28 novembro 2008

Aula de música



Entendeu?

Radiohead no Brasil!


É, meus queridos!É com muita satisfação que eu publico neste blog que o Radiohead desembarca no Brasil em março.
Os shows serão em dois dias, 20 no Rio e 22 em São Paulo. Os ingressos custarão R$ 200,00 e não terá área vip. Ou você vai com a "plebe" ou não vai. Eles começarão a ser vendidos pelo site ingresso.com às 0 h do dia 5 de dezembro.
Eu não sei como estará meu orçamento, mas Deus (apelando para alguma força superior) faça com que eu possa ir.
Muita emoção. Muita emoção mesmo.


A foto é de um dos meus blogs preferidos, Bloody Pop.

Videoclipe - 3 na massa


Thalma de Freitas - Enladeirada



Mais uma!

Perfect As Cats - The Cure Tribute

Conhece o Cure? Então você vai se esbaldar com o tributo feito a banda.

Sem bandas conhecidas, algums completamente, o Perfect As Cats traz músicas das mais diversas fases do The Cure.
Eu como não conheço muito da banda de Roberto Smith, vou dizer que musicalmente o Cd é legal e tem versões bacanas.
O Cd alterna-se entre pontos altos e baixos e já não começa tão bem, com as bandas Xu Xu Faing, Hercuba e Bat For Lashes fazeendo versões para "Fascination Street", "Killing an Arab" e "A Forest" se parecerem tanto, que a impressão que temos é que a primeira música nunca acaba.

O legal desse tributo é que parte da renda vai para a instituição de caridade Invisible Children.

Para baixar clique aqui e aqui.

24 novembro 2008

Ruído Rosa - Videoclipe



Além de Garbage, toquei Cat Power com "Empty Shell", Pato Fu com "Porque Te Vas" e Rita Lee com "Elvira Pagã".

Críticas, comentários e sugestões: ruido.rosa@hotmail.com.

"Yeah! We speak portuguese!" (Hélio Flanders - Planeta Terra 2008)

Hoje vamos juntar dois brasilerios que resolveram cantar em inglês, Rodrigo Amarante, com seu Little Joy e Mallu Magalhães.

Nós já havíamos postado aqui um link para vocês baixarem o Cd do trio, agora vamos falar um pouquinho da banda e do novo Cd.

Amarante e Moretti se conheceram em um festival em Lisboa, onde o Los Hermanos e os Strokes tocaram no mesmo dia. Depois do fim (ou recesso por tempo indetrminado) dos Los Hermanos, Moretti convidou o amigo para passar um tempo na casa dele. Foi aí que Rodrigo conheceu Binki Shapiro, cantora e namoada do bateirista do Strokes.
Eles passaram a tocar juntos, compor... E o que era só uma brincadeira entre os três se transformou num projeto. O fruto dele foi o homônimo Cd Little Joy.


O Cd saiu no dia 4 de novembro, mas uma semana antes vazou na internet. O selo foi a pequeno (grande) Rough Trade, que como já foi falado aqui trabalha com os Strokes, o (bunitinho) do Beck e com os "Libertinos".
Ao escutar o Cd não há como dissociá-lo das bandas que os dois fazem parte. Eu ouvi muita gente escutando uma ou outra música e dizendo: "Mas isso parece Strokes" ou "Isso é Los Hermanos", o negócio é que eles são parte dessas bandas (!), caso você não tenha entendido ainda.
O tom predominante do Cd é mais descontraído, com guitaras havaianas, momentos indies e bem "downs" como em "With Stranges" e "Play the part".

A única música toda cantada em português é "Evaporar", que já é uma velha conhecida dos fãs do carioca. E é Amarante que está a frente de muitas das músicas do grupo, mas Binki também mostra serviço. A moça dá voz a bela "Unattainable" e "Don't Watch me dancing".
O primeiro single da banda já virou clipe e vocês podem assistir no post abaixo.

Para os fãs, Amarante já avisou que em janeiro dá uma passada por aqui (São Paulo, Rio..Nunca Brasília!).

A menina que virou sensação após disponibilizar no Myspace apenas 3 músicas acaba de lançar seu primeiro Cd, o também homônimo Mallu Magalhães.

Maria Luiza é uma adolescente diferente daquelas que nós costumamos encontrar por aí. Não é todo dia que se vê uma menina que gosta de Johnny Cash, Bob Dylan, Beatles e até Caetano Veloso. Hoje com 16 anos (ela tinha 15 quando começou a fazer sucesso), Mallu, como prefere ser chamada, vem conquistando vários corações com seu jeitinho de menina.

Embora muita gente torça o nariz para o "mito" em que ela se tornou quase que sem querer. É preciso admitir que ela tem muito talento e que se for bem desenvolvido, daqui há alguns anos ela será uma grande cantora. Mallu também é autodidata e multiinstrumentista.


No Cd encontramos apenas músicas autorais, algumas delas já conhecidas como "J1", "Tchubaruba", "Get to Denmark" e "Don't look back", que não estão muito diferentes do que escutou no Mysapce, mas ganharam novas arranjos. As músicas em sua maioria são cantadas em inglês. As exceções estão em "Vanguart" (música bem fofa em homenagem claro, aos cuibanos. Ou apenas ao Flanders???) e "Preço da Flor". Mallu entra completamente na onda folk, brinca com a voz (que em 90% do Cd soa como de uma criancinha) e com as sonoridades, como em "Noil" (um longo suspirar) e "Sualk".
A capa do Cd (foto ao lado) é uma homenagem a música de Caetano, "Leãozinho".

Lá no Myspace dela, dá para conferir duas músicas que não foram parar no Cd, "O herói e o marginal" e "Song to George" (será George Harisson?).

Agora me diz, o que essa menina tem que ela pegou o Flanders e (agora pode estar) está (!!!!!!!) tendo um caso com o Camelo? Vai, fala aí!

19 novembro 2008

Eles podem vir ao Brasil











Videoclipe - Beck

Denovo?!

É! Denovo! O Beck já soltou outro videoclipe, dessa vez a música é "Youthless", também do novo Cd, Modern Guilt.

Ruído Rosa

Quarta-feira, de uma semana meio lenta ainda e a novidade está na sexta-feira. Por quê? Porque será a estréia do novo quadro do Cult 22, Ruído Rosa. E quem vai estar lá? Euzinha aqui.

Eu e Penny Lane (do site Rock Brasília) fomos convidadas pelo Marcos Pinheiro para comandar um quadro sobre as meninas do rock. Então, a idéia é tocar mulheres que cantam, tocam, ou simplesmente são marcantes para o história do rock e no rock atual.


A estréia dessa sexta-feira, será marcada por "As mulheres que marcaram a nossa vida".


Lembrando que o Programa Cult 22 vai ao ar toda sexta, de 22h às 1h da matina na rádio Cultura. Caso você não esteja em Brasília, dá para ouvir a rádio pela internet.


Espero que vocês gostem.

17 novembro 2008

Camelo: em movimento

"Sinceramente, acho que o jeito como a gente promoveu o recesso permite nossa volta. Ele quase pede essa volta. Achei uma separaçãoi muito natural, tão natural quanto sentir saudade. A sensação que todo mundo tem é a mesma que eu tenho: nossa história é bonita e tem páginas em branco para serem preenchidas".


Marcelo Camelo, em entrevista para a Rolling Stone de Outubro.

E falando de Camelo, o cara agora se enveredou em outro projeto. Se liga!

(Esse cara não para, né?)

A foto é do Myspace dele.

Jesus and Mary Chain

Como eu não assisti ao show do Jesus and Mary Chain, pedi que o Marcos Pinheiro (grande fã da banda e que viu o show do começo ao fim), fizesse uma resenha para o blog. Lá vai:


"Foi um encontro quase religioso na noite de sábado (8/11). Eu, humildemente, em meio a um séquito de cinco ou seis mil fiéis. Ele, lá em cima, soberano e entoando cânticos que levaram os súditos a momentos de louvor e êxtase. Sim, meus amigos, Jesus baixou por uma hora no Planeta Terra.
E o mundo, para aqueles presentes, nunca mais será o mesmo.
Quem me conhece sabe que sou um cara que cresceu musicalmente em meio ao “boom” do rock britânico dos anos 80. Tempos de universidade, das festinhas e de uma leva de boas bandas que despontaram no cenário pós-punk… e que chegaram às FMs brasileiras na época em que Internet era mera imaginação.

Neste contexto estavam os escoceses do Jesus and Mary Chain. Na primeira vez em que tocaram no Brasil, em 1990, não pude assisti-los. Eles se separaram por um bom tempo, mas voltaram. E ficou, desde então, a esperança de que pintassem novamente por nosso país. Quando a organização do Planeta Terra anunciou a vinda dos caras, não tive dúvidas: independentemente de outras atrações, compraria ingresso pro festival. E foi o que fiz, ainda em setembro, pagando o preço inicial de R$ 80. Curiosamente, embora confirmada, o nome da banda não aparece no tíquete. Falha imperdoável.

No sábado passado, pontualmente às 20h30, estava eu lá postado em frente ao palco principal. A ansiedade era grande e, sinceramente, não me decepcionei. Pelo contrário! É verdade que o som baixo e abafado limitou a potência da talentosa guitarra de William Reid.
Houve quem reclamasse da falta de comunicação do irmão e vocalista Jim com o público (como se o Jesus tivesse sido, em algum momento da carreira, um poço de simpatia). Ou, paradoxalmente, quem esperasse uma apresentação caótica, cheia de distorções, como fizeram por aqui há 18 anos.

Mas eu, não. O que me importava era a música e ela falou mais alto, nem que fosse em espírito e criação. Snakedriver, Head On, Far Gone and Out, Blues from a Gun, Between Planets, Sidewalking, Teenage Lust foram se enfileirando como uma artilharia pesada, sem tempo a perder. Happy When it Rains, do segundo álbum, Darklands, me levou às lágrimas - foi a primeira canção do Jesus que me chamou a atenção e me fez virar fã, já que o disco de estréia, Psychocandy, só fui conhecer melhor depois.

Em um dos poucos momentos de interatividade com a platéia, Jim anunciou a “brand new song” Kennedy Song. E a dobradinha final com Just Like Honey e a contagiante e fatal Reverence foi o tiro de misericórdia. Não havia mais volta naquela viagem. A se lamentar apenas as ausências, no set list, de April Skies, Almost Gold e Sometimes Always (aquela cantada com a Hope Sandoval, ex-Mazzy Star). E dos amigos e fãs Abelardo Mendes Jr. e Carlos Marcelo, que se comunicaram comigo por torpedos - e viram o show pela Internet.
Com o perdão da concorrência: para mim o Planeta Terra foi “Jesus and Mary Chain e mais 10″! Absolutamente memorável!"


A resenha também está no blog Cult 22.

Planeta Terra 2008

Com atraso e sem contar para vocês, passei o final de semana em São Paulo para conferir o Festival Planeta Terra. Festival que inclusive, ganhou vários posts aqui neste blog.
O mais legal é que fomos convidados para curti-lo e eu ganhei o ingresso para fazer a cobertura.

O Planeta Terra quase ganhou nota 10 em organização. Os banheiros estavam limpíssimos e não encontrávamos fila nem para o banheiro, nem para comprar bebidas. O problema era na hora de comer. A comida não era lá essas coisas, mas pelo menos, podíamos escolher por comida japonesa. E as filas eram um pouco brochantes. Num festival onde você tinha que correr para ver todas as atrações isso não deveria acontecer. Eu e Marcelo (meu acompanhante) acabamos perdendo o show da folk-girl Mallu Magalhães.

Outra coisa que eu não consegui entender foi o impedimento de comprar garrafinhas de água com a tampa!!! Totalmente inexplicável e quando íamos perguntar, a resposta era a mesma: "Medida de segurança". Juro que estou até agora pensando o que estavam fazendo com essas tampas.

Cheguei cedo no Festival e podia até ter conferido o "Brothers Of Brasil" com os irmãos Suplicy, mas isso era querer demais da minha pessoa. Portanto, depois de entrar e conhecer um pouco dos Galpões, eu e Marcelo fomos correndo para o Main Stage, pois começava a apresentação de um dos grupos que eu queria muito ver, o Vanguart.
Hélio Flanders e sua turma me impressionaram com a energia do show, que eu esperava ser bem tranqüilo. Depois de escutar o Cd deles, você não consegue pensar em outra coisa senão violão e um pequeno palco. Mas, não foi isso que aconteceu.
Mesmo cedo, os meninos angariaram um coro dos fãs. Além das músicas do primeiro Cd, muito priveligiadas no show, eles cantaram músicas novas e algumas de outros Eps. Um dos pontos altos do show aconteceu quando Flanders cantou "Cachaça", o grande hit da banda. Ele agradeceu ao coro dizendo: "Obrigado, cachaceiros!". Mais a frente, depois de cantar "Hey Yo Silver" Flandres emendou com: "Tira essa bebida de viadinho e traz um 'uisquinho' para rapaziada". Claro, que a galera ficou empovorosa.
Flanders ainda se mostrou muito feliz em tocar ali, como não podia deixar de ser, agradeceu a oportunidade e a presença de todos ali três vezes. Para fechar a apresentação, "Semáforo".

Correndo para o Indie Stage fomos conferir a apresentação do meu paulista preferido, o Curumin. Pegamos apenas a meia-hora final do show, mas deu para escutar "Kyoto", "Japan Pop Show", "Caixa Preta", "Tudo bem malandro" numa versão reggae, "Guerreiro" e "Magrela Fever" . Mesclando músicas de seus dois Cds, Achados e Perdidos e Japan Pop Show, Curumin parecia a pessoa mais feliz do mundo tocando naquela noite. Encontramos de pessoas que sabiam cantar todas as músicas e os curiosos também pareceram curtir o show.Teve até participação especial de Christopher Lover. O rapaz está em "Mal Estar Card" de Japan Pop Show. Além do impressionante carisma, Curumin também improvisou muito, como faz em seus shows, e chamou a galera para cantar “Nega”. Sim, aquele velho sucesso da lambada. Assim como o show de Curumin, os shows seguintes também sofreriam com os problemas no som.

Numa troca de horários, assistimos apenas três músicas do estranho experimental do Animal Collective, que também sofreu muito com o som. Deu para pelo menos ver "Peacebone", uma das músicas que está no último Cd lançado pelo quarteto, Strawberry Jam. Essa era uma escolha para quem tem estômago, já que o som dos meninos é bem diferente.

Indo para o Main Stage o show que nos esperava era do lendário Jesus and Mary Chain. Uma das coisas chatas foi esperar a banda vendo a exibição ao vivo do Planeta Terra, que nos intervalos fazia entrevistas e mostrava algumas "interações". Por falar nisso, o telão foi uma das coisas que não funcionou muito bem no festival. Pois muitas vezes os nomes das músicas tocadas apareciam erradas, antecipando o que a banda em questão ainda iria tocar.
Ao contrário do que aconteceu comigo, para muita gente o Planeta Terra resumia-se a ver na ativa o grupo escocês que fez muito sucesso nos anos 80. Eu assisti apenas três músicas e me desloquei mais uma vez para o Indie Stage, onde um dos melhores shows do festival estava para acontecer.

Os ingleses do Foals no começo não me animaram muito, mas no decorrer da apresentação mostraram uma força e presença de palco enorme. A platéia foi ao delírio com o vocalista indo para o meio da galera e cantando no "gargarejo". Eu não aguentava mais ficar em pé e acabei saindo de perto para assistir o show pelo telão, mas acabei não prestando tanta atenção.

Perdemos Spoon e fomos para parte do The Offspring. Embora as críticas lidas estavam corretas, o Offspring não tinha como não levantar a galera. Eles cantaram muitas músicas conhecidas e o coro só aumentava. Sim, eles estão velhos, eles não tem a mesma energia dos anos 90, mas o show foi muito bom.

Claro que não dava mais para sair do palco principal, já que os shows que viriam em seguida seria Bloc Party e Kaiser Chiefs.

Kele e sua turma subiram ao palco um pouco acanhados. Eu e muitas pessoas estávamos esperando um show bem mais enérgico, pelo poder que as músicas da banda têm. Kele estava de boné e bermuda num estilo mais despojado. O mais empolgado no palco era o baterista Matt Tong, que depois de algumas músicas já estava até sem camisa.
As músicas percorreram os três Cds do Bloc, mas claro que "Banquet", "Silent Alarm", "Like Eating Glass" e "Helicopter" levantaram muito mais a galera.
O ponto alto do show aconteceu quando Kele se desculpou pelo o que aconteceu na MTV e afirmou que aquilo havia sido um acidente, mas não explicou nada. No palco, Kele mostrou mesmo que "quem sabe faz ao vivo" e remixou "Mercury" ali mesmo.
A banda ainda parou de tocar em alguns minutos, o que deixou os fãs desolados, achando que o show seria de apenas 30 minutos. Mas os meninos voltaram ao palco e terminaram a apresentação, que para muitos foi curtíssima.

A espera para o show do Kaiser Chiefs seria recompensada. Mostrando uma energia fora do comum, Ricky Wilson mostrou até o "cofre" quando correu para cantar no gargarejo e sua cueca vermelha. Os fãs, claro, já estavam indo ao delírio e Ricky não parou por aí. Pulou, jogou microfone, dançou e voltou várias vezes para perto dos fãs. As músicas abrangeram todos os Cds, mas espertamente o Kaiser Cheifs deu enfâse em seu primeiro Cd, Employment. Além dessa energia toda, Ricky aprendeu algumas frases em português e fez graça ao falá-las. O rapaz enfatizou várias vezes que o Nick Peanut Baines era um herói por estar tocando naquela noite. Dias antes, ele havia passado por uma cirurgia de apendicite. "Ele é um herói!", Ricky exclamava.
Os meninos ainda ganharam cartazinho com pedido para a música "Na na na na naa" e não deixaram de tocá-la. Ao final da apresentação, ficou aquele gostinho de "quero mais" e a galera gritava animadamente para que os ingleses voltassem ao palco. O que não aconteceu, já que o estoque de hits já havia acabado.

Numa noite como essa, eu só estava querendo um banho e minha cama, mas ainda tinha 15 horas de viagem pela frente para voltar à Brasília. Claro que valeu a pena, só que quero voltar de avião para Sampa.


As fotos são minhas, Marcelo Santiago e a último do site do Planeta Terra.

14 novembro 2008

Snow Patrol - A Hundred Millions Suns

Você pode não conhecer o Snow Patrol, mas com certeza já ouviu “Chasing Cars” que foi parar na trilha sonora do seriado Gray’s Anatomy ou “Open Your Eyes”, que tem um videoclipe muito legal.

As duas estão no álbum Eyes Open, lançado em 2006 e foi com ele que a banda ganhou mais notoriedade, fazendo-os vender mais de 2 milhões cópias no Reino Unido, embora este tenha sido seu quarto álbum.

Este ano, os meninos lançaram A Hundred Million Suns que contou com a produção de Jacknife Lee, produtor de bandas como R.E.M, U2 e Bloc Party.

A banda de rock alternativo continua na mesma linha de seus outros Cds com rocks melódicos e com letras que geralmente falam sobre relacionamentos.

Mesmo que o Snow Patrol tenha tentado fazer um Cd diferente dos demais, conseguiu apenas mudar algumas sonoridades e continuar com um trabalho bem parecido com os anteriores. É impossível não ouvir o single "Take Back the City" e não lembrar da tão conhecida e entoada "Open Your Eyes".

Gary Lightbody sua turma acertaram na mescla de músicas animadas e mais lentas. O momento final é com certeza o mais bonito, quando os meninos fecham com "The Lightning strike (i) What". Nesta, encontramos o que podemos chamar de um resumo de A Hundred Millions Suns, músicas lentas e animadas numa só.

13 novembro 2008

Videoclipe - Oasis


I'm Outta Time
Eu não gosto muito dessa banda não, mas... Aproveita e vê o novo clipe do Kings Of Leon, "Use Somebody".

12 novembro 2008

Vicky Cristina Barcelona

Lá estava eu na abertura do FIC Brasília. Era sua 10° edição e eles escolheram nada mais nada menos do que um filme do Woody Allen.
Vicky Christina Barcelona nem havia entrado no circuito comercial ainda e seria apresentado em Brasília pela primeira vez. Na verdade, vários outros filmes que ainda vão passar nas telonas pelo país afora, estariam no Festival de Cinema Internacional, o FIC. Como o filme do tão cultuado Francis Ford Coppola, Youth Without Youth.

A escolha para o filme de Woody Allen não poderia ser melhor. O filme com certeza vai entrar no hall de "melhores filmes do cineasta". Cômico e ao mesmo tempo sério, por tratar das relações humanas.

O enredo é simples, Vicky (interpretada por Rebeca Hall) é uma moça com os pés no chão, que está noiva e vai passar férias em Barcelona com a amiga Cristina. Cristina (Scarlett Johasson, a nova musa de Woody) é o oposto da amiga. Adora aventuras amorosas e por causa dela, elas acabam por conhecer um homem sedutor, ainda ligado a sua ex-mulher, María Elena (Penélope Cruz). Este homem, Juan Antônio (Javier Bardem) as convida para uma viagem e é partir desse encontro que o filme se envereda.

Acho que se eu contar muito, ele perde um pouco da graça, mas como já dá para saber em outros lugares, Cristina e Juan acabam se relacionando e María Elena entra no meio. Eles formam um trio, feliz e amoroso.

Já deu para perceber que Woody Allen mexe mesmo com as feridas, não é mesmo?

Sobre as interpretações, a destemperada María Elena não seria nada sem Penélope Cruz e me atrevo a dizer que sem a interpretação dessa grande atriz, o filme não seria a metade do que é. Penélope está fenomenal, uma mulher linda, que sabe manipular as coisas e as pessoas. Uma mulher problemática e ao mesmo tempo segura de si.

Javier está simplesmente diferente do todos os filmes que você já assistiu com ele. Nunca iria imaginar que ele conseguisse ficar tão bonito como está em Vicky. Já Scarllet não conseguiu me conquistar. Para mim, até a beleza dela ficou apagada no filme e ela só me mostrou que não é uma grande atriz. Scarllet pareceu totalmente sem brilho perto de Javier e principalmente, de Penélope Cruz.
Vale a pena assistir. O filme já está em algumas salas de Brasília e deve ganhar resenha nesta sexta-feira.

Brazil! Zil! Zil!!!


É emoção demais, Meu Deus! Vamo para São Paulo denovo em março???

11 novembro 2008

Ele cresceu



Viva Obama!

É, o mundo estava esperando que o democrata Barack Obama ganhasse a eleição nos Estados Unidos. O cara simplesmente se tornou um símbolo. O primeiro negro presidente (isso pode ser até demais) do mundo.

Muitos artistas apoiaram sua candidatura, um deles foi Thom Yorke. O vocalista do Radiohead jogou na rede um remix para "Harrowdown hill" de seu disco solo The eraser.

Para baixar é fácil. Basta se tornar um dos membros do Dead Air Space e baixar gratuitamente.

Nem na USP!!!



Esse cara é excelente!

04 novembro 2008

Festivais


Dois festivais vão balançar Brasília no final deste mês e no começo do próximo. São eles o El Mapa del Todos, iniciativa do Senhor F e o 1° festival Na Rota do Rock Brasília, uma parceria entre os sites Na Rota do Rock e Rock Basília.




Comecemos pelo o que vem primeiro, El Mapa Del Todos acontece no Espaço Brasil Telecom e vai fazer uma integração entre países latinos, olha só quem vai vir:



Beto Só
Azevedo Silva (Portugal)
Danteinferno (Uruguai)
Marcelo Camelo
Macaco Bong
Turbopotamos (Peru)
Babasonicos (Argentina)
La Quimera del Tango (Argentina)
Javiera Mena (Chile)
Sr. Chinarro (Espanha)
Mundo Livre S/A

Promete, hein?


Já o Na Rota do Rock Brasília vai fazer um pajelança de bandas em quatros noites de muito rock and roll. O diferencial do festival é a além de mistura de bandas de diferentes vertentes numa mesma noite e em quatro lugares diferentes. Os ingressos vão custar R$ 7,00 por noite até às 22h30 e depois disso vão subir para R$ 10,00. O festival também tem apoio da Cultura Fm e do programa Cult22.


Se liga na progração:


Dia 3 de dezembro no Uk Brasil Pub, às 21h30:

The Pro
Galinha Preta
Watson
Khallice

Dia 4 de dezembro no Blues Pub, às 22h:
Brown-Há
Pelicanos da Lua
Quebraqueixo
Bois de Gerião

Dia 5 de dezembro no Blackout Bar, às 21h30:
Os The LosTerror
Revolucionário
SuperQuadra
Rafael Cury and the Booze Bros
Detrito Federal
Etno

Dia 6 de dezembro no Gate´s Pub, às 21h30:
Alcoopop
Bruto
Macakongs 2099
Gilbertos Come Bacon
Cabeloduro

Os Imprevisíveis

Marcelo Camelo não para de produzir. Como bem prometeu, iria fazer uma grupo que tocasse algo diferente, instrumental, experimental e o fez.

O cara acaba de colocar no Myspace mais uma de seus projetos, Os Imprevisíveis. Bem a cara dele, né?

O projeto conta com a participação da multiinstrumentista Ornellas (a mocinha da foto que tem só 23 anos) e com o ex-empresário do Los Hermanos, Alex Werner.
Agora me diz, o Camelo é feio desse jeito? Está estragado na foto? Ou ele faz questão de não se arrumar nem um pouquinho para tirar fotos de divulgação?