16 dezembro 2011

Videoclipe - Arcade Fire

Veja a versão orginial e tradicional do videoclipe do Arcade Fire ou clique aqui e assista uma mais "doidinha".


Mundo Livre S/A no Cerrado Virtual


 O Cerrado Virtual chega este final de semana à Brasília, nos dias 17 e 18 de novembro, mas desculpe-nos, a melhor atração é mesmo o Mundo Livre S/A. A banda pernambucana acabou de lançar o sexto álbum de estúdio, Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa (2011), que vazou na internet em outubro.

E sobre isso, Fred Zero Quatro é bem polêmico. “Eu sou contra (baixar discos na internet)! Acho que se o disco teve algum incentivo, como um edital público tudo, seria mais do que normal disponibilizar para download gratuito. Mas há toda uma cadeira produtiva por trás, todo um pessoal que trabalha no disco”. O álbum é distribuído pela Coqueiro Verde (gravadora de Erasmo Carlos, que tem distribuido uma série de artistas independentes) e custa cerca de R$ 20.

São mais de 20 anos de carreira (27 no total) e a pergunta que se faz é: “Como não se repetir depois de tanto tempo?”. Fred explica que as mudanças na formação da banda acabaram ajudando na reciclagem e destaca: “Um banda depois da lançar cinco ou seis discos.. Pouca gente espera uma novidade, mas felizmente não foi isso que as pessoas encontraram no nosso álbum. Não vale manter uma banda tanto tempo e fica chovendo no molhado”.

O vocalista (letrista, guitarrista e cavaquinho) diz que a banda conseguiu resgatar aquela paixão do começo da carreira e ao mesmo tempo o relacionamento entre os integrantes está tão bom, que isso se refletiu no novo trabalho. “Esse cheiro de novidade está numa frequencia interna, na temperatura de convivío”, afirma.

Neste álbum, há duas participações especiais, Bnegão (antigo parceiro) e Sílvia Machete, que foi uma dica da Coqueiro. “A parceria com Bnegão vem de longa data. Nós éramos da mesma turna nos anos 90. O Planet Hemp, Mundo Livre…Todo mundo era amigo. Quando nós estávamos no meio da gravação, ele veio fazer um show e aproveitei para mostrar para ele uma faixa. Ele pirou e nós gravamos tudo numa tarde só”, revela Fred.

Para participar do evento, basta doar 2kg de alimento não-perecível. Programação completa no site do evento.

Videoclipe - Banda Gentileza

Foi como um presente de Natal, que a Banda Gentileza, um dos destaques de 2010, acaba de lançar seu mais novo videoclipe, "Estopim". Eu adorei o vídeo, que se passa em um casamento. E você sabe, taí aí um lugar em que tudo pode acontecer, como mostrou por exemplo o Lars Von Trier.  Divirta-se!

 
Banda Gentileza - "O Estopim"

07 dezembro 2011

O Rappa no Nilson Nelson


Uma das pratas da casa da primeira edição do mega festival Lollapalooza, que acontece nos dias 7 e 8 de abril, O Rappa sacudiu Brasília no último sábado (3) após um hiato de dois anos. Por conta disso, antes dos caras subirem ao palco, um vídeo enaltecendo o trabalho de anos e valorizando ainda mais as apresentações ao vivo foi mostrado em três telões.

Quem ficou responsável pela abertura dos trabalhos foram os também cariocas do Ponto de Equilíbrio. Como sempre, fizeram o show como manda o figurino com músicas do último trabalho, o Dia após dia lutando e sucessos como "Coisa Feia" e "A Janela da favela".

Por volta das 0h, Falcão subia ao palco ao lado dos integrantes remanescentes da formação original, Lauro (baixo), Xande (guitarra) e Lobato (teclados). Com um peso ensurdecedor dentro de um ginásio lotado, O Rappa passeou pelos 15 anos de carreira como uma criança que brinca no parque. Era visível a satisfação no rosto de cada em voltar aos palcos.

Além do peso, a banda separou um espaço no horário para entoar "Chove Chuva" de Jorge Ben, em uma noite que água vinda do céu era o que não faltava. Durante a apresentação do vídeo de 'abertura', foi curioso reparar na fala de Lobato que disse, “faremos menos apresentações ao vivo a partir de agora, e isso somado  a saudade dos palcos nos farão ter vontade de fazer shows memoráveis”.

28 novembro 2011

Apresentando: Cícero



Foi em um dia no trabalho, que o colega Pedro Brandt me passou alguns discos, entre eles estava o primeiro de um cantor e compositor carioca, Cícero. Depois de perguntar se eu conhecia, as palavras foram: "Ah! Ele é um cara que está bem conceituado por aí". Paguei para ver e me apaixonei pelo disco. 

O álbum de estreia, lançado este ano, foi todo gravado em seu apartamento e por isso, o nome Canções de Apartamento. Sim, o CD é um daqueles em que você deve ouvir de preferência sozinho, com seus fones de ouvido, para que ninguém fique perguntando: "O que diabos você está ouvindo?". E nem pense em colocar ele em alguma reuniãozinha de amigos, ninguém vai querer ouvir. Mesmo que vocês estejam apenas bebendo vinho. 

A tal gravação no apê trouxe ao disco esse ar introspectivo, mas também recomendou todo um cuidado com as canções. O barulho da chuva, os panderinhos de leve, os passarinhos ao fundo, tudo isso só engrandece a obra de Cícero, que ganha mais credibilidade por ter letras tão bonitas, que saem de óbvio. As influências vem claramente da MPB, na matéria de Leandro Lippi, são apontados João Gilberto, e Tom Jobim, e, rock mais novo, como Pixies e Sonic Youth. 

Livro - 27



A morte ronda por aí. É claro que ninguém vive sua vida achando que vai morrer a qualquer momento, senão, você ficar completamente bitolado e para efetivamente de viver. Mas, o protagonista do livro de Kim Frank, 27, tem certeza absoluta que seus dias estão contados. 

Mika, no começo do livro, é um adolescente de 18 anos, que nunca teve contato com o rock, com o sexo, com as drogas ou qualquer outra coisa que se assemelhe a isso. Um menino puro, que come Corneflakes todas as manhãs e um dia, depois da morte de seu tio, um aficionado por música, encontra uma série de vinis. Coisas raras, como o primeiro LP do The Doors. 

O fascínio lhe rompe a mente. E nessa busca por essa coisa tão diferente e prazerosa, ele conhece também o Clube dos 27. Aquele em que estão os roqueiros que morreram fatalmente aos 27 anos. Estão lá alguns nomes conhecidos, como Jim Morrisson, Janis Joplin, Brian Jones, Jimi Hendrix e Kurt Cobain. E outros nem tão comentados assim, como Dave Alexander, do Stooges, Ron Mckernan, do Grateful Dead e Kristen Pfaff, do Hole. 

Depois de ler essa quase "teoria" da conspiração, o menino acha que tudo vai acontecer com ele. A vida toma seu prumo e ele passa por coisas que jamais pensaria em viver. Mas, se Kim Frank queria ter feito alguma análise ou contar alguma história mais aprofundada sobre a paranoia de achar que se vai morrer... Bem, ele não conseguiu. Uma pena, porque o livro parece ser bem interessante num primeiro momento. 

Como tudo na vida, há o lado bom. Os pontos do romance estão para as partes históricas, que estão entremeadas à vida e memória de Mika. O problema é que se você é um pouco antenado, você sabe de tudo e isso não faz diferença na sua leitura. 

25 novembro 2011

Single - Amy Winehouse

Desde que achei este vídeo, esta semana, não paro de ouvir repetidamente. Essa é mais uma das canções que Amy Winehouse gravou antes de morrer fatalmente, sim, aos 27 anos (como tantas estrelas do rock), que estará no terceiro álbum da cantora. Chato ter um álbum póstumo de uma pessoa que cantava tanto quanto ela, né? E que morreu assim... Se ainda fosse velhinha, aos 99 anos, a gente dava um desconto. O álbum se chama Lioness: Hidden Treasures e está previsto para sair dia 5 de dezembro. "Our Day Will Come" é uma cover inédita do grupo Ruby & The Romantics


Tiê volta a Brasília

Uma representante da nova MPB sai e chega em Brasília mais uma. A cantora Tiê acaba de passar pelo Palco Sunset do Rock in Rio, assim como Tulipa Ruiz, em um encontro com o uruguaio Jorge Drexler. Ele também participa do segundo disco da cantora, A Coruja e o coração (2011), que ela apresenta pela primeira vez no Feitiço Mineiro (306 Norte).

“Eu vi que algumas parcerias no Sunset não deram certo, mas acho que eu e o Drexler nos demos muito bem. Nós nos conhecemos pessoalmente apenas três dias antes do show e ele foi muito atencioso”, contou Tiê por telefone em meio a um trabalho de figurinista para um videoclipe, embora nunca tenha trabalhado com isso.

O clima do segundo disco é mais alegre do que o primeiro e a explicação é simples, o aparecimento da pequena Liz, hoje com 2 anos. “Essa mudança de repertório se deve totalmente ao nascimento da minha filha”, e sobre a dificuldade de criar uma criança ela responde: “É tranquilo, ela vai comigo nos shows, inclusive, o primeiro show que ela me acompanhou foi aí em Brasília, quando ela só tinha três meses”, revela.

Além das canções novas, a paulista também promete cantar músicas do primeiro álbum, Sweet Jardim (2009). O show, ao contrário do apresentado em janeiro dentro do projeto Sai da Rede, do CCBB, será mais introspectivo, a acompanham no palco Plínio Profeta (guitarra, baixo, banjo) e Gianni Dias (baixo, guitarra e violão).

O show é amanhã, às 22h, no Feitiço Mineiro (306 Norte, Bl. B, Ljs. 45 a 51; 3272-3032). Os ingressos custam R$ 30 (preço único). Não recomendado para menores de 18 anos.

Abaixo o mais novo videoclipe da cantora. Amanhã, vamos lá?

Tiê - "Pra Alegrar o Meu Dia"

23 novembro 2011

Apresentando: Dum Dum Girls


Por mais que o cenário alternativo já esteja saturado de bandas que mesclam o surf-rock da década de 60 com influências do rock de garagem, a sonoridade proposta pelo quarteto feminino californiano Dum Dum Girls chega de forma tecnicamente renovada, ou pelo menos longe de atravessar composições sonolentas que investem demais em experimentações sujas e pouco comerciais.

Assim como em seu álbum de estréia (I Will Be, 2010), ao longo do novo Only Dreams o grupo busca constantemente por canções que colem facilmente nos ouvidos, tanto por sua instrumentação, quanto pelos pegajosos versos que acompanham tais canções. Enquanto "Always Looking", faixa de abertura do disco, expressa essa busca apenas em sua sonoridade, trançando guitarras estrondosas com uma batida esparsa, em "Bedroom Eyes" o sutil encontro entre versos amorosos e levemente sofridos com uma sonoridade dançante que remete claramente ao rock 60 transformam a composição em uma das faixas mais empolgadas e belas do disco.

Não por acaso acabou virando o primeiro single oficial do novo álbum das garotas e já ganhou clipe. Com o visual simplista e alguns toques de psicodelia, o que se ressalta é a boa instrumentação e a letra melancólica da canção. Para quem gosta da mistura do surf rock com doses de lo-fi, a música/clipe é um prato cheio.

Ou seja, a mesma forma que no debut das californianas, Only In Dreams proporciona ao público um verdadeiro catálogo de hits, um agrupado de composições em que pelo menos duas (ou mais) canções vão involuntariamente acabar pescando o ouvinte. Não vai mudar o mundo ou algo semelhante, mas é bom, é pop e é sincero. Ponto paras as meninas.



Dum Dum Girls - "Bedroom Eyes"

20 novembro 2011

Lafusa faz cover de Simonal


Quando recebi o e-mail dizendo que o Lafusa tinha feito uma versão de uma das minhas músicas preferidas do Wilson Simonal, "Nem vem que não tem", é claro que eu fiquei com medo de ouvir. Vocês sabem que tem gente que simplesmente acaba com a música e você sente aquela vontade de chorar como um bebê repetindo milhares de vezes: "cadê o respeito com a obra do cara, velho!?". Mas num é que ficou massa? 

O grupo deixou na melodia a malandragem estampada na canção, mas adicionou o ar Lafusa de ser. Tem guitarra, bateria mais forte e teclado marcante (que só me fez lembrar o Tom Jobim). Quer ouvir? Aqui

Este é só o primeiro dos clássicos que a banda vai reler. Vem por aí Mutantes e Roberto Carlos, que estarão em um EP com quatro covers. 

17 novembro 2011

Videoclipe - Feist

A cantora Feist acaba de lançar seu segundo álbum (depois de um longo período de férias) e aproveitou para fazer um videoclipe com cara de Melancolia, sim, o filme do Lars Von Trier. Ah! O nome do disco é Metals. Já baixou?

Feist - "How Come You Never Go There"

14 novembro 2011

Cineclubes viram boa pedida

Com o fim do Cine Academia (o cinema pegou fogo em maio do ano passado) (1*), o sucateamento do Cine Brasília, o fechamento do Embracine (2*) e as poucas exibições nos cinemas dos shoppings, poucas são as oportunidades que os cinéfilos tem hoje em Brasília de assistir filmes que estão fora do circuito comercial. Mas não se pode ficar parado. Prevendo o mau agouro, o Centro Cultural Banco do Brasil tem organizado mostras com filmes inéditos na cidade, mas que já passaram pelo menos pelas salas das grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo.

Outra opção têm sido os cineclubes (3*). Desde setembro, funciona na Universidade de Brasília (UnB), mais precisamente no Memorial Darcy Ribeiro (inaugurado em dezembro do ano passado), apelidado de Beijódromo, o Cineclube Beijoca. Todo mês acontece uma mostra, que traz três vertentes diferentes de filmes: inéditos em Brasília, produções independentes ou comerciais médias e de nacionalidades diferentes.

O cineclube nasceu da uma vontade conjunta de alunos e professores da universidade e dos organizadores do Memorial Darcy Ribeiro. A ideia é transformar o local em um grande espaço cultural. “Nós queremos trazer uma programação permanente para a cidade, seja de dança, música, teatro ou cinema. Vai ser ótimo para Brasília!”, disse o coordenador de programação do Memorial, Walter Brizola. Nos planos está inclusive, um café, em parceria com o Bistrô Bom Demais. “Ele deve se chamar Darcy Bom Demais”, contou Brizola animado.

Mesmo tendo acesso um pouco complicado, já que é difícil ir de ônibus a UnB, o cineclube está conquistando um público fiel. “As sessões tem cerca de 50 pessoas, às vezes mais ou menos”, conta Raquel Rodrigues, professora do Departamento de Filosofia. No último sábado, o frio assustou um pouco as pessoas, mas pelo menos 30 compareceram para assistir O Cão de Andaluz e O Fantasma da liberdade, ambos de Buñel. Gabriela Lafetá, 38 anos, doutorando em Filosofia e Literatura, ficou sabendo do cineclube por acaso e aproveitou para conhecê-lo. “Brasília não tem mais cinema, quando se tem uma oportunidadezinha é bom aproveitar”, relatou. 

Depois dos filmes é realizado um debate com convidados, o que é uma característica importante dos cineclubes. Na sessão do  dia 15, esteve por lá o professor de cinema e mídas digitais e coordenador do cineclube de IESB, Ciro Marcondes, que explica como um cineclube pode sobreviver: “Com a pouca opção de filmes de arte na cidade, os cineclubes se transforam no reduto da cinefilia e para tirar as pessoas de casa você tem que oferecer mais do que a exibição de um filme. É preciso ter um ciclo de palestras e uma programação atraente”.

Hospedado no Núcleo de Extensão da UnB, em Brazlândia, o cineclube Espaço Aberto está há três anos levando uma programação diferenciada para a cidade, que mesmo com 78 anos de idade e 53mil habitantes não tem nenhum cinema ou teatro. Mas ainda é difícil levar a comunidade ao local. “A maioria do público é de estudantes. São poucas as pessoas da comunidade que vão ao cineclube, mas temos um público cativo. O desafio hoje é fazer com que essas pessoas participem. Dentre as ações que estamos formatando está a exibição em locais públicos, como praças”, explica o realizador cinematográfico Antônio Balbino, um dos idealizadores do projeto.

Mesmo com esses paliativos, ainda é pequena a esperança que se abre. Está prevista para o dia 30 de outubro, a reinauguração dos cinema do shopping Casa Park, agora nas mãos do Espaço Unibanco. São oitos salas, que terão suporte para exibir filmes em 3D, som digital e bilheteria informatizada. Outra esperança é a reforma do Cine Brasília, que deve ser finalizada até a Copa de 2014, segundo o Governo do Distrito Federal.

Outros cineclubes também funcionam na UnB. Organizado pelo Programa de Educação Tutorial em Ciência Política (PET/POL), o CinePO se realiza todas às quintas-feiras, ao meio-dia e traz filmes com uma temática política. Às sextas-feiras, a Faculdade de Comunicação apresenta sempre às 13h, o CineFac e também às sextas, mas às 19h, os alunos Leonardo Tavares, Mariana Carvalho e Rafael Rezende se juntam para o Cineclubida, no Instituto das Artes. “Nós estamos fazendo o cinclube há um mês e começou da vontade de ver filmes com os amigos. Como estávamos meio tímidos, já que no nosso curso quase não se ensina cinema, vamos começar a divulgar o cineclube agora”. Para ter mais informações, você pode entrar no blog cineclubida.blogspot.com e ficar por dentro da programação.


Saiba mais:

1* Em 3 de maio de 2010, três salas do Cine Aademia pegaram fogo, depois que um cola inflamável entrou em combustão na Sala 8, que estava em reforma. Depois do incêndio, que foi controlado sem haver vítimas, o cinema foi desativado e Brasília perdeu um dos pouco redutos do cinema de arte.

2* A rede Embracine ficava no Shopping Casa Park e parou de funcionar em 27 de maio de 2011. Segundo o Casa Park, o Grupo Estação, responsável pelo cinema, estava sem pagar o em pagar o aluguel desde 2009 e a briga que era interna virou judicial.

3* Entre os cineclubes mais atuantes de Brasília estão Cineclube dos Bancários (Teatro dos Bancários, 314/315 Sul; 3262-9021), que funciona às segundas, sempre às 20h; Cineclube Iesb (Auditório do Iesb, 613/14 sul; 3448-9800), com sessões às quintas-feiras, às 11h e CineCal (Auditório da Casa da América Latina (SCS, Q.4. Ed. Anápolis), às quartas e quintas, às 12h30.


Povo fala:

“O fato de ter menos filmes bons em cartaz, tem se refletido nas minha idas ao cinema. Eu mesmo assisti Melancolia no Rio. Estou mudando para lá no final do ano e espero ver muitos filmes por lá!”
Kaio Felipe Mendes, 21 anos, 8° semestre de Ciências Políticas

“Eu morava em Salvador e lá tinha um cinema com programação apenas cultural. Então, estou sentindo muita falta disso aqui. Tenho baixado filmes, principalmente os antigos. Adoro Bertolucci, Bergman e Antonioni”
Tamara Vaz, 19 anos, 1° semestre de economia

“Eu gosto muito de fazer esse ritual de ir ao cinema. É uma coisa que eu aprendi a gostar, mas agora está complicado. Tenho ido mais nas mostras do CCBB.”
Igor Cerqueira, 19 anos, 6° semestre de Comunicação em Audiovisual


31 outubro 2011

Apresentando: The Black Angels



Com o nome tirado de uma música do primeiro disco do Velvet Underground (The black angel’s death song), a banda The Black Angels surgiu em Austin, no estado do Texas, em 2004.

Musicalmente o grupo poderia ser descrito como rock 'n' roll psicodélico, porém bem distante do colorido paz e amor hippie. Algo como um híbrido entre o próprio conjunto do Lou Reed com os californianos do 13th Floor Elevators, mas com cara de século 21. Atualmente, arriscaria dizer que a única banda com proposta musical próxima é o Black Rebel Motorcycle Club. Timbres vocais semelhantes, efeito repetitivo e circular arrastado e muita intensidade instrumental. Ou seja, recomendado para quem gosta de música lisérgica, mas gosta de vestir preto.

O som dos americanos tem seguido firme através da sua trajetória ainda jovem, percorrendo festivais como SXSW (Austin) e Lollapalooza (Chicago). Ano passado eles lançaram seu melhor disco, uma pérola da psicodelia noise chamada Phosphene Dream e apesar de ser considerados alternativos, o Black Angels já emplacaram canções em trilhas de seriados (“Californication” “House”, “True Blood”) e filmes (“Sentença de Morte”, “Eclipse”).

Detalhe: O Black Angels está confirmado para o dia 14 de novembro do festival SWU, em Paulínia, interior de São Paulo.

The Black Angels - "Haunting at 1300 McKinley"

Videoclipe - Lucy and the Popsonics

O power trio Lucy and the Popsonics acaba de lançar seu segundo videoclipe (veja aqui o primeiro) do disco Fred Astaire. Clipe simples e bem legal.


Lucy and the Popsonics - "Por que você não morre?"

28 outubro 2011

Voodohop este sábado

Como sempre o pessoal da Voodoohop revelou o local da festa na última hora e desta vez a festa será na... Tchan, Tchan, Tchan! Star night (Setor Comercial Sul, Quadra 05, Bloco C. De frente para o Shopping Pátio Brasil). Sim, sim, sim! Será exatamente na na boate de...hum..você sabe. De moças comportadas.

Essa é uma das festas mais legais que está rolando em Brasília este ano. A última edição, foi no dia 16 de setembro, lá no Clube da Imprensa e a convidada especial da noite foi a contora Jesse Evans. A maericana deu uma de doidinha na festa. Ficou irritada com o som e fez cara feia. Até parou o show para brigar com o cara, que era o Bill! Sim, Gustavo Bill, o cara do Macaco Malvado.

Embora teve rolado este incidente, o show foi muito bacana. Jessie dançou com o público e foi várias vezes pro meu da galera. Inclusive no final do show ficou dançando com a galera, enquanto o DJ botava um som. pela foto dá para ver a a figura é mesmo diferente, né?

Amanhã, a partir das 23h,a VoodooHop, edição Gran Baile de Los Muertos, terá os DJs Thomash (Voodoohop/ALE), Souksouklow (Voodoohop/FRA), Pazes (Exponential EUA/BRA), The Miguelitos (aka Jisko Kid/Brasília), Oops (Criolina/Brasília), Thiago Freitas (Homem da Marreta) e Spot & Speedkills.

27 outubro 2011

Videoclipe - Arctic Monekys

Arctic Monkeys - "Evil Twin"

Damn Laser Vampires em Brasília



O Damn Laser Vampires nem parece uma banda brasileira, mas os caras se formou bem ali em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e estarão este sábado, dia 29 de outubro, no Cult 22 Rock Bar. Mais uma vez o Cult 22 trazendo mais um grupo de rock gaúcho. o último convidado foi Júpiter Maçã.

Juntos desde 2005, o trio formado por Ron Selistre (guitarra & voz), Francis K (guitarra) e Michel Munhoz (bateria) faz uma louca mistura de punk com rock e muita psicoledia. Mas essa onda psicodélica não está no som não e sim nas vestimentas. Uma lombra vampiresca (meio Batman) do grupo está logo ali no videoclipe de "Boom Shack-A-Lak".

O segundo disco, Three-Gun Mojo saiu este ano e são essas músicas que eles vem mostrar aqui. Uma das treze canções, “That Thing You Have”, está na trilha do filme Trantastic da ScUMBAG Movies.

Na mesma noite ainda rola Johnny Flirt e Cabaret Zumbi. Entrada: R$ 8 (para quem for fantasiado) e R$ 10(sem fantasia).


Damn Laser Vampires - "Boom Shack-A-Lak"

CCBB em cartaz e Melancolia


A mostra CCBB em Cartaz, que embora tenha este nome está no Cine Brasília (106/7 sul), parece que virou uma grande sensação muito mais pelo filme mais controverso de sua programação, Melancolia, de Lars Von Trier. 

Assisti ao filme no último sábado e honestamente não gostei tanto, mas como eu não ando muito afim de polêmica, não vou dizer exatamente o que eu acho do longa não. Mas claro, ele é videografia obrigatória. Mesmo que você não curta, é Lars Von Trier. 

A história do filme vai se revelando aos poucos, através da vida das irmãs Justine (Kristen Dunst, que está ótima e belíssima) e Claire (Charlotte Gainsbourg), que estão acompanhando a passagem de um planeta chamado Melancolia, aqui pertinho da Terra. É claro, que ele entra em outros assuntos mais profundos, que eu não vou comentar aqui para não estragar os mistérios do longa. 

Melancolia entra em cartaz neste domingo, dia 30 de outubro, às 20h50. A dica? Chegue pelo menos 1h30 mais cedo, porque as filas para assisti-lo estão de dar voltas no quarteirão e eu não estou mentindo. Para quem não sabe, as senhas são distribuídas pontualmente 1h antes de cada sessão. 

Outro longa que vale muito a pena assistir é Lola. O filme filipino conta como a vida de duas sennhoras, duas avós (no idioma filipino "lolas"), se cruzam depois que o neto de uma mata o neto de outra. A película é belíssima e tem um ar também documental, mostrando como é a vida de quem mora hoje nas Filipinas. 

Ainda dá tempo de aproveitar a ótima seleção de filmes feita pela produção do evento, feita pela Ossos do Ofício. Se você quiser só fazer carão e beber uma cervejinha (leve seu isopor), dá para ficar sentadinho do lado de fora, nos bancos decorados que estão por lá. 

Boa sessão!


20 outubro 2011

Júpiter Maçã no Cult 22. Como foi?

Foto: Vinicius Werneck

Júpiter Maça passou por Brasília na semana passada para apresentar o novo compacto. O show foi no Cult 22, para quem não lembra ou não sabe onde é, é o antigo Landscape. Antigo, mas alguns problemas continuam os mesmos.

Quando o Moptop fechou um festival na cidade no mesmo local, o calor era tanto, que até os músicos soltaram uma piadinha sobre tocar num "inferninho". O mesmo foi ouvido dois anos depois, com Flávio Basso, o Júpiter Maçã. Cheio, lotado e com muita gente querendo entrar. Ninguém esperava que o Cult 22 Rock Bar fosse encher tanto em uma quinta-feira à noite, para ver um cara do undergroud do rock porto-alegrense, nem mesmo os donos do bar. Tanto é que a cerveja acabou e no "lugar" foram vendidas Bavarias.

Mas quem ficou lá dentro no calor e ainda mais com um maravilhoso cheiro de ciagrros, já que muita gente esqueceu que o local era fechado e resolveu fumar ali (até mesmo o Júpiter estava fumando), adorou o show, que trouxe várias músicas da carreira do cantor. Júpiter também não estava muito feliz com o som, que deu umas falhadas feias.
É... O Cult 22 Rock Bar não é um local de shows que enchem, já que o local fica insuportalmente quente.

Videoclipe - Coldplay

Coldplay - "Paradise"

Matanza está chegando


 Após algum tempo longe da capital, o quarteto country rock carioca formado por Jimmy, Donida, China e Jonas aterrissa com o Matanza em Brasília para o lançamento do Odiosa Natureza Humana, disco lançado em fevereiro.

A apresentação acontece no dia 5 de novembro, mesmo dia em que, em terrinhas paulistas, o festival Planeta Terra - a comparação é inevitável, uma vez que a vontade de ir é imensa - traz  The Strokes, Interpol e White Lies, por exemplo.

Além dos cariocas, sobem ao palco do clube Cedec (912 sul) as bandas, Bruto, Seconds of Noise, Motorreco (tributo ao Motorhead) e Kamura (GO). Ou seja, vá preparado para ouvir muito peso.

Os ingressos estão a venda nas lojas Abriu pro Rock no shopping do Gama, Porão 666 em Taguatinga e na Berlin Discos, no point Conic. Informações sobre preço no número 3484-0132.


Matanza - "Remédios demais"

17 outubro 2011

Viddeoclipe - Pato Fu


Pato Fu - "Rock and Roll Lullaby"

Livro: 24 letras por segundo

Um livro de contos nem sempre é uma daquelas coisas legais de ler. Quando apenas um escritor se presta a fazer isso inclusive, parece que a história se repete várias vezes, só o enredo muda. Algo meio novela da Globo. Mas, Rodrigo Rosp resolveu fazer uma coisa diferente. Juntou 17 escritores e lhe fez um desafio, escrever contos inspirados em seus cineastas favoritos. O resultado foi o livre 24 letras por segundo.

Entre os diretores está a nova geração, que movimenta o cinema hollywoodiano e deixa a mesmice de lado (tirando o Spilberg). Quetin Tarantino, Tim Burton, os irmãos Cohen, Woody Allen, Polanski, Bertolucci , Pedro Almodóvar e David Lynch são alguns dos nomes poresentes na coletânea.

Lendo o livro, a sensação que se tem é de estar entrando em algum dos filmes (claro que fica mais fácil se você conhecer a filmografia do cara). 

Bernardo Moraes, escritor porto-alegrense, que já tem três livros publicados, é um apaixonado por Kill Bill, que em suas palavras é um misto de “violência, sangue, palavrões, diferentes pontos de vista, uma história de vingança e referências ao mundo pop”.

No conto “O túmulo frio de Mimi Meyers” ele mistura Cães de Aluguel com Kill Bill numa maestria quase que genial. Fechar os olhos e imaginar a cena é quase que inevitável.

Outro conto que se destaca é “Todos os homens dizem eu te amo” do prórpio Rodrigo Rosp, que escreve sobre Woody Allen. Numa brincadeira com o narrador, que Allen adora fazer, Rodrigo faz com que o neurótico Alvin discuta um pouco sobre ele vai fazer nos próximos 5 minutos. A mistura é de Noivo neurótico, noiva nervosa (1977) e Dirigindo no Escuro (2002).

Para explicar o cinema de Allen, ele diz: “O clima geral da obra pode ser resumido em uma frase retirada de Descontruindo Harry: ‘é tudo niilismo, cinismo, sarcasmo e orgasmo”.

O livro, além dos contos, também traz a filomografia dos cineastas e uma ficha técnica dos autores, o que pode te ajudar a procurar àqueles que gostar mais.

Apresentando: Astronauta Pinguim

É bem provável que nenhum representante desta ou mesmo de outras épocas da produção musical brasileira seja capaz de traduzir com tanta propriedade a sonoridade ímpar exposta pelo krautrock alemão da década de 1970 (Can, Faust, Tangerine Dream, etc) com tanta propriedade e competência quanto o músico gaúcho Astronauta Pinguim.

Perdido em algum vórtice temporal que o mantém confortavelmente enclausurado nessas duas décadas de excêntricas construções musicais, o artista faz de seus discos uma porta para um universo de sons sempre nostálgicos e programações analógicas capazes de reverberar um tipo de música sempre empoeirada e hipnótica.

Tecladista estudiosos e apaixonado pelo sintetizador Moog, amante das idéias musicais de Ennio Morricone, de Brian Eno e um profundo interessado nos temas instrumentais propostos por grupos como Kraftwerk, Can ou mesmo David Bowie, fase Berlin, Pinguim faz de seu mais recente trabalho um fruto óbvio de anos de audições e experimentos em sua vasta biblioteca musical. Sob o nome emblemático de Zeitgeist/Propaganda, o álbum se distancia visivelmente das antigas transições do músico por qualquer forma de som mais ensolarado, reproduzindo assim um trabalho visivelmente mais sério.

Diferente do que fora apresentado em seu trabalho de 2008, o excelente SuperSexxxySounds, Pinguim traz um novo tipo de possibilidade ao seu trabalho, transformando o novo álbum em um projeto essencialmente urbano que faz brotar composições verdadeiramente entusiasmadas e densas. Porém, mesmo agradável e aparentando um salto musical em relação ao último disco, Zeitgeist/Propaganda e sua longa duração acabam pesando na hora em que sentamos para apreciar o álbum. Com mais de uma hora de duração e faixas que ultrapassam os sete ou oito minutos, o disco poderia ser mais enxuto e direto.


Astronauta Pinguim - "Wir sind nicht allein"

11 outubro 2011

Júpiter Maçã lança compacto em Brasília


O músico gaúcho Flávio Basso é o homem por trás da alcunha de Júpiter Maçã (ou Jupiter Apple, como ele é conhecido fora do Brasil) e transita livremente do pop ao rock e do tropicalismo a bossa nova, cantando em português, francês e inglês. O homem está constantemente na vanguarda da cultura pop nacional e é aclamado por artistas consagrados como Caetano Veloso e os americanos do Stereolab.

Cantor, compositor, músico e cineasta, Flávio Basso começou sua carreira na lendária banda de rock, TNT e formando mais tarde, com Frank Jorge, Os Cascavelettes. Em 1996 se reinventou novamente e trocou seu nome para Júpiter Maçã, dando vida à pérola psicodélica chamada A Sétima Efervescência, que mais tarde foi justamente eleito pela revista Rolling Stone Brasil como um dos 100 discos brasileiros mais importantes da história. Além de ter sido eleito pela revista Aplauso o maior e mais influente álbum do rock gaúcho em toda história.

Mudando seu nome novamente em 1999 para Jupiter Apple, ele lançou o delicado e bossa novístico Plastic Soda. O álbum conquistou sucesso de crítica e foi premiado pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). O sofisticado e eletrônico Hisscivilization (2002) e o bluesy/folky Bitter (2007) demonstraram ainda mais o talento inquieto, ímpar e influente de Flávio.

Em 2008, revisitou a tropicália no sublime Uma Tarde na Fruteira que caiu nas graças da crítica espanhola e alemã. Acabou lançado na Europa pelo selo Elefant Records.

Em 2009, single “Modern Kid” foi eleito pela revista Rolling Stone Brasil como uma das melhores canções do ano e o clipe da canção concorreu ao VMB na MTV. No ano seguinte, lançou um novo single: "Calling All Bands", seu hino celebratório à cultura das bandas pop.

Imagine o neo-Tropicalismo dos Mutantes e Tom Zé , com uma pitada de Caetano Veloso e João Gilberto, com um toque fundamental dos Beatles, Beach Boys, Supergrass e você começará a ter uma ideia do universo sonoro de Flávio Basso. Sempre original, Júpiter tem sido, até agora o segredo musical brasileiro mais bem guardado.

E antecipando o lançamento do compacto em vinil, com tiragem limitada, de Modern Kid/Calling All Bands, que sai pela nova empreitada de Júpiter, o selo J.A.C.K. (Jupiter Apple Corporation and Kingdom), o músico faz show na capital federal na próxima quinta-feira, dia 13, no Cult 22 Rock Bar. Masterizado em Abbey Road, o compacto foi produzido por Simon Gibson, um dos engenheiros responsáveis pela recente remasterização dos albuns dos Beatles.


Júpiter Maçã - "Modern Kid"

Forgotten Boys lança single

Para dar o gostinho do novo disco, Taste It!, o grupo paulista Forgotten Boys lançou este sábado (9 de outubro) no site da Trama o primeiro single, "Another Place. Curti!
O álbum mesmo está previsto para o começo de novembro e foi mixado, vejam vocês por Roy Cicala (!!!), o cara que já trabalhou com  John Lennon, Lou Reed, Patti Smith, Alice Cooper, Davie Bowie e hoje está radicado em São Paulo.

08 outubro 2011

Marisa Orth - "Romance Vol 2"


Você sabia que a consagrada atriz Marisa Orth (cala boca Magda!) é também uma excelente intérprete vocal e lançou recentemente um belo disco, chamado Romance volume 2?

Mas o lado cantora de Marisa é antigo. Nos anos 80, quando o rock 'n' roll cantado em português comandava o show business nacional e dezenas de bandas lotavam estádios, frequentavam rádios e programas de TV, a banda Luni, estava pela vanguarda paulistana com seus nove (!?) integrantes e teve uma música ("Rap do Rei") do seu único disco ( de 1988) inserida na trilha sonora da saudosa novela Que Rei Sou Eu?.

Já nos 90, Marisa veio com a banda Vexame, fruto de uma pesquisa do amigo e também ator Fernando Salém, sobre o universo da chamada música brega. Cultuado pela dramatização exagerada de músicas cafonas, Orth encarnava Maralu Menezes, personagem que comandava a banda em um híbrido entre piadas impagáveis e canções de dor de cotovelo. Sem causar o mesmo impacto de outrora, a banda acabou sendo deixada de lado aos poucos por seus integrantes, apesar de nunca ter terminado de fato.

Porém, no novo projeto, e pela primeira vez assumidamente solo, Marisa Orth canta com uma charmosa despretensão ritmos como blues, boleros e baladas. Em vez de clássicos do brega, o romantismo rasgado temperado com doses de sarcasmo é quem dá o tom. Como é o caso da música “Insanidade Temporária”, de André Abujamra, que conta a história de uma mulher que no auge de uma crise de TPM mata seu amado. Humor negro incrivelmente hilário!!

Quando decidiu lançar o disco, a atriz sabia que seria um projeto inicialmente pequeno e que teria que investir em gastos e energia para realizá-lo. “No início tudo partiu do meu bolso, mas a coisa foi crescendo. Fiquei muito feliz quando ganhei o clipe”, comentou Marisa em entrevista do ano passado. “Se eu e minha banda estivéssemos em uma grande gravadora, acho que eu escolheria essa mesma música”, comemora ela, que também contribuiu com idéias para a concepção do vídeo.

Veja, comente e se identifique.

Marisa Orth - "Insanidade Temporária"

05 outubro 2011

Videoclipe - Cachorro Grande

O grupo Cachorro Grande acaba de lançar o videoclipe da música "Difícil Segurar",que fará parte do sextodisco, Baixo Augusta, que desta vez sai pela Trama. Será que eles vão conseguir se superar. Embora tenha curtido o últimoálbum, achei-o bem fraquinho em comparação ao que eu conheço dos trabalhos anteriores. 


04 outubro 2011

Música nova do The Hives



O The Hives estava meio ssumido da mídia, mas eis que há alguns dias, eles soltaram a versão de estúdio da música "Thousand Answers", que estará no próximo álbum do grupo. Dançante e vibrante, taí, uma boa música para a pista de dança, pena que é tão curtinha.



03 outubro 2011

Apresentando: Os Haxinxins


Vindos da Zona Lost, apelido dado para a Zona Leste da cidade de São Paulo, e também de onde vieram as principais bandas garageiras da cena alternativa nacional, Os Haxixins talvez sejam a mais obscura de todas. Influenciados rock dos anos 60, pelo garage punk e a psicodelia suja e mal gravada, o curioso nome da banda surgiu inspirado no livro “Clube dos Haxixins”, de Téophile Gautier.

A recomendada obra relata as experiências de um grupo de fumantes de haxixe fundado em 1845, que reunia, em Paris, artistas e intelectuais da época, tais como o poeta e escritor Charles Baudelaire (Paraísos Artificiais), o pintor Eugene Delacroix, além do próprio autor do livro. Os encontros, sempre realizados no mítico Hotel Pimodan, na capital francesa, serviam para promover o uso do haxixe, levando seus membros a se deliciarem nas mais fantásticas alucinações e pesadelos, inspirando suas obras e, após mais de um século, influenciando igualmente os atuais Haxixins de São Paulo.

Além do visual retrô, os caras só tocam com equipamentos antigos, analógicos e fazem questão de carregar seus Gianinis Tremendões e Phelpas por onde vão. Outro diferencial das apresentações do grupo são as projeções de luzes psicodélicas sobre os músicos.

Depois de quase desistirem de gravar um disco devido a tentativas frustradas de fazê-lo como as bandas dos anos 60, em 2007 eles foram apadrinhados pelo Berlin Estúdio, na capital paulista e produzidos por um dos donos, Jonas Serodio e, finalmente conseguiram chegar ao resultado tão esperado com o uso de gravador de rolo, amplificadores valvulados e instrumentos de época.

O disco de estréia, homônimo, e o segundo “Under The Stones / Debaixo das pedras” saíram pelo selo português Groovie Records em vinil de 12 polegadas, apresentando composições próprias banhadas em ácido lisérgico, e covers de bandas obscuras de garage rock, como "Dirty Old Man" (The Electras) e "In The Deep End" (Artwoods). Na seqüência, veio a primeira turnê européia, que passou por Portugal, Espanha e Itália.

Com letras em português, guitarras fuzz, baixos hipnóticos e órgãos derretidos, os Haxixins proporcionam uma viagem visual e musical, com ou sem sua droga predileta.

E tudo isso para convidar a todos para o show dos paulistas no Cult22 Rock Bar, no próximo dia 7 de outubro!



Os Haxixins - "Onde meditar"

30 setembro 2011

Videoclipe - The Pro

Eis que surge o primeiro videoclipe da banda brasiliense The Pro e eu confesso que não achei grandes coisas. Acho que eles foram muito felizes na músicas, mas no clipe...Deixaram a desejar. Para quem quiser ouvir o disco todo, a Trama fez um faixa a faixa com o grupo. Dá uma olhada!

The Pro - "Isso é o Fim"

Rock Brasília - A Era de Ouro



Exibido na abertura do 44° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o filme Rock Brasília - Era de Ouro arrancou muitas palmas dos presentes na Sala Villa-Lobos. Focado na história de três bandas que saíram das fronteiras brasilienses e conquistaram o Brasil, o longa perde um pouco na parte histórica, mas ganha na ótima montagem e nas entrevistas históricas. 

Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana tem as histórias contadas pelos próprios agentes. Estão lá André Muller, Phillipe Seabra, os irmãos Fê e Flávio Lemos, Dona Carminha (mãe de Renato Russo), Carmen Manfredini, Dado Villa-Lobos e mais entrevistas antigas com Renato Russo, do arquivo de Vladmir Carvalho, diretor da película. 

O documentário trilha toda a histórias dessas três bandas, mostrando pontos altos e fortes de sua trajetória. É uma pena que esqueçam das outras bandas dos anos 80 que também tiveram alguma projeção nacional e também do Porão do Rock, maior festival independente do Brasil e quem primeiro abrigou uma homenagem ao cantor e compositor Renato Russo. 

Dado Villa-Lobos e Bonfá juntaram alguns amigos para subir ao palco e cantor os sucessos da Legião Urbana no festival de 2009 e a única coisa que se viu dessa noite, que se "repetiu" ontem no Rock in Rio, foi Villa-Lobos mexendo na guitarra que empunha. 

Um dos momentos mais emocionantes do longa ficou para o final e foi protagonizado pelo pai da dupla Fê e Flávio. O professor da Universidade de Brasília, Briquet de Lemos se emocinou ao falar do orgulho que sente pelos filhos.

Para quem não teve a oportunidade de assistir ao filme na abertura do festival, ainda há possibilidades de vê-lo neste domingo, dia 2 de outubro, a partir das 17h30, no Cine Brasília.

Rock Brasília - Era de Ouro

26 setembro 2011

Apresentando: Doidivinas



Gosta de Autoramas? Então já deve conhecer a atual baixista da banda, a sensual Flávia Couri. Pois bem, ela tem uma banda onde compõe, toca guitarra e canta.

As Doidivinas surgiram do desejo de Flávia (ex- Voz Del Fuego) de finalmente assumir a guitarra e os vocais de uma banda só de garotas. Ela ensinou sua grande amiga Luciana Morozini a tocar e assumir o cargo de baixista e chamou Helga Balbi (ex-Sugar Star) para a bateria e os vocais de apoio.

Na ativa desde 2006, as Doidivinas misturam o som cru do proto punk, com a alma e o visual do rockabilly, música de cabaret, o brilho do glitter e letras com doses extras de ironia e sensualidade.

Após um Ep com 4 musicas e diversos shows pelo circuito alternativo do Rio e de São Paulo, a banda lançou sem muito alarde um belo disco de estreía, pelo selo Discobertas, do pesquisador musical Marcelo Fróes. “Envenenada” é um lindo cartão de visitas para aqueles que ainda não conhecem a banda. A mistura cultural citada encontra coerência e um resultado bastante peculiar. A faixa título, provocativa parceria de Flavia com o poeta carioca Chacal tem um climão burlesco, estilo anos 20, com direito a melodias doces e letra, com o perdão da repetição, envenenada: “Você me abriu como uma porta, me devorou como uma torta de carne mal-passada”.  

O clipe da música, uma belíssima produção de época, com trajes a rigor, cenografia e figurino para entrar no clima, conta com a participação de integrantes do Canastra nos sopros e do cantor Nervoso (ex-Acabou La Tequila) como figurante.

Doidivinas - "Envenenada"

19 setembro 2011

Do Meu Jeito Favorito: Camiseta de Banda

O quão grave pode ser você querer usar simplesmente uma camiseta básica de sua banda favorita? Zero grave! Acontece que há algum tempo costumavam achar brega, uncult, adolescente demais e enfim. Passou! A moda evoluiu e, atualmente, o errado é você ditar algo como “certo” ou “errado”. Mas daí você abre seu armário e tem aqueeela camiseta super velha, e você pensa: Como vou usar isso? Vamos dar algumas dicas legais para você saber o que fazer e ainda ficar "in". 
 
Primeiro: Saiba que tudo pode se adaptar ao seu estilo atual, independente de qual seja. Segundo: customizar roupa é sempre legal! E a terceiro use o que tem a ver com você. Não faz sentido usar uma camiseta de alguma banda só pra parecer ser rocker, por exemplo. Use o que faz a sua cara e sempre ficará legal. Dito isso, fizemos um pequeno editorial com camisetas de banda pra vocês colocarem em prática o que dissemos.

A pedida tradicional: CAMISETA + CALÇA (jeans, leggin, wet leggin, saruel, boyfriend, ...). Bom ressaltar: casaquinhos sempre caem bem por cima de camisetas.
 


Para um dia onde calça não é a melhor opção, tende: CAMISETA + SHORT. Se você não quer sair de calça, mas ainda assim quer ir de short, tente uma meia calça. E vale lembrar que a meia calça, não necessariamente precisa ser usada com sapatilha preta. Aliás, se você não quer ficar com um look “batido”, o conselho é investir em sapatilhas coloridas, botas e tênis.
Outra alternativa para deixar as pernocas de fora, é usar saia. O legal é fugir do padrão da saia jeans! Você pode tentar saias estampadas, coloridas, saia-lápis, bandage, etc. 
Agora, se você curte camiseta de banda mas nunca achou um lugar pra comprar uma diferente, na internet dá para encontrar boas dicas, como a Rocket Camisetas, a Ideal Shop, a Reverbcity e a Minha Nova Playlist. Aqui em Brasília, o melhor lugar para encontrar camisetas diferentes e de bandas, já que abriga as lojas Verdurão, Kingdom Comics, Negro Blue entre outras. 




Produção: Clarissa Jurumenha
Colaboração: Alê dos Santos
Fotos: Thaís de Azevedo Nazareno
Modelo: Annelise Schulz

18 setembro 2011

Apresentando: Os Azuis



Em tempos que bandas coloridas invadem a mente da grande maioria dos jovens pelo Brasil afora, alguns grupos ainda conseguem garantir seu espaço e mostrar o que é fazer rock de verdade, sem vaselina. É o caso da banda carioca Os Azuis.

Na estrada desde 2006, os talentosos garotos chamaram a atenção do inquieto poeta Chacal (idealizador do CEP 20.000 e pai do nosso saudoso amigo Cookie Valentino) e com isso vêm circulando pela cena roqueira alternativa distribuindo sua sonoridade crua e selvagem somada a alegria juvenil de estar em cima de um palco entre amigos.

II é o título do álbum de estréia da banda. Mas a ironia tem razão de ser. O grupo passou mais de um ano gravando o que seria seu primeiro disco. O selo carioca que editaria o disco cozinhou e abortou o lançamento.  “O I nunca vai sair. Gravamos o disco durante muito tempo num selo e as coisas não estavam ficando com a nossa cara. Decidimos sair e regravar tudo como independentes. Por conta dessa demora toda, nosso disco de estréia vai se chamar II”, decreta Greco, um dos vocalistas da banda, que completa, “Dentro disso, esse foi o trabalho mais rock’n’roll possível, mais pesado e ao vivo, sem muita maquiagem e afinação eletrônica”.

Com isso, Tomé Lavigne (voz e guitarra), Greco Blue (voz e guitarra), Tomás Bastos (baixo) e Lucas Memede (bateria) produziram eles mesmo a bolacha, que além de sua versão em CD será lançado também em vinil 12 polegadas.

Com afiada veia pop, o quarteto enfileira petardos como Vadia, O Carinha e o primeiro single do disco, Hey Hey Hey, que já tem clipe oficial. A música "Não Adianta Negar" já é bem conhecida pelos fãs e o clipe totaliza mais de 50 mil visualizações no YouTube. A (ótima) masterização do disco foi realizada por Dave McNair no conceituado estúdio Sterling Sound, em Nova York (EUA), por onde já passaram bandas como Arctic Monkeys, Strokes, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, entre outros. E como diz o sábio Chacal: “Os Azuis foram abençoados pelo anjo negro do Rock n Roll”.


Os Azuis - "Hey Hey Hey"

17 setembro 2011

Resultado a promoção: Live! com Vanguart



E terminou o prazo para participar da promoção que te leva ao show do Vanguart de graça! Para participar era preciso mandar um e-mail para contato.favorite@gmail.com e responder a seguinte pergunta: "Qual o nome do segundo disco do Vanguart?". A resposta já estava no nosso blog, era só ter acompanhado as notícias por aqui. O nome do segundo álbum é Boa Parte de Mim Vai Embora, lançado em agosto deste ano. E os ganhadores da promoção foram os leitores Júlio Zart e Ana Paula Costa.

16 setembro 2011

Primeiro single do The Pro e capa do disco


 O grupo brasiliense The Pro está preparando o primeiro disco e você vai ouvir em primeiríssima mão o single "Isso é o fim" que abre o álbum. A banda está mais eletro desde o último EP, que traz, entre outras músicas "Alfama" e "Vim, Vi e Traí". Logo mais, chega um videoclipe e lógico, que nós vamos colocar por aqui. Aproveitando o ensejo, essa foto que você vê aí em cima é capa do disco, que eu honestamente, adorei! 


The Pro - Isso é o fim by Alê dos Santos

Videoclipe - Arctic Monkeys


Arctic Monkeys - "Suck It and See"

Promoção: Live! com Vanguart



Este sábado (amanhã!), 18 de setembro, o grupo cuiabano Vanguart apresenta em Brasília, no Club da Asceb (904 Sul) o segundo disco da carreira. Foram cinco anos de espera por um disco mais maduro e segundo matéria publicada hoje no Correio Braziliense, o grupo "vive um dos melhores momentos da sua carreira". E você não vai perder a oportunidade de ver o show da banda, certo? Humm...Você está sem grana? Então, meu filho esta é a sua oportunidade! Mande um e-mail para contato.favorite@gmail.com e resposta a seguinte questão: "Qual é o nome do segundo disco do Vanguart?".

Você tem até amanhã, às 12h para mandar a resposta, o resultado sai amanhã pela tarde, depois do nosso sorteio. Serão dois ingressos.

Boa sorte!

15 setembro 2011

Vídeo - Amy Winehouse e Tony Bennett

Antes sofrer o fatídico problema que até hoje ninguém sabe o que foi e falecer, Amy Winehouse gravou uma linda canção, "Body and Soul" com uma das figuras mais significativas (fodas!) do jazz, Tony Bennett. O vídeo saiu na internet ontem e nós claro, divulgamos aqui para vocês.

Tony Bennett & Amy Winehouse - Body And Soul

Agitação em Brasília



O fim de semana será bastante movimentado em Brasília. Hoje e amanhã, começa no Centro Cultural Banco do Brasil o projeto Anjos Tortos - MPB Gauche na Vida, que homenageará artistas que já passaram dessa para uma melhor (ou não), mas deixaram uma grande marca na música brasileira. O primeiro a se apresentar é Max de Castro, que mostra o repertório do pai Wilson Sominal, no show País Tropical: Sei de Cor o Amor Que Tenho Por Você. Os ingressos custam R$ 15 (inteira) e é bom correr, porque lá no CCBB as coisas acabam mega rápido!A agenda de shows é a seguinte:

Dias 17 e 18 de setembro, Jorge Mautner apresenta Maracatu Atômico: Quero Ser Locomotiva, em homenagem a Raul Seixas.Dias 22 e 23 de setembro, Xangai apresenta Bloco na Rua: Nóis É Jeca Mas É Jóia em homenagem a Sérgio Sampaio (1947-1994, capixaba). Dias 24 e 25 de setembro Chico César mostra Anjo Torto: Diz Aí Como É Que É, com canções de  homenageia Torquato Neto.Dias 29 e 30 de setembro, Jards Macalé faz Vapor Barato: Não Preciso de Gente Que me Oriente, com composições do parceiro Waly Salomão. E para finalizar a sequência, a cantora Anelis Assunção filha de Itamar Assunção homenageia o pai em Nega Música: Luz Nos Meus Olhinhos, nos dias 01 e 02 de outubro.

A Vodoohop ganha mais uma edição, nesta sexta-feira, dia 16 de setembro, com um monte de DJs de DJs, são eles Jessie Evans (Alemanha), Thomash, SoukSoukLow, Mari Perrelli e The Miguelitos. Jessie apresentará o show Is it Fire?, numa mistura de rock, música eletrônica e experimental. O que parece ser uma noite muito divertida. E os 80 primeiras que forem de bicileta até o evento, entra de graça! E os ingressos estão R$ 20 (primeiro lote), à venda  no Balaio Cafe (201 Norte), Koni (109N e 209S) , Loja.com (307 Sul e Brasília Shopping) e Rayuela (412 Sul). O lugar, como vocês sabem, ainda não foi revelado. Fique do olho no Facebook da festa!




No sábado, dia 17 de setembro, a batalha será grande. Para onde ir? No Club da Asceb (904 sul), o grupo Vanguart chega em Brasília na festa Live Sessions!, para mostrar (finalmente) as músicas do segundo disco, Boa parte de mim vai embora, que ficou disponível para audição no Facebook da banda. A abertura será do grupo Phonopop e os ingressos custam  R$ 20 (antecipados na A Loja.Com, Brasília Shopping), R$ 25 (no local, até 01h) e R$ 30 (após). 

No mesmo dia, ainda rola a festa Criolina King Size, com os DJs Oops, Barata, Pezão, Nagô, Chicco Aquino, Wash, Candian, Cochlar e intervenções artísticas de Gabriel Marques (Plic, Grupo de performances Serpentes Que Fumam (Andaime). Além disso, rola um lugar bem fino para você tomar champange e escutar "música para fazer biquinho" (seja lá o que isso quer dizer).Tudo isso será no Arena. Os ingressos custam R$ 20 (antecipados).

Ainda no mesmo dia, ainda tem a festa Bizarre Love Triangle, que comemora seus 9 anos de atividade! Saiba disso e mais na nossa Agenda.

08 setembro 2011

Videoclipe - Wilco

O Wilco disponibilizou o disco The Whole Love para audição apenas no dia 3 de setembro e para quem não conseguiu escutar nada ou se esqueceu (como eu!), o grupo acaba de lançar o videoclipe da música "Bonr Alone". Eu gostei muito dos dois. Dá uma olhada:


Wilco - "Born Alone"

07 setembro 2011

Apresentando: Camarones Orquestra Guitarrística


 Uma grata surpresa pra muitos presentes ao festival Porão do Rock 2011, a banda potiguar de rock instrumental Camarones Orquestra Guitarrística é na verdade, um dos grupos mais ativos do país. A turnê atual da banda já passa a marca de 120 apresentações e deve chegar a 160 shows até o fim do ano. O grupo do Rio Grande do Norte já tocou em festivais como Dosol, Abril Rock Rock, RecBeat, Feira da Música do CE, Jambolada, Feira Música Brasil, Demo Sul, Bananada, Festival Mundo, entre outros.

Com um disco na bagagem, homônimo, o conjunto de Natal já está para lançar o segundo trabalho, intitulado de Espionagem Industrial. O novo filhote dos Camarones foi gravado em Natal e tem produção do ex-Forgotten Boys Chuck Hipólito e vem dividido em dois lados, numa alusão aos saudosos tempos do vinil. O lado “A” conta com onze faixas e será prensado em CDs físicos. Já o lado “B” possui cinco faixas e foi feito em parceria com bandas amigas, são elas: Canastra(RJ), Talma&Gadelha(RN), Chimpnazé Club Trio(SP), Hossegor(RN) e The Baggios(SE).

O grupo potiguar planeja ainda para este ano, uma passagem pela América Latina, onde o seu primeiro trabalho será lançado pelo selo argentino Scatter Records e pelo selo chileno Furia Discos. A formação atual conta com Kaká Monteiro (guitarra), Ana Morena (baixo), Anderson Foca (Teclado e efeitos), Xandi Rocha (Bateria), e Leo Martinez (guitarra).


06 setembro 2011

Videoclipe - Mombojó

O grupo pernambucano Mombojó continua brincando no espaço junto com os robôs e mais uma vez o videoclipe é também um curta. Eu não gosto muito dessa músicas, mas o vídeo é bem legal. Confira!

Mombojó - "Antimonotomia"