29 agosto 2008

Do Amor

A gente já falou do Do Amor aqui no blog, pois os meninos se apresentaram lá no Lafusicando. O show estava meio vazio, mas a dica para escutar a mistura: axé anos 80, com samba-rock, dub, brega e punk, foi dada.

Para quem ainda não curtiu, não foi ao show e não comprou o Epzinho dos meninos, eles disponibilizaram no Trama mais musiquinhas para download das que já estavam por lá. São versões ao vivo, que merecem ser escutadas.

É hoje...

que dá para ouvir e não baixar!! Ou vai me dizer que eu preciso de associar a isso?


Atualização: Vem cá! Eu entrei lá de manhã e ouvi 09 músicas, porque "Doce Solidão" estava repetida. Por que agora só há três faixas para serem ouvidas?? ALGUÉM PODE ME EXPLICAR?????

28 agosto 2008

Nunesoteca - Porão do Rock

Aqui estou, depois de algum tempo ausente.

E vim falar é claro, do evento que sacudiu Brasília há duas semanas, o Festival Porão do Rock.
Como a Alê já disse aqui (algumas muitas vezes) nós dois trabalhamos no evento. Eu em outra área (não na mesma função da Alê). A minha função, que era ajudar a assessoria de imprensa, me impossibilitou de assistir alguns (vários) shows. Porém os vistos, não deixaram a desejar, e é justamente deles que venho falar.

Na primeira noite do festival, assisti de fato apenas um show, o dos “cowboys” do Matanza. E valeu todo o trabalho desse dia. Pois o primeiro dia é o dia que mais dá trabalho, porque é o dia que você tem que colocar a coisa pra funcionar, mas nem por isso minha animação foi embora. Muito pelo contrário. A minha tática para o primeiro dia era justamente essa, trabalhar muito, colocar todas as coisas em seus devidos lugares, para quando chegasse a hora do show dos cariocas, eu estivesse livre, para poder vê-los na íntegra. Foi justamente isso que aconteceu.

Fiquei bem na frente do palco, esperando ansiosamente o show do D.F.C, que acontecia no palco ao lado, com um hardcore frenético e um vocalista mais frenético ainda, acabar. Pois foi o que o ocorreu, assim que acabou o massacre brasiliense, os cariocas entraram. De começo entraram no palco apenas o guitarrista (Donida), o baixista (China) e o baterista (Jonas), fazendo um som que já apresentava o que viria pela frente. Depois de alguns minutos, entra ele, JIMMY, com sua cabeleira vermelha, e sua voz rouca, chamando Brasília para uma sessão de muito rock’n’roll, que viria no pouco mais de uma hora.
Um show que passou por todos os CD’s da banda e ainda por umas duas músicas da grande inspiração da banda, o americano Johnny Cash. Com pausas que me causam nostalgia, JIMMY interagia com sua voz quase robótica com a platéia de aproximadamente quinze mil pessoas. Não podendo esquecer da performance inesquecível do baixista China, que com certeza, deve ter depois de cada show, uma puta dor de pescoço.

Depois de aproximadamente doze horas na arena do Festival, voltei pra casa. Dormi um pouco mais de seis horas e já hora de se aprontar para mais um dia de festival. Chegando lá, agora podendo aproveitar mais shows, e na companhia de toda a turma, vimos logo de cara o show do Vai Thomaz no Acaju, Junção dos Móveis Coloniais e Gabriel Thomaz (Rrock), com algumas participações especiais, como por exemplo, do já conhecido Nonato Mendes.Com um show dançante, a banda conseguiu animar as poucas pessoas que preenchiam a imensa arena. Logo depois (mudança essa, dada por causa da ausência dos alemães do Sick City, devido a problemas no visto) vieram os cariocas do Canastra (banda que eu estava ansioso pra assistir, com a curiosidade de ver o ex-hermano Rodrigo Barba no comando das baquetas). O show não me decepcionou. Toda a galera reunida, cantando todas as músicas e dançando muito, tudo ao puro rockabilly a brasileira.

Depois das duas bandas de abertura do palco principal , dei uma pausa dos shows, e fui dar uma conferida na sala de assessoria, mas como disse anteriormente, o primeiro dia é o mais trabalhoso, deixando assim, o segundo razoavelmente livre para conferir as atrações do festival.

A próxima atração vista, foi (novamente) os cariocas do Autoramas. Com um show coreografado, com guitarras para os lados, para frente, juntamente com os pescoços de Gabriel Thomaz e uma baixista que acredito eu, que tenha sido emprovisada. Um show dançante, como a própria banda se auto intitula. Depois veio os pernambucanos do Mundo Livre, juntamente com Fred 04 e seu inseparável cavaquinho. Foi um show curto, mas bastante animado, e adivinhem, com Rodrigo Barba assistindo o show, ali, na nossa frente.

Depois da seqüencia de show, uma pausa, pra guardar forças, pr'aquele que talvez seria o melhor show de todo o festival, e provavelmente de todo o ano (depois do show do Hives poderei falar com mais propriedade). Toda a energia seria pouco pr'aquele show, e que show. Os ingleses do Muse demoraram um pouco para entrar no palco, depois de um Porão que foi impecável em seus horários.
É claro que tinha que rolar um suspense, afinal de contas, se tratava de um dos shows mais badalados do mundo. Enfim, entram eles, com um som impecável, uma iluminação que me deixou boquiaberto, pois não esperava nem mesmo metade do que foi feito. Um show que mesclava sensibilidade, e uma agressividade que doía o peito, a cada batida no bumbo da bateria de Dominic Howard. Um show que contou com efeitos especiais, como as várias bolas gigantes que foram arremessadas ao público quase no final do show, como os jatos de fumaças que espirravam no meio do palco, e não menos importante, o ventilador aos pés de Matthew Bellamy, para que seu penteado indie pudesse se movimentar, e dar toda a pinta do grande rock star que é.

Enfim, acho que em nenhuma hipótese eu poderia esperar ver um Porão do Rock ser fechado com tanta classe e elegância, como foi esse ano de 2008. Depois do show, eu pude entender perfeitamente, o titulo de “apoteótico” que é dado pela crítica ao show dos ingleses.

É isso, o Porão do Rock 2008 vai deixar saudades, mas ano que vem está bem aí, e agora mais do que nunca eu, tenho certeza de que o evento está cada vez melhor.

27 agosto 2008

Músicas Novas - Mombojó

O Mombojó ainda está preparando seu terceiro Cd e dá para ouvir duas músicas novas. Elas foram gravadas para MTV, que está trazendo alguns artistas brasileiros para cantar músicas novas e de sucesso para disponibilizar para download.

Lá você poderá escutar e baixar as músicas novas "Triste Demais" e "Justamente" e as antigas "Fatalmente" e "Nem Parece" (ou "Me Parece" para os nossos queridinhos da MTV).

26 agosto 2008

Supercordas

Incrível como a pressa faz que nós não percebamos o que está na nossa frente não é? E foi na pressa que perdi uma novidade do Myspace.

Não extamente do Myspace, mas do Myspace do Supercordas. Os meninso mandaram uma mensagem dizendo para gente escutar "Mágica". Música nova para o próximo Cd da banda, que esperamos, saia esse ano ainda. Ele será o sucessor do bem sucedido Seres Verdes ao Redor lançado em 2006.


Fotinha da gravação do clipe "Ruradélica".

Pierrrrrrrooooooooooooooooooootttttttttttttttttttt!!!!

É, está chegando dia de comprar seu DvD dos Los Hermanos. Quer saber o que te espera? Aí embaixo:

01. Dois Barcos
02. Primeiro Andar
03. O Vento
04. Além do que se vê
05. Morena
06. Retrato pra Iaiá
07. O Vencedor
08. Condicional
09. Tenha Dó
10. Adeus Você
11. Último Romance
12. Um par
13. Lágrimas Sofridas
14. Sentimental (RA)
15. Conversa de Botas Batidas
16. Deixa o Verão
17. A Outra
18. Casa Pré-Fabricada
19. Paquetá
20. Cara Estranho
21. A Flor
22. Tá bom
23. Anna Júlia
24. Quem Sabe
25. Todo carnaval tem seu fim
26. Pierrot

Extras:
01. Azedume
02. O Velho e o Moço
03. Descoberta
04. De onde vem a calma
05. Pois É

Gostou?




PS: Só para constar, a parte do Cd do Marcelo Camelo, que estará disponível no Myspace, também estará disponível pelo site Sonora. E dá para você ouvir, "Doce Solidão" na versão de estúdio. A notícia foi achada ontem, no meu rolê pelos blogs. Essa aí é do Marcelo.

25 agosto 2008

Adriana Calcanhotto na Maré


Séria. O show todo. Essa era a impressão de quem não estava prestando atenção ao show de Adriana Calcanhotto. É impressionante como ela parece impenetrável (e inabalável), mesmo quando conta uma piada no show. Ela simplesmente encantou com todas suas caras e bocas e bom humor.

Rodeada de excelentes músicos, entre eles Medina (nosso Hermano) e Domenico Lancelotti (Orquestra Imperial e +2) Adriana deu enfâse ao seu recente trabalho, Maré. Eu não ouvi o Cd, mas só pelo show já o adorei.

Ela mostrou toda sua voz doce, mas pouco de sua pela alva. Adriana entrou no palco com uma espécie de manta vermelha que lhe cobria todo o corpo. Ela parecia uma monge budista e sua roupa contrastava muito bem com o cenário azul do show.

O show aconteceu em quatro tempos. Começou com ela e a banda, seguiu para ela sozinha no palco apenas com seu violão. Mais uma vez acompanhada pela banda, com os braços a mostra e empunhando uma guitarra. O “bis”, onde voltou com uma manta cinza por cima da vermelha. Parte onde cantou “Deixa o Verão” deixando os fãs dos Los Hermanos apaixonados com a performance a la Amarante. E finalizou o show com mais uma manta, dessa vez azul escura, cantando a música de trabalho “Mulher sem Razão”.
A foto é do site da moça.


23 agosto 2008

Camelo - Denovo!!

Ela ia tocar no Eletronika, depois no Tim, mas deu a volta em todo mundo e vai lançar seu Cd no Festival Coquetel Molotov.

O Cd intitulado Sou terá 14 faixas, das quais 10 estarão disponíveis para download gratuito em seu Myspace dia 29 de agosto. (Valeu a crítica do outro post, embora nós saibamos que o Camelo com certeza não leu isso.)

Depois disso nosso eterno Hermano toca em Salvador, no eixo Rio-São Paulo e Curitiba deixando nós aqui chupando dedo.

Pensamente alto: Será que num rola um Móveis Convida lá no CENTRO COMUNITÁRIO DA UNB com ele não?

22 agosto 2008

Videoclipe - Curumin

Eu devia ter escrito sobre o cara há mil anos, mas...Digamos que eu esqueci. Essa não é minha música favorita do Japa Pop Show, só que ela foi escolhida para ser o primeiro videoclipe.

Zeca com novidades

O Baleiro Zeca está preparando seu sétimo Cd. O Coração do Homem Bomba chegará às lojas somente em novembro, mas os antenados poderão baixar mais três faixas dia 17 de de setembro em sei site oficial (que está de cara nova).
Mais três, porque para quem ainda não sabe a faixa “Toca Raul” está disponível há alguns meses.

Para os fãs, Baleiro preparou um pequeno release faixa a faixa do Cd. Lá descobrimos uma versão para a música de André Abujamra, “Alma não tem cor” e parcerias com com Chico César, Zé Geraldo e Joãzinho Gomes. Por aqui, como eu já falei, ele aparece mês que vem para apresentar seu novo show.
E para vocês o último Cd do cara, Lado Z.

21 agosto 2008

Camelo

Ahhh, esse tal de Marcelo Camelo não solta uma faixinha sequer do Cd solo dele, mas já está vendendo os ingressos para os shows.

Brasília? Vai sonhando, vai..

Videoclipe - Moptop

lembra que eu falei que você podia ouvir a nova música do Moptop?

Agora você pode ver o clipe! E escutar o Cd na íntegar no Myspace da banda!

Dylan

E aí, meu querido aficcionado por novidades musicais!?

Chegou a vez e a hora de você baixar a nova música do Bob Dylan. Você leu isso e vibrou loucamente?

Pois é. Eu também. O "causo" é que o esperto Bob deixou em seu site um link para você baixar "Dreamin' of you", música que ele gravou há muito tempo, mas nunca foi para nenhum Cd. E por que esperto? Porque isso não passa de uma jogada de marketing para sua oitava compialção de raridades Tell Tale Signs, que sairá pela Columbia Records, dia 07 de outubro. Sacou?
É marketing, sim! Mas seu eu fosse você não perderia tempo!

20 agosto 2008

Rapidíssimas


Bom, a notícia já é velha, mas ainda dá tempo.

O Franz Ferdinand soltou uma música do próximo Cd. Quem estiver interessado em "Lucid Dreams", pode escutar aqui.

Para os fãs do Oasis, a música que conseguiu "fugir" do Cd dos caras antes do lançamento foi "Falling Down". Quer baixar? A outra faixa da vez foi "The Shock of The Lightning".


Depois de um "Tchubaruba", a Mallu não deixa de soltar faixas no seu Myspace.

E prepare-se! Novo do Bloc Party amanhã!! Ah! também já saiu o novo do Moptop. Não escutei ainda, vou procurar o linkão para baixá-lo.

Porão do Rock - Sábado

No sábado, a Arena do Rock já estava finalizada. Foi durante os shows da sexta-feira que os últimos retoques foram dados. O Porão estava previsto para começar às 16h, com o sol ainda a pino, mas acabou abrindo seus portões apenas uma hora depois com o show dos Gilbertos Come Bacon começando.
Estavam na minha lista de bandas para cobrir Gilbertos, Sapatos Bicolores, Papier Tigre e Supergalo. Até o final da noite, isso iria mudar, mas não falaremos disso agora.
Mesmo com o sol ainda quente e pouco público (haviam mais jornalistas do que fãs e/ou curiosos), os meninos não desanimaram. Tocaram só músicas autorais, que realmente chamaram atenção com sua mistura de hardcore com música africana e brasileira, que eu tenho que admitir, lembra mesmo Tihuna. Mas um Tihuna melhor.

No Palco Principal a notícia era de que a Sick City não iria tocar mais aquela noite. A banda alemã alegou problemas com o visto. Coisa que ainda não me desceu. Assim, tivemos uma troca de horários. A primeira da noite. O show da vez seria então da Vai Thomaz no Acaju, banda formada por uma mistura dos “Móveis”, Gabriel Thomaz (hoje no Autoramas), Marcelo Vouraiks (ex-vocal do Maskavo Roots), Natinho (Radical Sem Dó) e o Pinduca, do extinto Prot(o).

O Vai Thomaz foi um prato cheio para os brasilienses que viveram na cena rockeira dos anos 90. Ouvimos versões óbvias para músicas do Maskavo e Little Quail and the Mad Birds e até Raimundos. Pena que na escalação eles tocaram tão cedo e ganharam uma platéia tão pequena. Uma dica para os organizadores: Poucas são as pessoas que chegam cedo em qualquer show que seja.

Depois veio um dos shows mais esperados para mim dessa noite, Canastra. O grupo carioca (da gema) munido do baterista Barba tocou músicas principalmente de seu segundo (e último) Cd, Chega de Falsas Promessas. Eu, por minha vez, não parava de gritar “Capuchino”, que foi tocada.

Na entrada da noite, os Sapatos Bicolores subiram no palco. O trio realmente destoou do que vinha sendo apresentado no Porão nos três palcos, mas fez até um show bacana. Cunhado no rockabilly, os meninos mostraram músicas do Cd que deve sair ainda este ano. Sem esquecer, é claro, das músicas conhecidas, como “A Garota Cor de Fogo”.

Seria então a vez dos argentinos do The Tandooris. Só que eles acabaram perdendo o avião. Seguimos para a nossa segunda mudança de cronograma. O Papier Tigre acabou no lugar dos meninos. Daí, Lucy and the Popsonics deixando o duo de lado e formando um trio (?). E sim, o The Tandooris, direto do aeroporto para o palco. O show foi bem legal, no mais velho estilo rock and roll. Os meninos podem entrar para o time do Black Drawing Chalks. Eu continuo não concordando que eles toquem punk.

Veio Autoramas com seu roooooooock, Mundo Livre S/A com Fred04 tocando rock com cavaco (acreditem foi real!), num show curto que deixou um gostinho de “quero mais!”. E o mais polêmico show da noite, Supergalo. Eu não ia falar nada sobre eles, mas vá lá.

Supergalo é uma banda que não traz nada de novo. Os caras fazem o que qualquer outra banda de pop rock brasileira faz hoje em dia. As letras são fracas, ou melhor, fraquíssimas! E nenhum deles é bonitinho, para deixar a gente feliz. Finalizando e não, eu me recuso a falar dessa banda de novo, porque eles não merecem ser citados aqui. Preste atenção apenas nisso: Gustavo Sá – um dos produtores do Porão e Alf Sá – vocalista do Supergalo, ex-Rumbora.

Pitty no seu, como sempre, show para adolescentes com emoções a flor da pele. E o tão esperado e lindo show do Muse. Como já falamos deles ali embaixo, se quiser, dá uma relida lá.

Pena ter perdido os shows do Palco Pílulas. Se foi o The Pro e as já citadas Super Stereo Surf, O Círculo, Nancy, Janicedoll...

No balanço geral, esse Porão teve muitas atrações boas, mas tiveram outras que nem deveriam ter entrado para a lista de possíveis atrações. Foi terrível não ter variedade de comida e optar apenas pelo sanduíche “xexelento” e caro do Giraffa's.

No fim, esse fi só o começo. Esperamos que ano que vem, as microfonias, grades, tamanho da arena e claro a comida, estejam melhores do que neste ano. E que eu trabalhe lá denovo, porque é bom para c*r*lh*!!!

Fotos: Patrick (fotográfo do Porão).

Adoooooro!!

14 agosto 2008

Calvin and Hobbes


Um dos carinhas mais legais das tirinhas de jornais chama-se Clavin. Um garotinho francês que ganha um "tigre de verdade" dos pais, que vira seu amigo.

Eu nunca fui uma leitora assídua, mas sempre ri com ele. Depois que o Gabriel me passou esse link, eu achei um blog só sobre ele. Aí embaixo alguns resultados legais desta busca.








12 agosto 2008

Los Hermanos

Ah, sim! Toda vez em que eu escrevo "Los Hermanos" lá no título sempre quero dar a boa notícia de que eles voltaram. Pela trigésima nona vez, não é sobre isso que vamos falar.

O último show dos Los Hermanos, como muitos de vocês já devem saber, foi no Rio, na Fundição do Progresso, no ano passado. Desse show, comercialmente, eles gravaram um DvD e também Cd registrando o momento.

Esse DvD será lançado pelo Multishow e foi produzido pelos meninos mesmo. A primeira apresentação será dia 28 deste mês, às 22h15. Têm 14 músicas e alguns extras, que eu não sei se vão ao ar.

O Dvd chega às lojas no dia seguinte. Vamos ver o preço, né?

A foto aí é do shoe no Circo Voador e eu peguei no site oficial.

Mallu

Até que enfim a Mallu está gravando seu primeiro Cd. Faz alguns dias que ela fez uma entrevista para O Globo e nós assistimos para contar para vocês, claro!

Lá ela falou sobre o trabalho, os pais, escola...Inclusive falou que escola não é sua prioridade. E não seria mesmo. Se o negócio dela é música e ela está ganhando dinheiro com isso, realmente não tem como ser. O que se percebe é que ela quer largar logo isso. Terminar a escola e se dedicar só para a música, porque a escola a atrapalha nos shows.

A moça falou de algumas músicas que estarão no Cd, como “O Preço da Flor”, que foi composta de última hora e acabou entrando no álbum. Outra, que também estará no Cd chama-se “Angelina”. Se você conhece alguém com ele nome, já vai dar para dedicá-la, hein? Para quem já ouviu as cinco músicas do Myspace da Mallu, o Cd não fugirá disso. Segundo ela, teremos um pouco de country, folk, rock inglês, etc...Cada música recebendo o seu carinho e sua atenção especial.

O responsável pelo primeiro álbum da Mallu, que não revelou o nome ainda , é Mário Caldato Jr. É sim! O cara que já trabalhou com Beastie Boys, Marcelo D2, Björk...

A entrevista acabou com Mallu filosofando:

Quando você ama uma coisa e trabalha com ela, a sua visa inteira fica naquilo. Porque o seu amor, o seu trabalho, as pessoas que convivem com você, que estão com você, são seus amigos. Tudo tão interligado, que você sem o trabalho, ou sem o amor, ou sem os amigos, não tem sentido. A música para mim virou isso. Uma conjunto que eu não consigo mais largar”.

Entendeu?

Aí o novo clipe da mocinha, "Tchubaruba":

O Círculo

Foi bom demais trabalhar no Porão. No segundo dia, só fiquei meio triste porque perdi algumas bandas boas que rolaram no Palco Pílulas. Exemplo disso foram as bandas Super Stereo Surf, Janicedoll, Nancy e O Círculo.

Nesse post, falaremos da última. Uma das belezas de trabalhar para o site do Porão foi ganhar o Cdzinho dos meninos. Não deu para ver o show, mas quando eu cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi colocar o bichinho para tocar.

Como há tempos não acontecia, eu gostei instantaneamente do Cd. Eles tocam um indie rock, com MPB e pitadas de samba que me agradou demais. A música destaque fica por conta de “A Janela”, que se não for a música de trabalho eles estão dando muito mole.



O quinteto nasceu em 2006 e desde então vem ganhando mais espaço o meio independente. É até meio chato ver bandas legais da Bahia como O Círculo e ainda ter que agüentar a popchatarock Pitty. Porra! A mulher namora com um cara do NX Zero! “Me diga com quem andas, que eu te direi quem és!”.

Quer mais um exemplo boa música de lá? Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, que estiveram aqui na última FMI.

Outros destaques do Cd são “Depois de Ver”, “Amor de Graça”, “Machado” e “Nada Igual”. Achou muitas? O Cd, que ganha o mesmo nome da banda, contém 14 músicas. Eles tem em sua maioria a mesma linearidade, mostrando claramente as influências dos rapazes, mas se perdem em algumas. Na verdade, duas parecem estar totalmente “out” da proposta do grupo. São elas “Cano na Cabeça” e “Um Bravo”. Ambas ganham de Pedro Pondé um quê de hip-hop, mas não convence.

Os meninos fizeram vários shows aqui em Brasília depois do Porão. Tocaram no Calaf, no Mormaii, não pararam mesmo. Seria uma boa estarem no Móveis Convida, hein?

Já que falamos de bandas boas do Nordeste, mais uma dica. A paraibana Cabruêra estará no Engate a Quinta desta semana. Se liga!

Melô

Como ir em show é bom, né? Mudando do rock e indo para a MPB, lá estava eu na primeira fila no show do Luiz Melodia.
O show foi uma apresentação do projeto que a Petrobras tem, que trás artistas brasileiros conhecidos para tocar a preços populares. Os ingressos custam R$20,00 a inteira e por isso acabaram tão rapidamente. Esperto foi quem comprou antes.
Eu não contei para vocês que lêem o blog, mas eu estou trabalhando na Rádio Cultura (e nem por isso estou puxando o saco. Viram?) e por isso, às vezes, dá para descolar uns ingressinhos. Esse quase que não sai. Graças à Kakau Teixeira e toda a sua rede de contatos, conseguimos. E eu e Felipe fomos parar na fila A do Teatro Nacional lotadíssimo.

Quem abriu a noite foi o duo Mandrágoa, que tocam violão violentamente (sim, a aliteração foi proposital). Logo em seguida, sem muito espaço para a galera respirar. Melô entrou no palco todo “becado” com um terno branco gelo e uma camiseta branca. As músicas lá tocadas fazem parte do Cd Estação Melodia, onde o negão canta sambas antigos de grandes nomes, como Cartola, Ismael Silva, Jamelão, entre outros.
A melhor parte do show, para a minha pessoa claro, vou ter o Melodia cantando uma música olhando nos meus olhos e a dedicando para mim.
A música em questão era mais ou menos assim: “Tive sim, outro grande amor antes do teu. Tive sim! O que ela sonhava era os sonhos meus...” e por aí vai. Pense numa pessoa que ficou feliz!

Melodia estava simplesmente hilário. Ele contou piadas, falou besteira, e claro, não deixou de homenagear a própria banda. E os caras tocam muito. Mereciam uma noite no Clube do Choro com certeza.

Melô saiu do palco e deixou a banda tocando duas músicas autorais. Deixa para as mulheres apertadas como eu, irem ao banheiro. Ele voltou mais light, com uma camisa florida, os dreads soltos e chegou até a abri-la, mostrando o belo físico para um homem de sua idade.
A única tristeza foi não poder sambar o show inteiro.

Fotos: Júnior Aragão.

Muse no Porão (dessa vez sim!)

Depois de assistir do show do Muse, eu sinceramente não conseguia acreditar em tudo o que eu tinha visto ali naquela 1h e 20 minutos de show. Passei uns três, quatro dias, sem saber o que escrever sobre o show. E hoje, ele está ganhando um post só para ele.
Mais pirotécnico, mais grandioso e mais pesado esse é o Muse no palco. Os meninos cantaram músicas principalmente do último Cd gravado em estúdio, Black Holes and Revelation. Vimos o que muitas pessoas no Rio e em São Paulo viram, apenas mais compacto. A primeira música, por exemplo iniciou os três shows, “Knights of Cydonia”. E foi a primeira vez que eu ouvi essa música toda. Sempre ficava enrolando e tive o prazer de escutá-la ao vivo, assim com “Supermassive Black Hole (a música que para mim parece de strip-tease), a ótima “Take a Bow” e a que não poderia deixar de ser tocada “Startlight”, que praticamente fechou o surreal show.
Na parte mais “quietinha”, vimos Bellamy (ô, homem gato!) se debruçar sobre o piano e além disso, cantar parte da música com um megafone. Tivemos vários efeitos especiais, como um telão, que funcionou superbem em “Knights (...)”, superbalões cheios de papel picado e super jatos de fumaça. O Muse realmente empolgou os mais de 25 mil pagantes na última noite do Porão do rock.

Outra coisa, como todas no show, para chamar atenção foram os instrumentos dos meninos. Mathew Bellamy, que trocou de guitarra várias vezes, tinha os instrumentos com uma lâmpadazinha que piscava em várias cores. O bateirista Dominic Howard tinha a bateria transparente, o que nos permitia ver sua calça amarela coladinha. Acreditem! Chris Wolstenholme, mais recatado ficou em seu cantinho tocando muuuuuuito.
Minha crítica para o show foi: eles quase não falaram com o público. Entre as músicas ouvimos muitos “Obrigado's”, mas nada de falar nada.
O show ainda teve uma paradinha, que trouxe o “quero mais”! Foi quando os meninos resolveram falar mais do que duas palavras. Quem começou foi Dominic, que falou o quanto estava feliz em tocar no Brasil e ali, naquela noite. Bellamy se empolgou e falou tão rápido, que quase não entendemos nada. Eu mesma, acabei escutando apenas a última frase: “We are so glade to be here”! E nós não?

Deu para ter uma idéia do porquê de eu não conseguir falar sobre o show durante tantos dias? Eu simplesmente fique extasiada, sem fala, sem acreditar em tudo aquilo. Meu tesão só não foi maior, porque eles não tocaram a música que eu mais gostaria de ouvir ao vivo, “Assassin”.
Aí embaixo, uma das músicas fodas tocada no show: “Hysteria”:




Fotos de Marcelo Santiago e Patrick (fotógrafo do Porão).

11 agosto 2008

Cobertura Porão do Rock - sexta-feira

Eu e o Felipe trabalhamos no Porão. Ele na Assessoria de Imprensa do evento, eu como Jornalista do site. Minha função era assistir a um show e logo em seguida escrever como foi o tal show.
No primeiro dia, eu fiquei no Palco Pílulas, que começou com um atraso de meia hora. A banda que abriu a série de shows que estariam por vir, foi a brasiliense Device, uma das bandas que ganhou a seletiva do Porão.
Device não faz nem um pouco o meu estilo de música. Death, trash metal, realmente não faz a minha cabeça. E mesmo não gostando do estilo tive que assistir, então o que eu avaliei em todos os shows foram as performances e o público. No caso da Device, parece que faltou alguma coisa. Eles soaram como qualquer outra banda que toque este estilo. O show estava vazio, ainda havia pouca gente na Arena do Rock.

As bandas seguintes foram Sayowa, Vougan, Podrera e Black Drawing Chalks. Essa última de minha cobertura e uma banda bem legal. Os goianos mostram um rock sem firulas. Duas guitarras um baixo, uma bateria e tá bom demais! O repertório foi todo de músicas autorais. A única coisa que atrapalhou o show foi a microfonia. A gente não sabia se o som do Palco Pílulas estava baixo demais, ou se o do Principal estava alto demais.
Depois vieram Almah, Elffus e Lesto!.

Então eu conheci Os Astros. O vocal dessa banda é o cara que cantava no Trem da Alegria, sabe aquela banda que animou a sua infância?Só que para mim, Juninho perdeu toda a voz. No palco ele parecia um bêbado que cantava enrolado. As letras? Fraquíssimas! Mas o instrumental, demias. Formado por Biu na guitara e Bruno no baixo, ambos ex-Rumbora (Rumbora que, embora a banda tenha terminado, esteve bem presente neste festival) e Fabrício na bateria fez mais sucesso.

Agora Nitrominds, Kill Karma, Mukeka di Rato e Rafael & The Booze Bros, ou irmãos birita e o melhor show do Palco Pílulas na noite de sexta-feira.
Num total clima anos 70, com cabeludos de calças boca-de-sino e golas para fora, Rafael começou tocando músicas de seus disco. Estavam marcadas apenas 04 músicas, uma delas em homenagem aos Beatles, que fecharia o show. Mas Rafael acabou ganhando mais duas músicas da produção. E vieram mais homenagens, a primeira “Evil”, música da banda Cactus, e a segunda “Remedy” do Black Crowes.

Macakongs 2099, Moretools, Madame Saatan e ela, a mais maldita de se cobrir num festival, a Maldita!!
Para mim o pior show de toda a minha vida e olha, que eu já fui em muito show ruim! Nunca me senti tão mal em frente a um palco.
A primeira coisa que me chocou foi o vocalista. Erich entrou no palco com algo que parecia sangue derramado em toda a sua camisa branquinha e uma máscara bicuda, cantando uma música que só fala de doenças.
Na terceira música, sem a máscara e numa performance sem igual, Erich chamou uma garota da platéia para participar do show. A guria que subiu ao palco estava tão visivelmente bêbada, que já foi logo abraçando o grudento Erich. Ele lhe entregou uma coleira e pediu que ela clocasse no pescoço, porque daquele minuto em diante, ela seria sua escrava. A menina, não quis nem dizer o nome e ele espertamente a apelidou de “Sodomia”.Como “Sodomia” não conseguia prender a coleira, Erich começou a puxá-la pelo cabelo. Não satisfeito tirou a camiseta suja e envolveu a garota. Finalizando a música, que dizia “eu estuprei um anjo”, Erich a colocou do lado da bateira.
Por falar em bateria, o ponto alto do show aconteceu justamente quando o batera Vidaut ficou sozinho no palco. Embalado pelo hit “A menina pastora”, Vidaut tocou alguns covers.
E o trabalho da noite (pelo menos o remunerado) acabou ali.

MQN, DFC e Matanza, ou melhor dizendo, o melhor show da noite! Tendências Suicidas? Para que se você tem o Matanza?
O cabeludo Jimmy levantou a galera com sua voz robótica e rouca cantando músicas dos quatro Cds. Como “Pé na porta e soco na cara” e “Ela roubou meu caminhou”, que os deixou conhecidos.
Para quem gosta, deu para pular do início ao fim, na mistura country, hardcore dos meninos. As mais de doze mil pessoas no Porão simplesmente alucinaram com o ritmo dançante e com as piadinhas de Jimmy.
Do Suicidal eu apenas vi uma música e também não fiz questão de assistir. Já estava muuito cansada. Eles apenas fizera o show que tinham que fazer. Rock and roll e skate.

Fotos Marcelo Santiago e Alessandro Dias (fotográfo do Porão)

08 agosto 2008

Corra!!!


Se você gosta do Keane, vai correndo para o site deles baixar o novo single do Cd que vem por aí. Para que correr? Porque você só tem até às 11h da manhã de segunda-feira para fazer isso!

O sucessor de Under the Iron Sea (que é um Cd fodástico) está com data marcada de lançamento para 13 de outubro, vamos esperar!

Vai Thomaz no Acaju

Cara, você foi ao Porão sábado e viu a Vai Thomaz no Acaju? Gostou das músicas, mas sabe que só comprando o vinilzinho que eles lançaram há tempos é que vai dar para escutar as músicas deles? Vai comprar o vinil, mas não tem onde escutar?

Seus problemas acabaram!

É que os meninos que tocam canções revival dos bons anos 90 brasiliense, soltaram 03 singles em sua página na Trama. Podia ter rolado a versão do Litlle Quail, né?

Estou louca para falar desse show, mas tudo tem sua hora. Ainda esperamos por fotos do Porão...

07 agosto 2008

?!

Caracas! Vocês estão ligados de que a Violins acabou? Nem cheguei ouvir a banda e ela já foi para o espaço!
A banda anunciou pelo Orkut e dois shows de despedidas estão marcados, um em Goiânia, dia 17 e outro em Brasília, dia 21.

A notícia boa é que (talvez) os meninos façam projetos paralelos, para não deixar os fãs largados de uma vez.
Para vocês mais um vídeo do novo trabalho do Coldplay:


Calma! A gente vai falar do Porão. Como eu não tenho máquina, estou apenas esperando a boa vontade das pessoas em me mandar as fotos.

04 agosto 2008

Independência e morte

Ainda na ressaca do Porão do Rock, vim aqui correndo só para dizer que esse ano não vai rolar a FMI.
Por quê?

Pelo menos motivo que ela foi adiada: Falta de PATROCÍNIO!!!

A FMI estava marcada para os dias 02 a 05 de maio e foi parar em setembro. Agora não vai rolar mais. É Brasília perdendo um espaço importante para o independente/alternativo.