29 novembro 2010

Thiago Pethit em dose dupla

Divulgação
Depois de ganhar o prêmio de promessa da música da MTV no Video Music Brasil (VMB) e de rodar algumas das principais capitais do Brasil, Thiago Pethit desembarca em Brasília com duas apresentações marcadas.

Lançando seu primeiro disco, Berlim Texas, Pethit vem mostrar um pouco da sua originalidade que o transformou no mais novo queridinho da música brasileira. Um disco que contou com algumas participações mais do que especiais, como a de Héllio Flanders (Vanguart), Regis Damasceno (Cidadão Instigado) e do coro intiulado Novos Paulistas (que além dele tem Tiê, Tulipa Ruiz, Tatá Aeroplano e Dudu Tsuda).

Com duas apresentações marcada para a cidade, Pethit passará pela FNAC para um pocket show às 19h, com direito a sessão de autógrafos. E esticando a noite depois das 22h, a apresentação acontece no Gate's Pub (403 sul). Lá, além de Pethit, se apresentam a cantora brasiliense Beatriz Águida e os DJ's Fábio Pop (indiecentMusic) e Giuliano Manfredini. No Gate's a entrada é R$ 15 e a classificação é de 18 anos. Maiores informações no telefone 9117-2048.

23 novembro 2010

Zeca Baleiro passa por Brasília


Zeca Baleiro com o "Bala na Agulha"_Divulgação
Não é novidade ter o Zeca Baleiro passando por Brasília. Eu sei! Mas dessa vez é de graça e ainda dá para comprar os discos novos e o livro! A Fnac Brasília realiza todo ano uma noite especial para os associados da loja, mas dessa vez a entrada é aberta para todos os mortais. Como eu e você!

Esta quinta-feira, dia 25 de novembro, o evento começa com o pocket show de Marcel Camelier e segue para a grande atração da noite. A partir das 21h, o maranhense Zeca Baleiro que lançará os seus dois discos, “Trilhas” com as músicas que ele já emplacou em trilhas sonoras de cinema e dança e, “Concertos” que traz o show que ele fez este ano no teatro da Fecap. O show tem uma infinita mistura de MPB com rock and roll, marca registrada do cantor e compositor. As versões vão de Foo Fighters até o Assis Valente. Os dois CDs saem pelo seu próprio selo, o Saravá Records.

Além disso, ele lançará em Brasília o livro “Bala na Agulha – reflexões de boteco, pastéis de memória e outras frituras”, que reúne uma série de textos sobre assuntos diversos que ele escreve desde 2005 em seu site oficial. Portanto, ele estará autografando tudo!

Baleiro também fará um show na sexta, dia 26 de novembro no Centro de Convenções e os ingressos não estão tão caros assim, R$ 70 (meia VIP) e R$ 40 (meia - superior). 

Para terminar a noite, a cantora carioca Mariana Baltar faz uma apresentação regada a MPB.

22 novembro 2010

Entrevista - Zémaria

Zémaria
"Aqui não tem silêncio", tirada do disco Trax 11, talvez seja a melhor definição do grupo capixaba Zémaria, que achou um tempinho na sua agenda e bateu um papo com o My Favorite Way.

Formada no final da década de 90, por Sanny Lys, Marcel, Negoléo e Spon, o Zémaria tem se destacado no cenário musical nacional e internacional. O grupo tem algumas turnês no exterior e várias datas (atualmente) no Brasil e cada vez mais vem conquistando seguidores aqui na terrinha, com sua mistura explosiva de rock e música eletrônica.

Enérgico em suas apresentações ao vivo, o Zémaria passou por Brasília na última edição do festival Porão do Rock (leia a cobertura dos shows aqui), e fez na minha opinião, o melhor show da noite, batendo de frente com gente grande, exemplo do She Wants Revenge que se apresentou antes do quarteto.

Marcel Dadalto (o cara que dá entrevistas) falou sobre o novo disco, The Space Ahead, lançado ano passado, o envolvimento com o coletivo também capixaba Smoke Island e alguns outros assuntos, curte aí!

My Favorite Way: Após seis turnês na Europa, vocês estão preparando alguma coisa apenas para o Brasil? Vocês já estão fazendo alguns shows por aí.

Marcel Dadalto: O ano de 2010 está sendo bem legal pra gente. Em fevereiro fizemos uma ótima tour pela Europa e tivemos a oportunidade de tocar num festival na Noruega, que foi mágico! Na sequência fomos indicados ao Prêmio Levis Music 2010 (Eles não ganharam, mas Levis ainda deu uma pequena patrococinada na carreira da banda e lançou o videoclipe da música "The Space Ahead", que você assiste lá embaixo) e logo depois ao VMB 2010. Isso tudo deu um impulso no nosso nome aqui no Brasil, já que de uns 4 anos pra cá a gente estava meio sumido daqui. Nós estaamos agora acabando de montar nosso novo estúdio aqui em Vitória e isso com certeza vai ser muito bom para as novas composições. Estamos com um novo disco pra fazer e temos que entregar ele pronto no primeiro semestre de 2011.

MFW: Falando um pouco do último disco, The Space Ahead, quais foram as principais influências?

Marcel Dadalto: Cara, acho que ele é uma síntese de tudo isso que a banda viveu nestes últimos anos. As turnês, as diferentes pessoas e lugares que conhecemos nesse tempo todo rodando pela Europa.

MFW: O que mudou no processo criativo da banda, que alterou um pouco a sonoridade após o 11 Trax?

Marcel Dadalto: Tudo! Sempre muda alguma coisa. A gente muda e isso é ótimo! Com certeza o próximo disco vai estar em outro lugar, com uma sonoridade diferente. Tomara!
O 11Trax foi feito enquanto morávamos em São Paulo e ele tem essa influência da urbe em suas músicas. O The Space Ahead foi todo escrito em Vitória, no mormaço da ilha. Acho que nossa maior influência sempre foi os lugares onde passamos. Todas aquelas cidades que você passa e pensa: eu moraria aqui... Agora na sonoridade acho que a mudança é mesmo um reflexo das horas que passamos no estúdio. A gente sempre se gravou. Aliás, a primeira vez que gravamos algo em estúdio foi esse ano, no TV Trama, e foi ótimo!
Mas desde o primeiro disco até este último, foi a gente mesmo quem fez tudo. Das letras aos arranjos, gravação, mixagem... Daí acho que é normal essa melhora na técnica com o passar do tempo, de ir conhecendo melhor os processos de gravação.

MFW: Em relação a custos, vocês têm algum patrocínio para eventuais apresentações, especialmente as que acontecem no exterior?

Marcel Dadalto: Hoje a logística da tour se paga, mas nem sempre foi assim. A gente já tirou bastante dinheiro do bolso pra investir nessas turnês. A gente entra com projetos em leis de incentivo cultural, editais de cultura... E às vezes rola.

MFW: Qual o envolvimento da banda com o “projeto” Smoke Island?

Marcel Dadalto: O Smoke Island é uma idéia minha e hoje o selo/blog é formado por colaboradores da cena local. Diego Locatelli, do projeto FUEL, faz a linha de frente do blog. Por ser um dos DJs que mais atua na cena local, ele está sempre ligado nas novidades que estão rolando nas ruas e nos Ipods da rapaziada daqui. Eu uso os contatos que faço na estrada com o Zémaria para ampliar cada vez mais o alcance do selo. As produções locais estão cada vez melhores e o selo apareceu em um ótimo momento. No dia 11 de dezembro teremos a terceira edição do Smoke Island Festival e com ele lançaremos uma nova coletânea. Se você não escutou ainda, segue o link http://soundcloud.com/smoke_island/sets/smoke-island-collection

MFW: De produto nacional, o que vocês têm escutado?

Marcel Dadalto: Meus broders daqui da área: Trepax, Solana, JoeZee, Mesu Komuro Trio, FUEL, Tamy, Andre Paste, Fe Pasqual, Audiomindz... Gosto muito também do Database, Holger, Tiê, Copacabana Club, Wannabe Jalva... Tem muita coisa foda por aí!

MFW: Vocês sentem muita diferença entre o público gringo e o daqui?

Marcel Dadalto: Não muita. É tudo muito parecido no final das contas. Talvez lá fora as pessoas dêem um pouco mais de valor por você ser de outro país. Mas isso acontece aqui também quando um gringo vem tocar.

MFW: Depois de consolidada, a banda ainda sofre alguma dificuldade para se estabelecer principalmente no cenário nacional?

Marcel Dadalto: Não acho que somos uma banda consolidada. Não no sentido comercial. O Brasil está apenas começando a formar um mercado cultural, então muita coisa vai mudar ainda. Acredito que para melhor. Claro que todo mundo que esta nessa sabe das dificuldades, que são dificuldades não apenas dessa profissão, de músico, é uma coisa do país mesmo. Umas das coisas que mais acho foda lá fora é isso. Como tem milhões de bandas que não são tão conhecidas, que são ótimas mas não fazem sucesso, saca? E essas bandas se sustentam numa boa, tocam direto, com dignidade... Existe um circuito sabe? Isso que me deixa mais triste de não termos isso no Brasil: um mercado independente que viabilize essa fatia da produção cultural, que na real é a base da parada.

MFW: No Brasil, vocês são uma das poucas bandas que fazem música eletrônica da forma tocada, distante do apenas “DJ”. Para você, qual a importância da música eletrônica ser difundida no país?

Marcel Dadalto: Não consigo rotular o Zémaria como uma banda de música eletrônica. Eu acho bem rock na real... Talvez pela vibe, pela ideia dos riffs, progressão harmônica, essas paradas. Mas fico feliz em participar desta época da musica brasileira, cada vez mais universal, mais plural. Sobre esse papo de DJ, banda, live... Lembrei de uma vez que eu vi um set do Richie Hawtin no Bar 25, o cara tava a tipo 3 palmos de distância, numa energia tão foda e o cara moendo o mixer, suando, pulando... Na sequência, vi o show do Klaxons no O2 Wireless Festival. Na boa, eu gosto de Klaxons, acho legal, mas o show foi tão sem sal, sem presença, sem improvisos, todo bonitinho, sem erros... Já o Richie tava totalmente louco, apaixonado com o mixer, ele tava ali de verdade, puro rock'n'roll. Eu acho que não tem mais dessa... Se é DJ, live, banda, rock, electro, pop, dubstep... O importante é se a musica é boa.

Zémaria - "The Space Ahead"


Promoção: E já que estamos com o disco do Zémaria quentinho, o que acha que concorrer ao The Space Ahead. Se você curte a banda, mande um e-mail para contato.favorite e nos diga "Qual a música que você mais gosta do Zémaria?". A promoção segue até o dia 29 de novembro! Corre lá!

19 novembro 2010

Especial Planeta Terra - Smashing Pumpinks


Muitas brigas, drogas, rock e “tristeza” entremearam a vida de Billy Corgan e companhia. Nos últimos anos a polêmica foi a coisa que mais fez parte da vida da banda. Alguém se lembra dos boatos de Corgan tendo um caso com a patricinha Jessica Simpson? E agora o careca dizendo que pode sim bater nos caras do Pavement? (Em entrevista recente a Folha, ele afirmou: “"Não vamos nos encontrar, por que senão vai ter uma briga. Eu não gosto deles". Que tipo de briga? "Bem, você sabe, quando você fecha a mão e dá um soco na cara da pessoa.").

O Smashing Pumpinks interrompeu seus trabalhos no ano de 2000 e só em 2006 retornou aos palcos com um novo disco, “Zeitgeist”. Na formação, havia outro remanescente da trupe, o baterista Jimmy Chamberlin, que, diga-se de passagem, saiu do grupo ano passado. Será que esse tal de Billy Corgan é um cara fácil de lidar? É isso que Mike Byrne, o novo baterista, Nicole Fiorentino, a nova baixista e Jeff Schroeder estão tentando descobrir.
Para os fãs com certeza será uma celebração. O show deve durar cerca de duas horas e passará pelos grandes sucessos dos Pumpinks, “Tonight, tonight”, “Disarm” e por que não, “1979” (eu espero ouvir essa, já que não sou uma grande fã da banda).

Para quem não sabe, o grupo está divulgando um grande álbum, "Teargarden by Kaleidyscope", com 44 músicas, que estão na internet para download gratuito. Já foram divulgadas 6 canções, que você pode baixar aí embaixo ou no site oficial da banda.

O grupo fecha o Main Stage a 1h30 da matina.

Marcelo Camelo no MTV Ao Vivo


Marcelo Camelo fez um show em Salvador e a MTV vai transmitir esse "baile" hoje, a partir das 20h no programa MTV Ao Vivo. O DVD dessa apresentação (que claro contou com a Mallu Magalhães) estará nas lojas a partir de amanhã e foi gravado na Concha Acústico do Teatro Castro Alves, em Salvador, no dia 3 de abril de 2009, dentro do projeto Sua Nota É Um Show, diante de 5 mil pessoas.

16 novembro 2010

Bloco Sonoro #4


Mal começamos a semana depois do feriado e boas notícias já portam por aqui. No próximo sábado (20), o coletivo Bloco Cultural traz a cidade a quarta edição do Bloco Sonoro, projeto que visa divulgar a música independente do Brasil e do Distrito Federal.


Nessa edição, os convidados são os locais das bandas Valdez, Korina, Enema Noise, Hellena e fechando a lista, toda a genialidade e criatividade dos goianos do Violins. A banda volta a se apresentar em Brasília depois de retornar do hiato feito em 2008 para lançar o último disco, A greve das navalhas.  Além das bandas, os DJs  Tuzão (Tiro Williams) e Gustavo e Gorfo (Cassino Supernova) também agitam a noite.

A quarta edição do Bloco Sonoro acontece no Clube da CEB na 904 Sul, a partir das 22h. A entrada custa a bagatela de R$5,00 até as 22h ou com o nome na lista (festa.bloco.sonoro@gmail.com) e R$10,00 após.

Paulinho Moska lança novo álbum em Brasília

Paulinho Moska

Depois de 6 anos sem lançar absolutamente nenhum registro fonográfico inédito, Paulinho Moska optou por fazer um álbum duplo este ano. Muito Pouco, foi dividido em duas partes, o primeiro traz canções mais animadas, com guitarra, baixo e bateria e o segundo é mais leve, com canções voz e violão.

Moska conta que foi difícil escolher apenas 12 músicas para um novo disco e depois de ver todo o material que tinha, acabou por se decidir por 18 faixas. O mote do(s) álbum(ns) é a música “Muito Pouco”, que foi gravada primeiramente por Maria Rita, em seu disco Segundo. Para ele, esta é a canção mais forte de seu novo repertório, que nessa vida cheia de contradições cai como uma luva. 

Nesse meio tempo em que não trabalhou em um novo lançamento, Paulinho Moska não ficou parado. Em 2007 ainda estava fazendo shows de seu disco Tudo Novo De Novo, lançado em 2003 e em 2008 se preparou para lançar o CD e DVD do programa que apresenta no Canal Brasil, o Zoombido.

Todo esse trabalho de maturação de Muito Pouco também vem do que o artista viveu com sua gravadora. Ele saiu da EMI em 2004, podendo assim ter mais prazo para fazer algo mais maduro. Além disso, o agora papai e senhor casado também pôde se dedicar mais aos momentos sagrados da família. O disco é cheio de participações especiais, como as do Bajofondo, Kevin Johansen, Maria Gadú, Pedro Aznar e Chico César.

O cantor e compositor estará em Brasília este sábado, dia 20 de novembro para mostrar seu novo disco. A apresentação é única, a partir das 21h no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Os ingressos custam R$ 120,00 (inteira) e estão a venda nas lojas Hat Shop (Brasília Shopping, Terraço Shopping e 206 Sul).

12 novembro 2010

Pílulas News

O quadro "Mundo Rock" faz um apanhado do que aconteceu na última semana e vale ser comentado no programa Cult 22. A partir de hoje, vamos divulgar na íntegra aqui no blog todo o material sob outro nome, o "Pílulas News". 

O Stone Temple Pilots deve chegar em terras tupiniquins no dia 09 de dezembro, para se apresentarem no Via Funchal, em São Paulo, onde os ingressos vão de R$ 200 a R$ 300. A apresentação também se estende para o Circo Voador, no Rio de Janeiro, dia 11 de dezembro e com ingressos mais em conta, variando de R$ 50 a R$ 220.

E em 2011, quem passa pelo Brasil é o Metallica. O grupo é a primeira atração internacional confirmada para o Rock in Rio que vai rolar no seu local de origem, o Rio de Janeiro. A produção do evento também já anunciou que os ingressos para o evento serão vendidos a partir da próxima dia 19, ou seja, sexta-feira que vem. O passaporte intitulado Rock in Rio Card custará R$ 190 e só estará disponível no site do oficial do Rock in Rio.

Pulp
Separados desde 1996, o Pulp anunciou via Facebook que estará de voltas aos palcos ano que vem. O grupo vai se apresentar em dois festivais, mas ainda não há muito mais detalhes de onde e quando. A única coisa que os fãs devem saber é que as apresentações passarão por toda a vida da banda, portanto estará cheia de sucessos. O retorno aos palcos contará com toda a formação original do Pulp, Nick Banks, Candida Doyle, Steve Mackey, Russell Senior e Mark Webber e Jarvis Cocker.

E o produtor Mark Ronson (aquele que ajudou a Amy Winehouse a gravar o disco “Back to Black”, lembrando que a cantora estará no Brasil em 2011), deve assinar mais uma bem sucedida parceria musical. Dessa vez, a banda é um dos ícones dos anos 80, o Duran Duran. A notícia divulgada no site oficial do grupo revela que o álbum, intitulado All You Need Is Now, será lançado no Itunes com noves faixas, no dia 21 de dezembro e chega as lojas em seu formato físico com 12 canções, a partir de fevereiro.

 E se é para falar de lançamento, tem um que não para rondar a internet. Segunda, dia 08 de novembro o site oficial da já falecido Rei do Pop, Michael Jackson divulgou uma faixa que seria supostamente de autoria o cantor e o que aconteceu? Polêmica! É claro! Nem depois de morto Michael Jackson descansa em paz. Os sobrinhos do astro informaram a partir de seus Twitters que a faixa não era verossímil e que o tio não tinha gravado uma faixa de tão baixa qualidade. De acordo com eles aquela é uma mistura de vocais do cantor com a de um imitador de Michael. O fato é que a música fará parte do disco “Michael” que sairá pela gravadora Sony Music, que você já pode adquirir por pré venda no site oficial ao artista.

Escuta aí embaixo e vê o que você acha. 


Especial Planeta Terra - Girl Talk

Girl Talk

Girl Talk é o pseudônimo de Gregg Gillis Michael que chega ao Planeta Terra para fazer barulhos com seus remixes e mashups, a junção de duas músicas em uma só.

Começando a fazer música em 2001, o projeto faz uma mescla de inúmeras coisas que passam pelo hip-hop misturando-se a Avril Lavigne (?). De lá pra cá, quatro discos foram lançados, EP's, algumas compilações, e remixes de artistas do calibre de Beck, Grizzly Bear, Simian Mobile Disco e até dos brasileiros do Bonde do Rolê.

A apresentação do cara parece ter todos os ingredientes para agitar os remanescentes do Play Center, já que Girl Talk sobe ao palco Gillette Hands Up (indie stage) às 2h e encerra o festival às 3h30.

11 novembro 2010

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana se apresenta na UnB

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana
A Universidade de Brasília preparou alguns shows para a Semana Universitária e a grande atração é a banda Orquestra Brasileira de Música Jamaicana. O palco está montado logo atrás da agência do Banco do Brasil, próxima ao Restaurante Universitário (RU), tem entrada franca e começa às 21h. 

O grupo nasceu na cabeça do produtor e músico Sérgio Soffiatti apenas para tocar música jamaicana de raiz, porém, a Orquestra resolveu fazer algo novo e diferente. Resolveram fazer releituras de clássicos da MPB, como "Águas de Março", "Barquinho", "Samba de Verão", "Garota de Ipanema" misturados aos sons do ska, jazz, reggae e outros.

O som, portanto virou original e dançante. O primeiro single é “Ska Around the Nation” e o disco está em produção, mas já há um EP com download gratuito. Além de Sérgio nos vocais e guitarras, a banda também é formada por Ruben Marley (trombone), Marcelo Cotarelli (trompete e flugel), Fernando Bastos (sax tenor e flauta), Igor Thomaz (sax barítono e alto), Fabio Luchs (bateria), Rafael Toloi (baixo), Pedro Cunha (teclados) e Pipeta (trompete e flugel).

10 novembro 2010

Cassino Supernova lança single esta sexta


Sexta-feira e você não sabe o que fazer na cidade? Então, a gente te dá uma dica. O grupo Cassino Supernova (mistura de rock dos anos 60 e indie) irá lançar seu mais novo single "Deutsch Küchen" em um show na UnB, que também contará com as bandas Os Dinamites e Johnny Suxxx n´ the Fancy Boys (GO) e tudo isso com entrada franca. Para mais informações, dá uma olhada aí no flyer. 

A música já era apresentada nos shows do grupo e agora você também pode ouvi-la e baixá-lo em primeira mão aqui no My Favorite Way.


Cassino Supernova Deustch by Alê dos Santos

Especial Planeta Terra - Empire of the Sun

Empire of the Sun
Provavelmente você já dançou ao som do Empire of the Sun, já que a banda foi quem gravou a ótima música "Walking on a Dream”, também nome do primeiro disco (que lembra último lançamento de Bruce Springsteen). O álbum foi lançado em 2008 e o grupo até hoje trabalham no mesmo.

O projeto do duo de Luke Steele do The Sleepy Jackson e Nick Littlemore do PNAU, nasceu sem muita pretensão, mas ganhou bastante destaque depois do disco.

Particularmente acho o grupo australiano legal. Nada mais que isso. Eles sabem juntar muito bem o eletrônico com um pouco de rock e não te deixar ficar parado, mas na escolha de bandas, eu deixo o Empire of the Sun de lado e corro para ver o Pavement.

O Empire of te Sun toca 0h40 no Indie Stage ou Gilete Hands Up.

Empire of the Sun - "We Are the People"

09 novembro 2010

Videoclipe - Plebe Rude

Para muitos a banda está parada, mas eles estão mostrando que ainda estão bem ativos. A Plebe Rude faz parte da trilha sonora do filme "Federal" que está nos cinemas desde a semana passada e aproveitou para fazer um videoclipe de "The Wake". O longa do diretor Erick de Castro não tem ganhado boas críticas. Na verdade, diz-se que ele é bem vazio em comparação a outras que discorrem sobre o mesmo tema. Mas o elenco é bem pesado, com nome como Selton Mello, Carlos Alberto Riccelli e Eduardo Dusek. 

Plabe Rude - "The Wake"

Wander Wildner libera álbum para audição

O gaúcho Wander Wildner vai lançar seu sexto álbum em dezembro, mas aliviou as coisas para os fãs e jogou em seu Myspace o disco completinho para audição. Caminando y Cantando tem influências latinas como o anterior, La Canción Inesperada (2008). De acordo com o site Rock em Geral, o álbum "foi feito a partir de viagens que o músico andarilho fez às cidades de Buenos Aires, Montevídeu e Berlim".

Comer, Rezar, Amar


O filme já deve estar prestes a sair de cartaz, mas para quem gosta de uma comédia romântica vale a pena conferir “Comer, Rezar, Amar”, longa que conta com ótimas atuações.

Liz (Julia Roberts) é uma mulher que acabou de passar por um casamento que não deu certo e por um namoro que também foi difícil. Cansada, ela resolve dar um tempo para si mesma e fazer as três coisas que ela julga serem os prazeres da vida, comer, rezar e amar. Ela não chega a cogitar a última coisa, mas acaba acontecendo meio que sem querer. Chegaremos nesse ponto logo mais. Sua vida começa a tomar outro rumo, quando a escritora vai fazer uma matéria na Indonésia e consulta um guru do local. Ele lhe conta que ela terá dois casamentos, um curto e um longo, e além dessas e de outras ela irá voltar para ajudá-lo no aperfeiçoamento de seu inglês. Isso acontece, mas antes ela passa pela Itália e consome as mais deliciosas massas, carnes e vinhos, que jamais havia degustado, juntamente com uma família de italianos, que conhece por lá. Segue para um retiro espiritual na Índia, onde tem sérios problemas para se aceitar e aceitar a rotina do local e por fim, consegue a última vírgula do nome do filme.

Embora não tivesse pensado em se apaixonar e de uma certa forma até lute contra isso, Liz é conquistada pelo charme do brasileiro Felipe (Javier Bardem).

O longa é mais uma historieta morna, que ganha créditos por sair da mesmice de outros filmes, já que é uma história real. (Ele foi adaptado para o cinema a partir do livro de mesmo nome, de Elizabeth Gilbert). E o mais estranho é ver que nós brasileiros temos o costume de beijar os nossos filhos na boca, coisa que só acontece em algumas famílias, porém no longa isso é vendido como uma coisa cultural. (Meus pais nunca me beijaram na boca, o de vocês já?)

Trailer de "Comer, Rezaer, Amar"

08 novembro 2010

Especial Planeta Terra - Hot Chip

Hot Chip

Compondo o time eletrônico do festival Planeta Terra, o Hot Chip vem mostrar o pop nem tão pesado assim do seu último disco One Life Stand, e outros clássicos das pistas, como o hit chiclete "Ready for the floor".

Formada em 2000, o Hot Chip chega a São Paulo depois de ter passado por alguns dos principais festivais de música do mundo, incluindo aí, o badalado Glastonbury. Além disso, cabe ao grupo representar a música eletrônica (propriamente dita) no festival, já que além deles, os únicos representantes são Empire The Sun e Girl Talk.

Com quatro discos lançados, inúmeros singles e vários prêmios, o Hot Chip é composto por Alexis Taylor, Joe Goddard (que inclusive tem disco solo e já se apresentou no Brasil), Owen Clarke, Al Doyle e Felix Martin. O grupo, além de Joe, já esteve em solo brasileiro em 2007, no extinto TIM festival.

O Hot Chip é atração do palco Gillette Hands Up (indie stage), e sacode a pista logo após o Passion Pit.

03 novembro 2010

Silvia Machete no Oi Brasília

Silvia Machete_Alê dos Santos

É difícil fotografar ao show de Silvia Machete, pois você tem que estar sempre com a máquina em mãos para não perder nenhum momento dele. Ela troca de figurinos, dança, mas “palhaçadas”, rebola, gira em um lustre, vai para o meio da plateia... Ela não para!

Aqui em Brasília, na última sexta-feira, dia 29 de outubro, ela apresentou o show de seu último disco “Extravaganza” lançado este ano. A apresentação começou atrasada, marcada para 21h, só vimos Sílvia meia hora depois. Entre os momentos cansativos de espera, está um longo vídeo sobre o projeto “Encantadoras”, que traz sempre uma voz feminina para cantar no Teatro Oi Brasília, coisa que o espaço deve repensar.

Em um vestidinho preto e curto, mas não tão curto quanto o que ela ainda iria vestir naquela noite, Sílvia entrou no palco e era só sorrisos. Começou cantado “Noite Torta” (Itamar Assunção), que abre o álbum.
Acompanhada por Fabiano Krieger (guitarra), Bruno Di Lullo (baixo), Roberto Silva (trombone), João Sabatto (bateria) e Artur Dutra (vibrafone), que quando apresentado leu um texto, recebeu palmas da plateia, que ganhou de Sílvia a seguinte frase:

- Ah! Vocês nem conhecem o Vitor (não consegui descobrir quem era). Aqui nós somos cultos!

E essa foi só uma das tantas brincadeiras e piadas que a moça fez no palco. Antes de cantar a única música que sua autoria (sozinha), “O baixo”, enquanto ela troca de roupa, rola uma entrevista dela, com ela mesma sobre a canção. Quando volta, a dança sensual em cima do enorme contra-baixo, torna-se uma cena hilária. Ela também faz brincadeiras em francês, inglês e espanhol, no último idioma conta que morou na Argentina quando criança. E se você achou isso tudo muito bom, ainda tem muito mais.

Veja mais fotos no nosso Flickr. 

02 novembro 2010

Tropa de Elite 2


Tropa de Elite 2 é uma daqueles filmes que parece que você está assistindo televisão, mais precisamente o noticiário do dia em algum jornal noturno. Embora Padilha tenha feito questão de dizer no começo do Tropa, que aquela era uma obra de ficção e caso houvesse alguma semelhança com a realidade, tudo não passava de uma coincidência, não é bem isso que acontece.

Neste filme, o “querido” Capitão Nascimento é promovido a Coronel depois de uma ação malsucedida do BOPE na cadeia mais temida pelos bandidos na época, Bangu. Coisa não dá muito para entender, se você estiver apenas lendo, mas as respostas estão no longa e eu não vou contar para não perder a graça. O fato é que ele passa a fazer com que a corporação mais bem treinada da polícia passe a caçar os bandidos e traficantes das favelas do Rio de Janeiro como nunca se viu na cidade. Ao mesmo tempo uma outra liderança aparece nas favelas, as tão temidas milícias.

Se moradores sofriam nas mãos de alguns carrascos traficantes, quando algum deles era “dono” do morro, com as milícias passaram a sofrer muito mais. Não precisa nem ir longe, quem não lembra da quantidade de mortes anunciadas nos jornais durante as ocupações das milícias. As chamadas “queima de arquivos”, ou seja mortes em massa.

O Tropa de Elite 2 retrata tudo isso, mas dessa vez, sabendo que quem viveu a tão pouco tempo, tem tudo na memória, eles dão uma visão diferente aqui. Voltamos então ao Coronel Nascimento, que dessa vez tem um filho de 16 anos, que ele ama, mas tem dificuldades de se aproximar; sua ex-mulher agora é casa com o seu inimigo número 1 e a política que ele acreditava ser a melhor para o povo, não é bem aquela ele pensava que era.

Aí, está a “beleza” e a realidade de Tropa 2, ele humaniza esse cara que no primeiro filme (bem mais chocante, diga-se de passagem), é quase visto como uma máquina de matar marginais.

Eu poderia parar por aí, mas preciso contar que quando assisti a continuação de filme de Padilha, estava lendo um livro chamado “Abusado”, do Caco Barcellos. Nele, o jornalista retrata a vida de um traficante, no livro, Juliano VP, na realidade, Marcinho VP, “dono” do Morro Santa Marta, em São Paulo. E eu nunca vi tanta realidade em um filme como vi em Tropa de Elite 2. Lendo o livro, eu revivi muitos momentos que o longa retrata e eu só que queria nada disso tivesse realmente acontecido. A obra do cineasta pode até avisar que tudo não passa de história, mas a realidade está latente e sangrando por aí.

Trailer de Tropa de Elite 2


01 novembro 2010

Vídeo - Paul McCartney no Fantástico

Paul deu uma entrevista direto de Londres para o apresentador do Fantástico, Zeca Camargo e cara, ficou muito boa! Você não conseguiu assistir ontem? Então dá uma sacada: