17 março 2009

Lily Allen - It's not me, it's you

Lily Allen ficou sem calcinha, deu vexame bêbada, pintou o cabelo de rosa, loiro e voltou ao preto. Brigou com um tal de Perez Hilton pelo Twitter. "Pagou peitinho". Brigou com a Katy Perry. Mudou de produtor e ainda falou que se seu segundo disco não fosse um sucesso ela pararia de cantar.
Com o segundo disco em mãos, seus atos acabam chamando mais atenção que o disco em si.

A inglesinha encrenqueira de apenas 23 anos, lançou It's not me, It's you em fevereiro, mas só agora eu consegui um tempo para falar dele por aqui. E a palavra que melhor o resume é fraco.

Sem Mark Ronson (mas não esquecido, pois participa da faixa “Talking Shit About Me” do álbum) no comando, Lily optou por fazer um disco mais eletrônico e pop, com letras que ainda falam de seu cotidiano. Deixando de lado as batidas ska e vocais mais rap. A influência talvez tenha vindo de seu ex-namorado, Ed Simons do Chemical Brothers. Em It’s not me, it’s you, a inglesa trabalha com o produtor Greg Kurstin, do The Bird and the Bee.

Uma das melhores faixas do disco (e eu tenho que concordar com o Thiago Ney, da Folha) é "Fuck You", que foi inspirada no governo catastrófico do ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Entretanto, a que mais me chamou atenção foi "He Wasn't There", que fala sobre a falta que o pai lhe faz. Nesta, Lily dá um tom mais anos 60 à música. Quando começa, temos a sensação de que estar ouvindo a música em vinil.

Prometo atualizar os nossos lançamentos. Logo teremos Bruce Springsteen, U2 e Yeah Yeah Yeahs.

Nenhum comentário: