16 novembro 2009

Pontos Altos e Baixos do Planeta Terra 2009

Organização: os horários foram respeitados e os atrasos foram mínimos. Receber um porta bituca e programação na entrada foi muito bom, para que ninguém ficasse perdido e pudesse fazer o seu itinerário sem perder os shows que gostaria de ver. Ter a estrutura do parque também foi bom já, pois tínhamos banheiros (usar banheiros químicos é horrível, mas eles também estavam lá para eventualidades). Outro destaque foi a limpeza.

Brinquedos: ter 90% dos brinquedos do Playcenter funcionando e liberados foi sensacional. Dava para assistir a um show e no intervalo sair correndo para a montanha-russa, por exemplo. Isso deixou o ambiente bem mais leve.

Entrevistas: durante os intervalos rolavam umas entrevistas com as bandas e pessoas que passavam pelo festival, para entreter a galera, como que aconteceu no ano passado. Foi legal ver Macaco Bong, Primal Scream, CSS, Maxïmo Park, mas o pessoal vacilou quando resolveu colocar Marcos Pasquim, o cara do Fresno e Paulo Ricardo. As vaias foram merecidas.

Programação: o festival acertou em trazer Sonic Youth e Iggy Pop & The Stooges como cabeças, mas parece que eles gastaram tanto com essas atrações, que acabaram não trazendo atrações menores (internacionais) bacanas, como Foals, Spoon e Animal Collective no ano passado.

Praça de alimentação: os preços eram altos demais, por comidas que enchiam de menos. Foi melhor esperar sair da arena e comer um cachorro-quente duvidoso na saída do show.

Transporte: colocar um ônibus no metrô da Barra Funda direto para a Playcenter foi uma sacada de mestre. Na saída dos shows é que foi complicado. Era difícil encontrar um ônibus ou táxi livre e quem foi de carro, teve que pagar horrores para estacionar por perto. A produção do evento poderia ter feito alguma parceria com a prefeitura ou com uma agência de táxi, não só para encontrarmos disponíveis, mas também para pagar um preço mais camarada.
Fica a dica do Skol Beats, que preparou ônibus, que deixavam o pessoal em pontos estratégicos de São Paulo. Assim, quem morava por perto podia ir andando para casa. (sugestão tirada de uma lista de discussão).

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