03 maio 2008

Mart'nália da Esplanada

É, eu fui na Esplanada no Dia do Trabalhador. Graças a Deus não estava um formigueiro humano.
Os shows foram bem mal divulgados.
Antes das atrações principais (Mart'nália e Frejat), iam rolar uns shows de bandas brasilienses.

Na Esplanada ainda há vestígios da festa de 48 anos de Brasília e o inacreditável, um relógio fazendo contagem regressiva para os 50 anos da cidade. Depois de RBD e Chiclete com Banana, o que será que nos espera em 2010???

O show da Mart'nália estava programado para às 21h30, mas acabou começado um pouco depois dàs 22h. Acabamos ouvindo o cara da Cut discurssando, foi terrível!
A primeira música que rolou foi "Cabide" de Ana Carolina e foi só o começo de uma noite que todos pensavam ser curta. A moça foi estendendo o show, estendendo, estendendo e quase que num acaba mais.

Quem achou ruim é porque não gosta de samba. Mart'nália homenageou Chico Buarque, João Nogueira, Maria Bethânia e Gal, e claro, o pai Martinho da Villa. E deve ter sido com o pai, que Mart'nália pegou a mania (ou boemia) de beber no placo.
A cantora já fala meio embolado, quando está bêbada então!! Era difícil entendê-la. Cantando a coisa mudava de figura.

Mart'nália transpassa uma alegria enorme. Ela brinca com a banda, dança junto, coreografa, sem deixar de esquecer o público. Mart'nália ganhou umas três cervejas do pessoal que estava perto do palco (além de uma blusa de frio e um cachecol rosa!!). Ainda engata: "Eu vou contar uma história, mas para contar essa história tem que ter uma cerveja"! E holding sai correndo.

Foi uma ótima noite de samba e quando tiver show aqui, com certeza é uma excelente dica para os sambistas de plantão.
Para curtir mais um pouco, "Sem Compromisso":



E para os que achavam que só existia uma Menina Moça, olha o Martinho da Villa aí:

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