28 maio 2008

Vários (é, meu! Denovo!)

- Das coisas que eu andei lendo por aí, a melhor foi a do Saramago dormindo ao lado do Meirelles quando assistiu ao Ensaio Sobre a Cegueira. Demais!



- A outra coisa boa foi a listinha dos confirmados para o Tim Festival. Estarão lá as bandas Gossip, os Klaxons, MGMT, Santogold, Gogol Bordello e o Macelo Camelo. Ainda faltam as confrmações da Amy Winehouse, Mika, Leonard Cohen, Beirut e (escutem bem essa) Radiohead.
Robei do Édipo e do Sobremúsica.

- O Beck lançou uma musiquinha para acalmar os fãs que esperam pelo novo Cd. O nome é "Chemtrails".

- O Arcade Fire falou que não vai participar da trilha sonora do The Boxer (novo filme do Richard Kelly), mas que deve fazer algumas músicas, só instrumentais, para algumas trilhas.

- Outra coisa legal: videoclipe do Fino Coletivo. (Eu adoro essa banda!)




- Já que falamos de Fino Coletivo e Marcelo Camelo, eles aparecem no DVD de Marcelo Valle gravado há pouco. Além deles outra participação especial, a dos meninos do +2. Vale um videozinho.



- A Feira de Música Independente, conhecida como FMI, não aconteceu este mês. Ele será remarcada e deve ficar para setembro. Para os roqueiros de plantão, o Porão do Rock que seria neste final de semana foi parar em agosto! (Você tá triste? Não tanto quanto eu!)

23 maio 2008

Momento Retrô

É, ele voltou para trazer um pouquinho de nostalgia ao coraçãozinho de vocês. O primeiro clipe de hoje é "A Walk On the Wilde Side" do Lou Reed, que eu ouvi essa semana.



Depois vou de Interpol, com "PDA", do primeiro Cd dos caras.



E Nando Reis, que estará aqui no Festival de Inverno, junto com Ja Rule, The Calling (???!!!), Skank e Funk Como Le Gusta.

Homem de Ferro


Depois de 300 nenhum filme tinha me empolgado tanto no cinema. Foi um festival de "Caralho!", "Que massa!", "Nossa!" e outras interjeições nunca ouvidas antes. O chato é que eu não tinha ninguém para compartilhar.

Para quem ainda não assistiu ao filme e não conhece a história, Tony Stark é herdeiro das Indústrias Stark, fundada e dirigida por seu pai, Howard Stark até sua morte. Quando isso aconteceu, Tony tinha 18 anos e não podia ficar a frente do negócio do pai ainda. Quem cuidou da empresa até sua maioridade, foi o sócio Obadiah Stane (interprteado por Jeff Bridges).

Aos 21, ele entra na empresa e passa a ocupar o lugar que lhe é de direito. Além de administrador, é também um grande gênio, produtor de grandes armamentos.
As "Indústrias Stark" são grandes fornecedoras de armas para o exército americano.Depois de uma demonstração de sua mais nova arma, a comitiva que levava Tony Stark é abordada. Ele se vê encurralado e ferido por uma de suas próprias armas. Arma essa que tem um poder peculiar. Após sua explosão, ela solta uma espécie de "farpa", que entra na sua corrente sanguínea, chegando até seus órgãos vitais.
Ele só consegue sobreviver, porque um "médico" põe um dispositivo em seu peito, para que essas "farpas" nunca encontrem o caminho certo.

Tony é então obrigado a produzir a arma demostrada ao exército americano em troca de sua liberdade. Como todos sabem não é isso que ele faz. Ele constrói um traje forte, à prova de balas e equipado com armas para sua fuga e de seu "médico".

Você deve estar morrendo de raiva de mim agora, né? Mas calma tudo isso que eu contei deve ser uns 20 minutos de filme só. E olha que ele tem um pouco mais de 2 horas de duração. Eu nem cheguei a comentar de Pepper Potts, por exemplo. A moça é interprtetada por Gwyneth Patrolw (a sortuda que casou com o Chris Martin) e é a fiel secretária do solitário Tony Stark. Ela sabe tudo sobre seu chefe e já compartilhou dos momentos mais particulares dele.


Robert Dowey Jr está simplesmente sensacional no papel de Stark. Mesmo arrogante e mulherengo não há como não gostar de Tony. Isso porque ele tem um humor supersarcástico. São dele as melhores piadinhas do filme. Robert Dowey Jr é Tony Stark e Stark é Dowey, não há distinção.

O filme conseguiu contar a história do Homem de Ferro sendo fiel à HQ. Mescla momentos hilários com o drama da personagem principal. Os efeitos são ótimos, a fotografia é ótima e a edição então, nem se fala!
Aos que esperam um filme de pura ação, esqueçam! Este filme conta o início da personagem, como o Homem de Ferro nasceu. Para mim, ele poderia até terminar ali, mas o filme dá pontas para uma continuidade e claro, que os produtores também vão dar essa continuidade. Esperamos apenas que ela não se perca como aconteceu com outros filmes por aí.

The Go

Eu achei o The Go muito por acaso, na Paste Magazine. O único The Go que eu conhecia era o The Go! Team, que aliás vai se apresentar de graça em São Paulo, no Motomix.

No canto direito, na página da Paste, você consegue ver clipes, matérias.. Acabei vendo ao "You go Bagin' on" do The Go.



Sentiu o climão anos 60?

Claro que se você já escutou, pelo menos, Beatles (se você não fez isso ainda, você é um herege), se identificou um pouquinho com a banda.

Ela começou em 1998 e na sua formação original contava com ninguém menos que Jack White. Ele ainda não era tão conhecido quanto hoje, mas já era um bom guitarrista.

Robert Harlow, John Krautner, Marc Fellis, James McConnell e Jack gravaram seu primeiro CD em 1999, Watcha Doin'. O segundo veio apenas em 2003 e levava o mesmo nome da banda. Este acabou divulgando-a mais. Uma das músicas foi parar no seriado My Name is Earl e concorreu ao Emmy Awards.

O terceiro álbum saiu ano passado, Howl on the Haunted Beat You Ride, que começa justamente com You Go Bagin' On. Ouvindo o Cd você tem a sensação de já tê-lo ouvido antes, o que dá aquela sensação de identidade. Meus destaques são "Caroline" (que me fez lembrar muito de Beatles), "Yer Stoned Italian Cowboy", "Refrain" (a mais lentinha do Cd), "Help You Out" (pelo excelente começo) e "She's Prettiest When She Cries".
Para finalizar, o Myspace.

17 maio 2008

Vários

Como não dá para fazer um post sobre cada um desses assunto, vou sintetizar tudo num post só. Lá vai:

- O Kooks lançou Cd novo. E sim, eles ainda acham que estão na moda, que vão pegar meninhas e fazer shows por aí. Tá certo! O nome nem faz referência a banda, o segundo álbum é o Koonk.

- O Arcade Fire está na trilha sonora de The Box. O filme ainda não tem estréia marcada para o Brasil.

- Beck deve lançar um disco novo esse ano. Assim como o Moptop.

- Zélia Duncan e Simone gravarm um Cd ao Vivo juntas. Amigo é Casa está saindo pela Biscoto Fino. O show também deu origem a um Dvd.

- E fez 10 anos que o Sinitra morreu (quinta-feira passada).

Ah!!! E olha onde o Drops foi parar!!

Scarlett Johasson

Hoje o nosso post vai falar de algo que eu nunca iria imaginar, o lançamento do primeiro Cd de Scarlett Johansson.

O nome do Cd é Anywhere I lay my head, que deve chegar ao Brasil dia 20 deste mês. Eu escutei algumas músicas em outra ocasião e não gostei muito não. Certas músicas caem muito bem, mas tem outras que ficam cansativamente surrurantes e repetitivas.


Das 11 faixas, apenas uma é de autoria da atriz e cantora, juntamente com seu produtor, David Sitek. Scarlett ainda consegiu uma participação de peso em seu disco, David Bowie canta "Falling Down". Nada mal para uma iniciante. Se bem que, eu acho que foi mais pela beleza dela.Porque o que ela tem de linda, ela tem de linda.


É a mais nova queridinha de Woody Allen querendo mostrar que sabe mais do que atuar. Dê sua nota.

Nova do Mombojó

Eu nem ia postar hoje, mas só de ter achado uma música nova do Mombojó, me animei!



Ô, céus! Felipe é gatim demais! Roubei do Marcelo!

16 maio 2008

Ô, o Youtube!

Eu às vezes esqueço como o Youtube é bom. Estava lendo sobre o show do Rufus Wainwright aqui em Brasília, terça passada e...



Gente, que cara mais viado! "Para os homens eu dou meu corpo, para as mulheres minhas canções".
Demais, hein? Gostei!

A igualmente talentosa Mallu Magalhães, também teve seu videozinho adicioado lá. Na verdade, vários. Eu escolhi "II Va Partir", que para mim, mostrou que mesmo tão "hypiada", a menina merece o reconhecimento que está recebendo. Só estou achando um pouco demais. Tem um pedacinho da música dela numa propagando por aí, vocês viram?

Dinovu

Olha a Dani aqui outra vez. Eu ia colocar na comunidade, mas resolvi postar aqui.



Ah, só para retificar, o "novo" videoclipe do Radiohead, na verdade é uma campanha lançada pela MTV contra o trabalho escravo infantil.

Estréias que parecem valer a pena

Speed Racer


Nunca pensei que pudesse assistir ao filme sem ser só em animação. Legal, né? Lembrei a minha infância. Mas claro que é a mídia cinematográfica pensando em ganher dinheiro.

Allegro


Efeito Dominó


Em Cannes, nosso diretor internacional, Fernando Meireles, apresentou seu mais novo filme, Blindness, ou Ensaio sobre a Cegueira, adaptação do livro de José Saramago. E não consegiu agradar ao público. O problema, cenas fortes. A história é de uma cegueira repentina que ataca a população e que parece não ter cura. As pessoas que ficam cegas são internadas numa espécie de presídio e é lá onde tudo acontece. É lá que aparece toda a decadência humana e onde estão as cenas mais fortes e mais criticadas do filme. Entre elas a tão comentada "cena do estupro". Para vocês o trailer:

15 maio 2008

Algumas do Myspace

Sim, você já viu um post com esse mesmo nome, mas o teor agora é diferente.

Tirando dicas do Garagem (Correio Braziliense), da Dani e da minha curiosidade, lá vão três dicas que vão acabar se transformando em bem mais.

Nathalia Mallo é um argentina que trocou o país de origem pela acizentada São Paulo. A moça tem alguns projetos paralelos e acaba de lançar seu Cd solo.


Dos projetos dela, o que achei mais interessante é o que fez com alguns amigos. São releitura muito legais de músicas bem conhecidas, como Like a Virgin da Madonna e Lithium do Nirvana. O projeto chama-se Trash Pour 4. Nathalia também figura em outro projeto, Gato Negro.


Em sua página no Myspace pouco se pode ouvir do novo Cd, mas dá para conferir algumas faixas. A melhor é "Qualquer Lugar".


A Dani tinha dado uma dica há muito tempo sobre um cara liiindo de morrer e que canta muito bem. Eu aguardei um pouco para descobrir mais sobre o rapaz, só que acabei sem tempo.

Para não passar em branco... O novaiorquino, Tam toca um violãozinho daqueles dedilhados e arrasa quando faz sem outro acompanhamento.

A melhor do Myspace dele é "In the Twilight".

Fazia tempo (denovo ele) que eu queria escutar P.U.T.A, projeto do Meio Desligado Marcelo Santiago, para íntimos (eu), xuxu.
Semana passada, pus o "trêm" para tocar. E num é que eu gostei. As músicas são eletrônicas, (mas nem pense em trances, por favor) experimentais. Onde mais você vai encontrar uma música chamada "Amélie Poulain"???
Meu destaque é "Sobre o que não consigo explicar".

Música de Bolso

Algumas...






14 maio 2008

Indiana Jones

Assim como outros filmes que foram lançados este e no ano passado, lá dos anos 80, Indiana Jones também não é do meu agrado. Esta aí o o trailer.



Belos efeitos, não?

12 maio 2008

Cinema no Sebinho

Desde quarta-feira passada está rolando lá no Sebinho (406 norte) um ciclo de estudos cinematográficos (nome bonito, né?)

Quem quiser participar é só entrar aqui e confirmar a presença. A entrada é franca.
Segue a programação:
14 de maio
filme: Deus e o diabo na terra do sol, de Glauber Rocha
palestra: Música e Cinema, com Eufrasio Prates

21 de maio
filme: Amarelo manga, de Cláudio Assis
palestra: Sociologia e Cinema, com Ana Maria Roland

28 de maio
palestra: Filosofia e Cinema, com Julio Cabrera

4 de junho
filme: Desejo e reparação, de Joe Wright
palestra: Literatura e Cinema, com Elizabeth Hazin

11 de junho
filme: La jetée, de Chris Marker
palestra: Psicanálise e Cinema, com Tania Rivera
18 de junho
filme: Asas do desejo, de Wim Wenders
palestra: Educação e Cinema, com Laura Maria Coutinho

25 de junho
filme: The fountainhead, de King Vidor
palestra: Arquitetura e Cinema, com Sylvia Ficher

2 de julho
filme: Adeus, Lenin!, de Wolfgang Becker
palestra: História e Cinema, com Regina Aggio

9 de julho
filme: Identidade de nós mesmos, de Wim Wenders
palestra: Artes Visuais e Cinema, com Elyeser Szturm

16 de julho
filme: Nanook of the North, de Robert Flaherty
palestra: Antropologia e Cinema, com Ariana Timbó Mota

23 de julho
filme: Z, de Costa-Gavras
palestra: Política e Cinema, com Ricardo Caldas

Bnegão e os Seletores de Freqüência

Eu saí correndo do Lafusicando e fui até o Centro Comunitário ver o show do Bnegão. Não, eu não sou muito fão não, fui mais por causa dos amigos mesmo.
O cara realmente vive aqui em Brasília. O último show rolou lá em Sobradinho, numa onda aí da Secretaria de Cultura.

Bnegão e os Seletores de Freqüência subiram ao palco 2h20 da madruga e eu não estava agüentando mais ficar em pé. Acabei indo ver o show no cantinho do palco.

Eu gostei do show, que mesmo vazio (como o Lafusicando) estava bem animado. Eles cantaram algumas músicas novas e ainda deram espaço para "manifestantes" da UnB. Eu não entendi muito bem do que se tratava. Os meninos subiram ao palco e cantaram uma música bem engraçada. O refrão era mais ou menos assim: " É Arruda, mas eu acho que é urtiga". Claro, uma crítica ao nosso "queridíssimo" governador.

O problema do show foi o som alto. Estava tão alto que Bnegão teve a sensação de que o microfone não funcionava. O pior, não tinha como abaixar.

Pequena explicação. Antes de qualquer show, rola uma passagem de som para afinar os instrumentos, ver se os microfones estão legais, se os cabos funcionam. Toda essa burocracia do som. Daí o pessoal pode optar por gravar o som numa certa altura, isso impossibilita que no meio do show tenhamos falhas. O problema é que se ficar muito alto, se você tiver muitos espaços vazios e a acústica do lugar seja horrível, não tem como consertar. Foi justamente isso que aconteceu lá.
Desculpa pelos poucos detalhes. Devido ao meu cansaço não prestei tanta atenção assim. Além do frio que estava uma coisa e eu mal agasalhada.

As fotos eu robei do
Flickr
.

Lafusicando: Como foi a 3° edição

Seguindo a tradição, neste Lafusicando eu também entrei de graça! Não, não foi porque eu tenho um blog super lido em Brasília, mas porque eu liguei na Rádio e ganhei um ingresso.

Cheguei um pouco atrasada, mas bem a tempo para o show do Rainha Vermelha. A banda tem uma sonoridade boa. Gostei muito do instrumental dos caras, mas as letras já não me agrdaram muito. Também achei que os meninos estavam um pouco comedidos, faltou presença de palco.




Essa daí é a música de trabalho dos rapazes


Desde que eu entrei na Plínio Marcos, vi um banquinho e um negócio cheio de chapéus (que inclusive tinha um lindo!). Pensei que fosse para a show do Lafusa, mas me enganei. Assim que o Rainha Vermelha saiu do palco, um rapaz aqui de Brasília, chamado Rudá Carvalho começou a tocar. Ele estava acompanhado apenas de um violão. O cara toca bem, ao mesmo tempo que canta, mas cansa. As músicas tem as mesmas batidinhas e em geral são lentas. Isso, ao invés de entreter o público, dispersou-o por completo. O menino acabou tocando para uma meia dúzia de gatos pingados desinteressados. Além disso, acabou atrapalhando o show do Do Amor que perdeu público.

Do Amor começou cantando uma música com a letra bem elaborada, mais ou menos assim: "Aaaaaahhh!". Isso me fez pensar logo: "Meu Deus, o que será que vem por aí?". Tinha lido que uma das influências deles é axé e fiquei muito com o pé atrás. Depois de descobrir que o Bubu (que tocava com os Los Hermanos) fazia parte do grupo, dei mais credibilidade aos meninos. Um amigo meu, que eu confio muito no gosto musical, falou que era bom e esse foi o ponto final para, mesmo desconfiada, eu ir assitir aos shows deles.

O Do Amor, além de Gabriel Bubu na guitarra, tem Marcelo Callado (não, não faça a piadinha infame!) na bateria, Ricardo Dias Gomes no baixo e Gustavo Benjão também na guitarra.

Os meninos tem um currículo invejável. Todos tocam com Nina Becker, Callado e Ricardo tocam com Caetano e Gustavo é um dos Calmantes do Nervoso.

A banda surgiu ano passado e neste ano conseguiram um pouqinho mais de tempo. Além dos shows, gravaram até o Ep.

Voltando ao show, depois da primeira música, tudo começou a melhorar. Os "Do Amores" mostraram que uma salada musical pode resultar em música de qualidade. Não pense que por ter influências do axé music, você vai ver um show estilo Ivete Sangalo. A pretensão nem é essa. A música na verdade fica animada, dançante, sendo díficil ficar parado no show. Esse foi um dos problemas de se fazer um show no teatro. A Plínio Marcos tem uma acústica muito boa, mas é um teatro e as pessoas ficam sentadas! Só depois de um casal bondoso ter levantado é que as pessoas se entiram mais a vontade para tal.Pena não ter dançado "Cachoeira".



Última música adicionada no Myspace, Chalé.

O chato é que quando a galera estava animando o show acabou. E quem voltou ao palco? O cansativo Rudá. Dessa vez com mais público, graças ao Do Amor e ao show que estava por vir, Lafusa.
Nós ficamos muito felizes quando vemos o crescimento de uma banda que a gente gosta. A saída do Gustavo e a entrada do Luiz na banda foi primordial para isso acontecer. Quando eles falaram que tinha entrado um conta-baixo, piano, jazz... Eu estranhei. Fiquei curiosa para saber o que tinha acontecido com as músicas.

As mudanças não foram tão radicais como eu havia imaginado. Algumas músicas receberam introduções mais elaboradas, mas o teor (ainda bem) é o mesmo. O que mudou e cresceu foram os covers e as particpações.

A primeira delas foi de Rafael Oops, ex-Disco Alto, agora Conhaque Supernova, cantando uma versão para "High and Dry" do Radiohead, que eu não poderia deixar de gostar. Depois subiram ao palco o baixista do Rainha Vermelha, Felipe, o Moraes, e o Irá, da Banduirá. Essa última realmente não me desceu. A voz do Irá me lembrou muito a Dinho Ouro Preto e para mim, ele quase conseguiu (mas foi por pouquinho mesmo) fazer com que a música do Lafusa soasse pop demais.

Dos covers, o mais lindo sem dúvida alguma foi "What a difference a day made" do Jamie Cullum. (Agora sim o piano!) Embora o Aloízio tenha dito que não sabia tocar, na hora em que a música começou, vimos o quão mentiroso ele é. Eu que sou fãzoca do Cullum adorei.
Eu nunca falei dele aqui no blog, mas já cansei de tanto elogiar o jazz desse cara. Logo que eu tiver um tempo, faço um post só sobre ele.

Teve uma que eu não sei o nome e nem quem canta (ô, mania de conhecer as músicas e não saber esses detalhes) bem jazz mesmo.E durante uma das músicas (que eu não lembro qual foi, e já estou fazendo a minha nota mental de levar, nem que seja um guardanapo para os shows) rolou Mody Peaches, ela, a linda! "Any One Else But You" (lembram de Juno?) e um poquinho de "Hey Jude" (que está aqui!). Os meninos do Lafusa mostrando que estão ligados.

Além das graças do Jamil e sua bela gaita, do cabo do Luiz que teimava em sair do lugar e do Guedes (como sempre) tocando muito, escutamos algumas músicas novas. Entre elas "Sépia", que nós já falamos ali embaixo.
A outra, que marcou o momento mais emocionate do show, chama-se "Quarto de Cordel", dedicada a menina Isabella Nardoni, que foi, ao que tudo indica, jogada pelo pai da janela de seu quarto. Aloízio teve que conter as lágrimas quando foi anunciar a música. Ele falou uma frase que, eu acho, deveria ser seguida por todos nós: " (...) a gente tem que cuidar um do outro", independente de ser da nossa família ou não, completo eu. Já imaginou como o mundo seria mais harmônico se não fosse tão individualista e egoísta?

A música é mais pesada do que de costume e transmite alguma coisa desesperada, como o que aconteceu com Isabella.

Para o show ficar completo, só faltou a participação de, pelo menos, um dos meninos do Do Amor. O som teve poucas falhas e estava muito bom. Infelizmente não tenho fotos do show, as do Do Amor eu robei no Myspace deles.


A música que ganhou coro

09 maio 2008

Beirut

A primeira atração cogitada para o Tim Festival deste ano e que eu já devia ter falado há muito tempo é o americano Zach Condon, mais conhecido com Beirut.

O conheci no Blog do Editor, da Revista Paradoxo e gostei! O cara toca uma mistura de sons, com aqueles barulhinhos legais, com banjos, metais, e violões e safonas e tudo mais!!

Eu separei dois clipes para vocês. Um é "Nantes", segunda música do Cd The Flying Club Cup e Elephant Gun, do Ep Lon Gisland.




(lembrou do Música de Bolso?? Eu também!!)





A foto é de um show que ele fez em Amsterdã. Ele num é um lindinho??

Tramando


A Trama Virtual desafia alguns grupos a gravar em seus estúdio uma música. Pequeno detalhe: você tem que terminar a música naquele mesmo dia! É possível, mas cansativo para caramba. O nome é "12 horas no estúdio"!

A última banda a aceitar o desafio foi a Lafusa. A música escolhida foi "Sépia", nova música de trabalho da banda, que pode ser baixada na página deles na Trama.





Como os meninos do Do Amor, vão tocar em Brasília, nada mais justo do que colocá-los aqui. Eles também passaram pelo mesmo "sufoco" e gravaram a música "Cachoeira".


Mais shows

Descobri que dia 17 de maio, que vai rolar o Show da vida - Do Hip-Hop ao Samba. Se vocvê já escutou Marcelo D2, tenho certeza que já ouviu essa última frase. Pois é, o rapaz estará aqui juntamente com Martinho da Villa, Alcione a bateria da Portela, lá no Pavilhão do Parque da Cidade. Os ingressos custarão R$15,00 ( meia antecipada, para doadores de 1kg de alimento não-perecívcel). A área Vip sai por R$50,00 e é open bar!!

No mesmo dia, o Landscape Pub será tomado pelo Lado B do Cult 22. A partir dàs 22h, Marcos Pinheiro e Abelardo Mendes Jr tocam muito rock e pop dos anos 60 até aos 2000. Vocês também poderão conferir a banda Jukebox, tocando um tributo a The Strokes. Os ingressos custam R$8,00 (até meia-noite) e sobem para R$10,00. Essa festa-show marca o lançamento do site Rock Brasília, que já pode ser conferido. Dá uma olhada na agenda!!

Dia 30 lá no Ceubão, a noite será boa para os forrozeiros e para quem gosta de MPB. O show é de Geraldo Azevedo, que fazia um tempinho que não tocava aqui. Além dele, rola Pé do Cerrado e Trio Siridó. Não descobri quanto está o ingressos, mas depois informo vocês.

06 maio 2008

Nham..nham!!!!

Opa! Opa! Num tem coisa melhor do que abrir o seu e-mail e receber boas notícias.

A primeira delas vem para os fãs do The Cure, que como apenas especulado antes, vai sim soltar todo mês um single novo até 13 de setembro, data que prevista para o novo álbum dos caras. O legal disso tudo? Cada single vai sair em cada dia 13. (Pode até ser meio macabro para os superticiosos, eu gostei!) Então, dia 13 de maio será o dia para baixar "The Only One".

Em seguida, os ingleses do Kaiser Chiefs anunciam que o terceiro álbum está por vir. As gravações começaram este mês e esperamos que acabem logo. Este será o sucessor de Yours Truly, Angry Mob. Aquele que tem "Ruby".


Para os fãs de grunge, o Pearl Jam segue a linha do Kaiser Chiefs, mas anuncia o próximo álbum já para este ano. O anterior foi Pearl Jam, álbum que levou o mesmo nome da banda.


Finalizando as ótimas notícias do dia, o Radiohead também já está comentando sobre o novo álbum, que não será lançado do mesmo modo que o In Rainbows. De acordo com Thom Yorke seria repetir o processo e isso, não teria graça. Vamos esperar para ver. Enquanto você espera, que tal ver o novo videoclipe da banda?

03 maio 2008

Agenda

Opa! Como vocês sabem está meio complicado atualizar nosso bichinho, mas aos pouco s agente chega lá.


Esse post é exclusivo para quem quer estar a par dos shows que vão rolar pela cidade. Começando pela semana que vem, dia 10 de maio, sabadão rolam dois shows bacanas. O primeiro é do projeto Lafusicando (que a gente até tentou arrancar deles quando seria o próximo shows, mas eles não entregaram!), que vai contar as convidadas Rainha Vermelha e Do Amor. O show começa às 20h lá na Plínio Marcos e os ingressos estão R$10,00 (meia antecipada) nas lojas Cone Pizza (411 sul) e Benedito Suco (413 Norte). Eu devo comprar meu ingresso algum dia essa semana, então, bem provável que role uma resenha dos shows!


Dia 10, também é dia de "fuck até o caroço" com Bnegão e os Seletores de Frequência lá na UnB. Antecipados os ingressos que estão sendo vendidos por sexo custam, R$ 10,00 para as moças e R$15,00 pra os rapazes. Quem abre é a Batidão Sonoro.


Dia 13 tem Rufus Wainwright, que sendo bem sincera, eu só soube que esse cra existia porque vi um amigo no Last.fm ouvindo. O show cai numa terça-feira (?) e os ingressos você encontra na Livraria Siciliano do Pátio e custam R$70,00 (meia antecipados).


Na sexta, 17 , vai rolar o encontro de Paralamas do Sucesso com Titãs lá no Marina Hall, mas não consegui descobrir quanto vai ser.


No final do mês, quem fecha bonito é Lenine! O show vai ser lá no Centro de Convenções e curte como tá baratinho os ingressos:

Poltrona Vip: R$ 60,00 (meia-entrada).
Poltrona Especial: R$ 50,00 (meia-entrada).
Poltrona Superior: R$ 40,00 (meia-entrada).

Facada, né não??


Nas quinta-feiras do mês, o projeto "Engate a Quinta" (que começou semana passada) trás músicos alternativos a cidade. Nesta quinta, dia 8 rola Guinga (RJ) e Indústria Brasileira. No dia 15 tem Gog e Casa de Farinha Dia 29, Vanguart (MT) e Beto Só.


O trêm tá ficando bão, num tá não??

Coldplay

Eu recebi um e-mail do Coldplay (daqueles de quando você se cadastra no site e recebe notícias da banda). Tava com uma perguiiiiça de traduzir. E olha a merda!!! O e-mail era para avisar das músicas novas do 4° álbum da banda.

Sim sim sim!! Se cadastra lá no site e baixa "Violent Hill". Eu não consegui porque a porcaria do computador está pedindo uma senha que eu não sei!

Eles modificaram o site, mas ainda não tem muita coisa por lá. Sentiu alguma coisa familiar??

A capa do álbum, tá aí!

Videoclipe - Hot Chip

Foi na apresentação do Festival Coachella que o "porco foi pro brejo"! Não entendeu? Eu explico.
Desde O Cd do Pink Floyd "Animals" o balão do porco é usado nos shows da banda. Depois de sair da banda o malandrão do Roger Walters levou o porco embora e desde então, em todas suas apresentações ele está lá flutuando.

No Coachella o porco se desamarrou e saiu por aí. O pessoal da produção estava oferecendo 04 ingressos vitalícios e mais uma recompensa de US$ 10 mil(!!) para quem encontrasse o bichinho.
E os sortudos da vez, foi um csal de golfistas.O curioso é que a moça quando encontro os "restos do porco" estava com uma camiseta escrito "I wish you were here".

Vai ter sorte assim lá nos quintos, viu!

Para vocês, Hot Chip também no Coachella.



Mart'nália da Esplanada

É, eu fui na Esplanada no Dia do Trabalhador. Graças a Deus não estava um formigueiro humano.
Os shows foram bem mal divulgados.
Antes das atrações principais (Mart'nália e Frejat), iam rolar uns shows de bandas brasilienses.

Na Esplanada ainda há vestígios da festa de 48 anos de Brasília e o inacreditável, um relógio fazendo contagem regressiva para os 50 anos da cidade. Depois de RBD e Chiclete com Banana, o que será que nos espera em 2010???

O show da Mart'nália estava programado para às 21h30, mas acabou começado um pouco depois dàs 22h. Acabamos ouvindo o cara da Cut discurssando, foi terrível!
A primeira música que rolou foi "Cabide" de Ana Carolina e foi só o começo de uma noite que todos pensavam ser curta. A moça foi estendendo o show, estendendo, estendendo e quase que num acaba mais.

Quem achou ruim é porque não gosta de samba. Mart'nália homenageou Chico Buarque, João Nogueira, Maria Bethânia e Gal, e claro, o pai Martinho da Villa. E deve ter sido com o pai, que Mart'nália pegou a mania (ou boemia) de beber no placo.
A cantora já fala meio embolado, quando está bêbada então!! Era difícil entendê-la. Cantando a coisa mudava de figura.

Mart'nália transpassa uma alegria enorme. Ela brinca com a banda, dança junto, coreografa, sem deixar de esquecer o público. Mart'nália ganhou umas três cervejas do pessoal que estava perto do palco (além de uma blusa de frio e um cachecol rosa!!). Ainda engata: "Eu vou contar uma história, mas para contar essa história tem que ter uma cerveja"! E holding sai correndo.

Foi uma ótima noite de samba e quando tiver show aqui, com certeza é uma excelente dica para os sambistas de plantão.
Para curtir mais um pouco, "Sem Compromisso":



E para os que achavam que só existia uma Menina Moça, olha o Martinho da Villa aí:

Dvds

Dos filmes assistidos na semana passada, o melhor dentre eles foi Basquiat. Para quem não conhece a história do rapaz que aos 20 anos se tornou tão famoso quanto Andy Wharol e o melhor, junto com Andy, vale a pena conferir.
Você conhece ou, ao menos tenta entender a cabeça deste jovem, que mesmo sendo de classe média dorme em uma caixa de papelão.
Dois pontos me chamaram bastante atenção. Um deles foi como o artista lida com a crítica, que muitas vezes pode acabar com a reputação de alguém. E o racismo, que Basquiat, por ser negro, sofre.



Conseguiu identificar quem faz o papel de Andy Wharol???


O primeiro filme da tarde foi Alphaville, do tão conhecido e conceituado Jean Godard e é uma lombra torta.
No começo você torce pro filme acabar, porque você tem a esperança de no final entendê-lo e isso se prolonga que você pensa e fala: "Aaaaahhhh, táááá! Agora eu enteendi!".
Achei meio difícil a compreensão. Até eu entender que era uma crítica ao sistema vigente, à modernidade das máquinas e etc, demorou, viu! É um clássico e como clássico, merece ser assistido.



Para finalizar, "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford" (e põe covarde nisso!). Dá uma raiva de ver o Brad Pitt fazendo um cara fodão e morrendo no final (denovo!!!). Outra coisa que deixa a gente desnorteado é ter que assistir ele sendo assassinado por um cara tão idiota que até para falar dá agonia.
O filme não me empolgou muito. Acho que eu esperava mais. O melhor do filme são fotografia e figurino.