sucesso das Marvelettes, em 1961, que ocupou o primeiro lugar nas paradas da Billboard.

The Marvelettes - "Please, Mr. Postman"

27 janeiro 2011

Sai da Rede - Tulipa Ruiz


No penúltimo show do projeto Sai da Rede do Centro Cultural do Banco do Brasil no último dia 22, a estrela era Tulipa Ruiz, promessa da nova música brasileira e nome constante nas listas de fim de ano em 2010. A noite era a estreia de Tulipa em Brasília e teve direito a sessão extra (única do projeto) e que ocupou os 324 lugares do teatro.

Acanhada, Tulipa começou sua apresentação com seu hit "Efêmera", nome que também dá título ao primeiro disco da cantora. Após a segunda música, Tulipa se apresentou e daí em diante, foi um show de talento e simpatia. A apresentação contou com músicas do debut, com direito a coro da plateia no refrão de "Só sei dançar com você" e uma versão hiper moderna de "Da Maior Importância" de Caetano Veloso, sob o pretexto de que ela, Tulipa e os músicos que a acompanham seriam prisioneiros dessa canção.

Durante o show, a cantora com nome de flor se soltou e interagiu muito com o público, tendo até um coadjuvante da plateia chamado Wanderley que teve a honra de apresentar o guitar – hero, segundo Tulipa, Luiz Chagas. Chuvinha de confetes, trazidos pela própria cantora fizeram parte do espetáculo que contou com uma banda afiada, alternando momentos suaves e pesados quando se fazia necessário.

Com isso, posso deixar registrado aqui meus agradecimentos ao CCBB e aos artistas que tivemos a chance de conferir por um projeto inovador e de altíssima qualidade que com certeza, agradou que passou.

Obs: O projeto e o próprio CCBB não permitem fotos dos espetáculos, por isso roubamos uma foto do site Sai da Rede. Pena que as fotos são de péssima qualidade. 

26 janeiro 2011

Pato Fu no Ibirapuera


São Paulo está completando seus 457 anos de idade e quem ganha o presente é você! Parece até um clichêzão, mas em se tratando de São Paulo isso é bem verdade. Tanto, que entre as apresentações de graça que rolaram no Parque do Ibirapuera estava o Pato Fu e sua música de brinquedo.

O show do nono disco do grupo deveria ter passado por Brasília em dezembro, mas sabe-se lá porque foi cancelado de última hora. Talvez o choque com de Tom Zé no FITO tenha feito a produção desistir do Pato Fu. Faz sentido, pelo menos.

Em São Paulo, o show foi ao ar livre e deixado de muito sol. Por isso, logo no começo do show, uma Fernanda Takai meiga e preocupada falou: “Quem não passou protetor solar aí? E quem passou? Então, gente, quem tem protetor solar, empresta para quem não passou”. Realmente assistir ao show sem protetor solar era um problema, até mesmo com ele eu fiquei com marcas de sol.

Outra presença marcante foi das crianças, que estavam alegres e contentes com o show cheio de parafernálias e mais os bonecos Groco e Ziglo fazendo todo o tipo de brincadeira e cantando junto com o grupo.

Entre brincadeiras e músicas, o Pato Fu levou de maneira leve e doce esse novo show, orquestrados por Fernanda Takai e sua voz doce e John Ulhôa e suas invenções. Mas se podemos confirmar alguma coisa, essa coisa é que quem manda na relação mesmo é a Takai. Antes da apresentação de uma das músicas, ela pediu que alguém gravasse a música seguinte para que o Paul Mccartney pudesse ver a versão deles para “Live and Let Die”. John atrapalha dizendo: “Acho melhor você pedir para o Erasmo e o Roberto, porque não é essa música”. Ela, muito educada pergunta se eles podem trocar, John diz sem jeito que é melhor não e Fernanda bate o martelo: “Não, mas a gente vai trocar sim”.

A versão é ótima, colorida e impactante como a de Paul ao vivo, mas claro que em menores proporções. O show é divertido e ainda ganha versões de músicas do próprio Pato Fu, como a conhecida “Eu” (que na verdade é do Graforréia Xilarmônica).

20 janeiro 2011

Sai da Rede - Lulina


Lulina parecia meio tímida antes de subir ao palco do Centro Cultural Banco do Brasil, no último sábado, dia 15 de janeiro, pelo projeto Sai da Rede. A pernambucana apareceu com um vestido curto dourado com o fundo preto, uma sapatilha e com pouquíssima maquiagem.

A moça só foi se soltar mesmo na metade para o final do show, quando ninguém queria mais que ele acabasse. O teatro I estava cheio e muita gente chegou em cima da hora para ver a apresentação do primeiro disco de Lulina, o “Cristalina”.

Pouca gente conhecia a cantora, em um público que ia desde jovens até pessoas com seus 50, 60 e até 80 anos! Mas se maravilharam com a irreverência musical e alegria contagiante da banda, que soltava piadinhas entre si.

Uma das partes divertidas do show foi protagonizada por Lulila. Ela explicou que no site da “Lulilândia” (site oficial da cantora) há um cartão que você imprime e a cada show que você vai, ela carimba. “A cada 13 shows, Você ganha um brinde. Um camiseta ou um CD. E a cada 113 shows, você ganha uma canção só para você”.

Entre os pedidos, músicas que ficaram para o bis, como “Sangue de ET” e “Jerry Lewis”, que fechou a noite. Faltou “Bolhas na Pleura”, prometida para a próxima apresentação deles aqui, nos dias 18 e 19 de março, no Teatro Oi Brasília.

Obs: O projeto e o próprio CCBB não permitem fotos dos espetáculos, por isso roubamos uma foto do site Sai da Rede. Pena que as fotos são de péssima qualidade. 

Entrevista - Bazar Blue



Diego Marx e Kelton Gomes são amigos de longa data e resolveram se juntar para montar uma banda. A ideia era fazer algo em que eles dois só dependessem deles mesmos e nasceu o Bazar Blue.

A dupla se reveza em todos os instrumentos e vocais, menos da bateria que foi gravada por Lúcio Batuka, um baterista freelancer que deu um tom mais pop às canções.

As músicas da dupla já estão disponíveis em um blog, no primeiro EP dos muitos que eles pensam em gravar. Música Pra Dias Cinzentos traz um pouco dessa nova sonoridade indie, numa mistura de MPB e rock, vista em nomes como Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Thiago Pethit, Arnaldo Antunes e até o último disco de Caetano Veloso: “Acho que estamos todos captando uma zona de intersecção entre o indie e o mainstream, o pop e o alternativo... Essas diferenças tendem a se diluir cada vez mais”, explica Kelton Gomes.

Conversamos com ele sobre esse novo projeto via Gtalk e você lê um pouco desse bate-papo descontraído aí embaixo:

My Favorite Way: E aí? Você e o Diego começaram a compor juntos e depois a coisa tomou corpo e virou um projeto?

Kelton: Há muito tempo que o Diego e eu queríamos fazer algo juntos, mas nunca surgia a oportunidade, por conta da falta de tempo mesmo.

My Favorite Way: E vocês estavam em outras bandas também, né? (Kelton fazia parte da banda Korina e Diego da finada Velhos e Usados)

Kelton: Sempre estivemos envolvidos com bandas diferentes, mas sempre colaboramos nos trabalhos um do outro. Até que chegou um ponto em que tínhamos muito material que não cabia nas nossas respectivas bandas. Foi aí que decidimos fazer algo pra dar vida a essas músicas "desajustadas". Gravamos tudo muito rápido. Conseguimos o contato do Lúcio Batuka, um batera freelancer que grava na casa dele. Em um só dia ele mandou todas as bateras e tudo de percussão que precisávamos. Nos revezamos nos demais instrumentos.

My Favorite Way: Esse EP de vocês então foi uma grande colagem. Eu fiquei pensando como vocês vão fazer para se apresentar ao vivo. Tem alguma coisa na cabeça de sobre isso?

Kelton: É... Acho que é uma representação do que foi 2010, um ano de fragmentação. No fim das contas, nós dois ficamos sem banda, à deriva, musicalmente falando... O EP reflete isso. Quanto aos shows, a gente espera que eles aconteçam, num futuro não tão distante. Formaremos uma banda de músicos e amigos contratados. Mas só se a gente realmente conseguir dar a eles o tratamento que eles merecem. Sobretudo financeiramente.

My Favorite Way: Eu odeio perguntar sobre os nomes. Sei que muitos músicos odeiam responder sobre eles, mas acho que o nome sempre reflete a proposta da banda. Então, Bazar Blue?

Kelton: Bazar Blue... Como a maioria dos nomes de banda, não há nenhum grande significado por trás desse nome. Bazar Blue. É fácil de falar, é simples, soa bem... E as duas palavras trazem uma certa sensação de nostalgia, afinal de contas, bazar é uma coisa que já foi muito mais popular antigamente, né? E o azul é uma cor naturalmente nostálgica.

My Favorite Way: Isso passou pela minha cabeça (a parte nostálgica), por isso a pergunta. Mas agora a onda é brechó! Ainda dá tempo de mudar o nome. O que acha? (Risos)

Kelton: Bem, eu não frequento bazares nem brechós, só nos meus sonhos! (risos). Mas se for uma "tendência de mercado", quem sabe!? (Risos)

My Favorite Way: As músicas de vocês tem bem essa sonoridade, digamos de uma nova MPB de nomes como a Tulipa, Jeneci, a Nina Becker. E como é a parte de composição? Vocês escrevem juntos as músicas? Letras? Ou é só uma coisa natural alguém chega com um rascunho e os dois trabalham nisso?

Kelton: Geralmente é isso, sim. Um de nós traz uma ideia, um rascunho inacabado, e a gente vai trabalhando em cima, só com violões pra definir uma estrutura pra música. Depois a gente vai pro estúdio só pra pirar com as possibilidades de arranjo. Nós nos identificamos bastante com essa galera aí que você citou, acho que estamos todos captando uma zona de intersecção entre o indie e o mainstream, o pop e o alternativo... Essas diferenças tendem a se diluir cada vez mais.

My Favorite Way: Olha, “Dilúvio” não foi gravado com a voz de nenhum de vocês dois, né?

Kelton: É a minha voz!!!

My Favorite Way: Caramba! Sério!? Nunca ia chutar. É a primeira vez que você põe a primeira voz numa música então?

Kelton: Eu mesmo não me acostumei com ela, pois sempre fui tímido pra essa história de cantoria. Mas tô me soltando! Sim, é sim... Sempre tive facilidade pra fazer backing vocals, porque entendo um pouco dessa coisa de afinação e porque backing vocal não se expõe muito... Acho que me explico melhor com uma guitarra. Aos poucos vou me acostumando com a ideia. Também tem a ver com Diego meio que ter exigido que eu cantasse no Bazar Blue...

My Favorite Way: Como assim? Ele disse que só entrava no projeto se você cantasse e bateu o pé?!(Risos)

Kelton: Não, foi meio que um "deixa de besteira, canta aê bixo"! Acabou dando certo.

My Favorite Way: E o videoclipe? Foram imagens feitas em Brasília e de fora, né? Parece a Europa.

Kelton: O Diego filmou algumas cenas em Paris.

Bazar Blue - "Um Último Souvenir"


My Favorite Way: Vocês foram bem rápidos. Já tem até EP.

Kelton: Já estamos preparando o segundo!

My Favorite Way: Poxa, já? Mas mal saiu o primeiro!

Kelton: Poisé... Mas a vantagem de não estarmos focados em fazer shows é essa. Utilizamos o período de divulgação do EP pra fazer mais música!Nossa meta é lançar pelo menos mais uns dois EPs em 2011.


19 janeiro 2011

Sai da Rede - Burro Morto



Continuando o projeto  Sai da Rede, que tem o objetivo de reunir nomes da música brasileira que permeiam os caminhos da internet para divulgar o seu trabalho, o grupo paraibano Burro Morto agitou o teatro do Centro Cultural do Banco do Brasil na última sexta, dia 14 de janeiro.

Com a casa cheia, o grupo começou o show às 21h em ponto. A apresentação passou por músicas de seus dois EP's e do mais novo disco Batista Virou Máquina, que como frisou o guitarrista Léo, " é o disco que 'vazou' há poucos dias na internet". Harmonia, balanço, um baixo delicioso durante toda a apresentação e uma certa timidez (?) nordestina que desaparecia durante uma canção e outra fizeram a pouco mais de uma hora, um deleite para os ouvidos.

Com pouca fala e diversos avisos e pedidos para que o novo disco fosse baixado da rede, o grupo conseguiu cativar a platéia que por vezes chegou a interagir com a banda, como um grito no bis que disse "apresenta a banda aí", ou outro que comentou: "Esse burro não é tão morto assim". Com esses ingredientes, a apresentação do grupo foi uma agradável surpresa, que de cara, tornou o início do ano mais dançante.

Obs: o projeto e o próprio CCBB não permitem fotos dos espetáculos, por isso roubamos uma foto do site Sai da Rede. Pena que as fotos são de péssima qualidade. 

18 janeiro 2011

Destaques Nacionais de 2010 - Parte I

Como vocês já estão cansados de saber, nós não gostamos de dizer quais foram os Melhores Discos, Melhores Filmes, ou Melhores Videoclipes do Ano. Porque...Quem consegue assistir a todos oa vieoclipes e escutar os discos lançados em um ano? Por isso, nós escolhemos alguns discos que achamos que merecem ser ouvidos. Esta semana, vamos com a primeira parte dos álbuns nacionais que se destacaram em 2010. 


Mombojó - Amigo do tempo (Independente)
O Mombojó demorou, demorou, demorou e fez um dos melhores discos de 2010. A banda passou por alguns infortúnios (a morte de O Rafa e saída de Marcelo Campelo) eles foram obrigados a procurar uma nova sonoridade, sem esquecer do passado. Deu certo. Chiquinho entrou com os teclados e samples. (Alê dos Santos)


Do Amor - Do Amor (304 E+ Brasil)
Do Amor é outra banda que deixou muitos fãs esperando pelo seu debut. O grupo carioca formado por Gustavo Benjão, Marcelo Callado, Ricardo Dias Gomes e Gabriel Bubu, que acompanham a Nina Becker, misturam rock com ritmos nada convencionais (carimbó e axé music) e letras sempre divertidas como “Vem Me Dar”, “I Picture Myself” e a já clássica “Pepeu Baixou em Mim”. (Alê dos Santos)



SuperguidisSuperguidis (Senhor F Discos)
O Superguidis resolveu retomar a sonoridade de seu primeiro disco e para isso pegou até o nome dele de volta para o seu terceiro lançamento. O Cd está mais maduro, mas sem deixar de mostrar a juventude e o rock que fizeram os “gauchinhos” se destacarem no mercado indie. O destaque fica para a música “Quando se é vidraça”, que de acordo com o Fabrício Nobre tem o melhor refrão dos últimos tempos: “Ser pedra é barbada”. (Alê dos Santos)

Vespas Mandarinas - Da Doo Ron Ron (Independente)
Rock 'n' Roll bem feito. O quarteto formado por Thadeu Meneghini, Mauro Motoki, Mike Vontobel e Chuck Hipolitho que deixou de ser apenas o guitarrista do Forgotten Boys, balançou o mercado nacional no ano de 2010 e lançou um dos discos mais empolgantes do ano. (Felipe Nunes)





Walverdes - Breakdance (Monstro Discos)
Oito músicas e 23 minutos de pura agressividade, marca registrada dos gaúchos. A dica é ouvir a faixa “Tempos Interessantes”. (Felipe Nunes)


Garotas Suecas - Escaldante Banda (American Dust)
Os paulistas são indiscutivelmente um dos grupos mais comentados de 2010. O álbum que mistura um pouco de psicodelia e rock foi elogiado fora e dentro do país. Talvez se o grupo pegasse um pouco mais pesado, metesse mais guitarra e fizesse um som mais sujo (e isso não quer dizer extrapolar) eu gostasse mais deles. As letras irônicas e divertidas são o destaque. (Alê dos Santos)

WatsonWatson (Senhor F Discos)
Uma das bandas brasilienses que mais tem chance de despontar no mercado, o Watson lançou no dia 1º de maio o seu aguardado primeiro disco. O disco é mais uma compilação de músicas que passaram pela carreira da banda nos últimos dois ou três anos e por isso, não dá o impacto de primeiro disco que o grupo merece.

A banda de Joseph Tourton - A Banda de Joseph Tourton
Som de adulto para a idade dos integrantes. A banda de Joseph Tourton impressiona pela maturidade e profissionalismo no seu primeiro trabalho que traz canções que permeiam o post - rock instrumental implementado com pitadas nordestinas, detalhe que torna o disco atrativo e cheio de regionalismo. (Felipe Nunes)


Silvia Machete Extravaganza (Coqueiro Verde)
Fugindo do inchado mercado da música nacional cantada por mulheres, Silvia Machete se sobressai com seu segundo disco de estúdio. Extravaganza é um trabalho inteligente, permeado de referências, ideias e curiosidades, tudo isso sem precisar armar o picadeiro, típico nos shows de Silvia. (Felipe Nunes)


Lucy and the Popsonics - Fred Astaire (Monstros Discos)
O duo brasiliense virou um trio e foi gravar com o John Ulhoa (Pato Fu). “Fred Astaire” mostra a vibe eletrônica e espojada da banda, mais afinada e afiada do que antes. (Alê dos Santos)

Videoclipe - Pato Fu

Pato Fu - "Todos Estão Surdos"

17 janeiro 2011

Cult 22 virou bar



O programa Cult 22, que já está há 20 anos no ar pela Cultura Fm (100,9 MhZ) trazendo um pouco da história do rock n’ roll para as ondas do rádio agora virou um bar.

O Cult 22 Rock Bar fica no Centro de Atividade 7 do Lago Norte, próximo ao shopping Iguatemi, no mesmo local do Landscape, que foi todo reformado para dar espaço ao novo ambiente. O Cult 22 Rock Bar funcionará de terça a sábado, a partir das 17h, independentemente de ter shows ou não em suas dependências. Uma boa dica para os roqueiros da cidade, que há anos sentem falta de um local para escutar boa música, conversar com os amigos e degustar uma cerveja.

A inauguração é nesta sexta-feira, dia 21 de janeiro, com os shows das bandas brasilienses Lucy and the Popsonics e Enema Noise. Os ingressos custam R$ 10 e estarão a venda no local.

No sábado, o Cult 22 conseguiu fazer a reunião de uma banda que há tempos está parada e fez apenas uma apresentação especial no Porão do Rock de 2009, se apresentam no local as bandas Escola e Escândalo, com Marielle Loyola (voz), “Geruza” Ribeiro (baixo), “Totoni” Fragoso (bateria) e Alexandre Parente (guitarra) e a banda Vitrine. Os ingressos custam R$ 10 (até 0h) e R$ 15 (após).


Serviço:
Lucy & the Popsonics e Enema Noise
Data: 21 de janeiro
Horário: 22h
Discotecagem com Penny Lane (Cult 22/Rock Brasília).
Ingressos: R$ 10,00
Bar aberto a partir das 17h.


Escola de Escândalo e Vitrine
Data: 22 de janeiro
Horário: 22h
Ingressos: R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após)
Local:Cult 22 Rock Bar (antigo Landscape Pub, Centro de Atividades 7 do Lago Norte).
Discotecagem com Marcos Pinheiro (Cult 22) e Penny Lane (Cult 22/Rock Brasília).
Bar aberto a partir das 17h
Classificação: 18 anos
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com

Pílulas News

CDs novos estão chegando em 2011. A dupla The Kills, formada por Alison Mosshart e Jamie Hince deve lançar logo mais o seu segundo álbum, que já tem até nome e tracklist. O disco se chamará “Blood Pressures” e chega às lojas dia 04 de abril.


O Arctic Mokeys também já está trabalhando no sucessor de “Humbug”, de 2009. Ainda não há previsão de quando o álbum será lançado, mas a ideia é que ele esteja disponível ainda este ano.

E o Coldplay está sem pressa nenhum para terminar o novo álbum. Em entrevista ao NME, Chris Martin, vocalista do grupo, afirmou que quer que o quinto disco seja sua obra-prima. Vale lembrar que o Coldplay é uma das atrações do Rock in Rio, que será em outubro aqui no Brasil.

O Green Day finalmente disse que vai sim lançar um DVD e jogou em seu site oficial o trailer de “Awesome as F**k”, que também será acompanhado de um CD. O lançamento é em março pela Amazon.


O grupo Sublime With Rome já tem local e data em Brasília confirmados. O grupo, antigo Sublime, toca na prainha da Asbac, dia 15 de maio. Eles ainda passam por mais 7 capitais. São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Recife também entram na turnê nacional.

13 janeiro 2011

Gorillaz - The Fall

The Fall
Mais uma vez inovadora, a trupe animada do Gorillaz dar/deu de presente a seus fãs, o disco que Damon Albarn e companhia gravaram em um Ipad durante a turnê norte-americana de divulgação do Plastic Beach, disco lançado em meados do segundo semestre do ano que passou. Intitulado de The Fall, o disco traz uma sonoridade diferente, mais uma vez, do que estamos ou achamos estar habituados a ouvir. Sonoridade sombria, arrastada, gostosa de se ouvir e de sentir.

Com 14 músicas, o disco tem o tempo exato, onde você escuta e se sente satisfeito (mas o repeat é bem vindo). Para ouvir o disco na íntegra, você precisa se cadastrar no site criado especialmente para o feito. Além do site, a banda divulgou informações sobre cada uma das músicas, como segue:

PHONER TO ARIZONA
Gravado em Montreal, em 03 de outubro

REVOLVING DOORS
Gravado em Boston, em 05 de outubro

HILLBILLY MAN
Gravado em Nova Jersey e Virgínia, no dia 10 e 11 de outubro
Guitarras adicionais: Mick Jones (The Clash)

DETROIT
Gravado em Detroit em 13 de outubro

SHY-TOWN
Gravado em Chicago, em 15 de outubro

LITTLE PINK PLASTIC BAGS
Gravado em Chicago, em 16 de outubro
Teclados adicionais: Hackett Jesse

THE JOPLIN SPIDER
Gravado em Joplin em 18 de outubro
Outras conversas com: Darren Evans 'Smoggy'

THE PARISH OF SPACE DUST
Gravado em Houston em 19 de outubro

THE SNAKE IN DALLAS
Gravado em Dallas em 20 de outubro

AMARILLO
Gravado em Amarillo em 23 de outubro

THE SPEAK IT MOUNTAINS
Gravado em Denver em 24 de outubro

ASPEN FOREST
Gravado em Santa Fé, em 25 de outubro e em Vancouver em 03 de novembro
Baixo adicional: Paul Simonon

BOBBY IN PHOENIX
Gravado em Phoenix em 26 de outubro
Vocal e Guitarra: Bobby Womack

CALIFORNIA AND THE SLIPPING OF THE SUN
Gravado em Oakland em 30 de outubro

Com The Fall, o Gorillaz mostra que continua com seu vigor inicial, tanto na criatividade, quanto na ousadia, porque dar de presente assim, nos dias de hoje, um disco tão bom, muita ousadia é necessária.

11 janeiro 2011

Radiohead libera DVD de show em prol o Haiti


Em janeiro do ano passado, o Radiohead fez um show especial para arrecadar dinheiro para as vítimas do terremoto do Haiti, em Los Angeles. A apresentação foi gravada pelos fãs, que fizeram uma compilação dos melhores momentos. O DVD foi aprovado pelos ingleses e está disponível para download.

10 janeiro 2011

Capa do álbum do Strokes?

Falamos que os Strokes devem lançar seu álbum (finalmente) em março e Julian Casablancas soltou em seu Twitter a capa do mesmo. Mas...Você acredita mesmo que essa é a capa do próximo disco do Strokes? Eu não! 


07 janeiro 2011

Pílulas News

The Strokes
Os fãs do No Doubt já podem ir se animando, pois em 2011 deve rolar material novo do grupo. O guitarrista Tom Dumont informou no twitter oficial do No Dout, que eles começaram a gravar as novas canções que passaram 2010 inteiro compondo.

O Foo Fighters também deve lançar este ano seu novo álbum. O grupo terminou essa semana as gravações e agora está a procura de diretores para os futuros videoclipes. A ideia é dar espaço para novos cineastas que estejam a fim de trabalhar com a banda. Para participar, basta se inscrever no site oficial, o www.foofighters.com e deixar uma amostra de seu trabalho. O sucessor de Echos, Silence, Patience & Grance (2007) será o sétimo álbum da carreira do Foo Fighters e ainda está sem nome.

E parece que agora vai! Já faz tempo que se fala de um novo disco do Strokes e todo mundo ficou sabendo o Julian Casablancas não estava muito satisfeito com o trabalho final e por isso, a demora para este álbum sair. Agora, o baixista do grupo Nikolai Fraiture disse na Radio 1, da BBC, que em março o CD finalmente chega às lojas. Vamos ver.

06 janeiro 2011

Lobão versus Transalouca

Para quem não sabe, o Transalouca é um programa (de baixíssima qualidade), que é veiculado na rádio Trasamérica (100,1 MhZ) de segunda a sexta, de 12h às 14h. O programa nasceu simplesmente para rivalizar com um outro, um pouco desconhecido do grande público, que passa no mesmo horário, mas na Jovem Pan (106,3 MhZ), o Pânico. 

Pois bem, esse programa convidou o Lobão (cara que a cada dia tem subido mais no meu conceito) e os seus entrevistadores (porque aquela trupe não pode ser de jornalistas) e ganharam uma aula de cultura e, principalmente rock. Desculpa, mas foi um banho tão bem dado, que esses caras deveriam se recolher em sua insignificância, não?

Ah, o programa foi ao ar dia 23 de dezembro e só agora alguém jogou no Twitter. Coisa do @screamyell

Lobão x Transalouca

05 janeiro 2011

Dois filmes sobre os Beatles


O primeiro longa-metragem de Sam Taylor-Wood já chegou com muita pretensão ao mercado. Afinal de contas ele não ia contar uma história qualquer, ela queria explorar a infância e adolescência do jovem John Lennon.

“O Garoto de Liverpool” tem um pouco de conto de fadas, ou seja, pega leve em algumas histórias que provavelmente foram mais traumáticas para John do que o retratado. Entretanto, a história e atuações são realmente muito boas.

Lennon (Aaron Johnson) é um adolescente criado pela tia ríspida e dura, Mimi (Kristin Scott Thomas), irmã de sua mãe, com quem ele tem uma relação de amor e ódio. Quando começa a se interessar por música (através da mãe Julia, interpretada por Anne-Marie Duff), o jovem John quer ser como o grande rei Elvis Presley. Aprende a tocar banjo (numa das melhores cenas do longa) e conhece os futuros integrantes de sua banda, os Beatles, como Paul McCartney, com quem alguns desentendimentos.

A partir do filme, dá para entender porque Lennon sentiu tanta falta da mãe ausente que teve e como isso se traduziu futuramente em sua música. Todo mundo já ouviu “Mother”, não é?


Para continuar a entender os Beatles, a fica é assistir o filme “Os Cinco Rapazes de Liverpool”, de Iain Softley. O longa lançado em 1993, começa quase onde “O Garoto de Liverpool” termina. No filme de Sam, a cena final é John Lennon e os amigos se mudando para Hamburgo, na Alemanha para tentar fazer sua banda ganhar uma proporção maior. Já Iain, ainda mostra John em Liverpool alguns dias antes de se mudar.
O grupo sofreu poucas e boas, descobriu as mulheres e conheceu o artista plástico e a fotógrafa que mudaria todo o conceito de sua carreira. O alemão Klauss (Kai Wiesinger) vê um dos shows de banda, ainda com cinco integrantes e resolve levar sua namorada (ou amiga/namorada, pois a relação não fica muito clara no filme) Astrid (Sheryl Lee) para conhecê-la. Astrid chama a atenção de Stu (Stephen Dorff), o baixista do grupo e eles passam a se envolver. Stu acaba saindo dos Beatles e se casa com Astrid, no mesmo ano em que Peter “The Best”, o baterista, dá lugar a Rindo Starr.

Os dois filmes dão uma explicação muito boa sobre a carreira da banda e de como os Beatles começaram a fazer sucesso.

O Garoto de Liverpool

China disponibiliza música nova

Já faz um bom tempo que nós estamos esperando ansiosamente pelo novo disco de Chinaman e só hoje, começando esse janeiro, o pernambucano solta uma das músicas que farão parte de seu novo trabalho, Moto-Contínuo.

China - "Boa Viagem"

04 janeiro 2011

Cage the Elephant lança single

Cage the Elephant
O grupo Cage the Elephant está preparando seu segundo álbum e antes dá uma prévia para gente com a música "2024". A música tem um que de apocalíptica e ao mesmo tempo é bem dançante, marca do grupo. Para baixar, basta entrar no site, dar o seu e-mail e pronto. Ou ser preguiçoso e apertar aí embaixo!


Formado por Matt e Brad Shultz, Jared Champion, Daniel Tichenor e Lincoln Parish, eles estão na ativa em 2005 e o primeiro álbum (homônimo) saiu e 2008.

Vídeo - Arnaldo Antunes

Esse disco do Arnaldo Antunes é realmente muito bom (o Iê Iê Iê). Ele ganhou um DVD, que está maravilhoso e você pode ter uma prévia aqui no nosso blog:

Arnaldo Antunes - "A Casa é Sua"

Sai da Rede traz independentes a Brasília

O projeto “Sai da Rede”, que ocupará o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a partir do dia 07 de janeiro, traz artistas que se sobressaíram na internet e ultrapassaram as barreiras, chegando a fazer shows pelo Brasil.

Todos os artistas selecionados a dedo por Amanda Menezes e Pedro Seiler, começaram sua carreira devagarzinho e começam a achar o seu lugar na música brasileira. Na sequência, apresentam-se Lucas Santtana, Tiê, Isaar, Burro Morto, Lulina, Instituto, Letuce, Tulipa Ruiz e João Brasil.

Lucas Santtana talvez seja um dos nomes mais conhecidos. Ele já esteve em Brasília em outras ocasiões e já tem dois Cds gravados. O baiano faz uma mistura de grooves da música negra, com a música de raiz. É ele quem abre os shows, no dia 07 de janeiro, às 21h.

Tiê
Tulipa Ruiz e Tiê também fazem parte do grupo Novos Paulistas, que se apresentou no festival Planeta Terra em 2010. As duas têm se destacado no cenário musical. Elas lançaram seu debut este ano. A primeira tem vaga garantida nas listas de “Melhores de 2010” no meio independente com o seu disco “Efêmera”. A segunda lançou seu “Sweet Jardim” e conquistou o público com sua voz doce e som low-fi.

O grupo paraibano Burro Morto é a tração da segunda semana e se apresenta no dia 14 de janeiro. Seguidos pela pernambucana radicada e São Paulo, Lulina, que apresenta as músicas de seu disco “Cristalina”. Álbum que é mais uma compilação de seus Eps já lançados anteriormente. No domingo, dia 16 de janeiro, os paulistanos do Instituto mostram o seu trabalho que mistura jazz e funk.

Para finalizar, o grupo carioca Letuce promete agitar a todos com seu show cheio de personalidade e carisma, que tem conquistado excelente resposta da crítica, no dia 24 de janeiro (sexta-feira). Domingo, o também carioca Jão Brasil mostra ao público os seus mashups.

Os ingressos para as apresentações custam R$ 15 (inteira). Para mais informações, acesse o site do evento: www.saidarede.com.

Programação:

7 de janeiro (sexta) - Lucas Santtana
8 de janeiro (sábado) - Tiê
9 de janeiro (domingo) - Isaar
14 de janeiro (sexta) - Burro Morto
15 de janeiro (sábado) - Lulina
16 de janeiro (domingo) - Instituto
21 de janeiro (sexta) - Letuce
22 de janeiro (sábado) Tulipa Ruiz
23 de janeiro (domingo) - João Brasil

Pata de Elefante passa por Taguatinga

Pata de Elefante
O grupo Pata de Elefante passa por Taguatinga esta sexta, dia 07 de janeiro, a partir das 21h. A abertura é com o brasiliense Dillo Daraujo. Os ingressos para as apresentações custam apenas R$ 10.

O trio gaúcho apresenta pela primeira vez o show de seu último disco, Na Cidade (2010). O Cd, que é o terceiro da carreira do Pata de Elefante, faz parte do projeto Álbum Virtual da Trama, que disponibiliza para download gratuito discos de artistas independentes. No esquema, de graça para você e pago para o artista. Entre os lançamentos do Álbum Virtual está o Complete, do Móveis Coloniais de Acaju, Donkey, do CSS e Desplugado, álbum do Autoramas gravado pelo “MTV Apresenta”.

Prezando por uma música agora mais urbana, o Pata de Elefante é uma das bandas de rock instrumental mais festejados do Brasil. Os independentes ganharam em 2009 o Prêmio de Melhor Grupo Instrumental no VMB, dado pela MTV Brasil.